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RAP01390.pdf (CARHAIX-PLOUGUER (29). centre hospitalier. rue du Docteur Menguy. rapport de fouille préventive)
  • SIGNALETIQUE LOCALISATION DE L'OPERATION SITE N°: Département : . COMMUNE: Lieu dit ou adresse : MlL... Année cadastre : . /m Coordonnées Lambert Zone : Section(s) et parcelle(s): ... Altitude xl = ./Û... f&S>... x2= yl= jp$û. $û.0.. y2= y3= r I D E N T I T E DE L'OPERATION
  • par l'opération) (om) (OUJy / ouT) NON NON Sinon, altitude du fond de fouille : R E S U L T A T S SCIENTIFIQUES MOTS CLES : (3 à 5par rubrique) *A • /y. A - Chronologie ~IC*k...Cl*OuWWU......6k/fc*AmGtW - Vestiges immobiliers :. Vestiges mobiliers : J s / ...... /fa&P
  • «(MW./\/0w(flté.:. COMMENTAIRE: LIEU DE DEPOT : du mobilier : ÛK/$. M . / # W < . ' des fonds documentaires: N° des 10 à 20 diapo. les plus représentatives fouille et mobilier) : R E F E R E N C E S BIBLIOGRAPHIQUES DU DFS ANNEE : . J.f.jll COLLABORATEUR(s) AUTEUR (nom
  • complètes de l'auteur et de l'ouvrage, par ailleurs, l'exercice du droit à la communication exclut, pour ses beneficiares et pour les tiers, la possibilité de reproduire, de diffuser ou d'utiliser à des fins commerciales les documents communiqués (loi n°78-753 du 17 juillet 1978, art. 10
  • ). Le non restect de ces régies constitue un déiit de contrefaçon puni par l'article 425 du code pénal. SOMMAIRE VOLUME 1 F i c h e signalétique I - INTRODUCTION - C a d r e d e l'opération Historique et contexte archéologique Historique d e la fouille Résultat du diagnostic
  • Problématiques d e la fouille Méthode O r g a n i s a t i o n d e l'équipe s u r le terrain Générique d e l'opération documentation // - OCCUPATION A L'EPOQUE p. 1 p. 1 p. 4 p. 4 p. 4 p.7 p. 9 p. 11 p. 12 ANTERIEURE GALLO-ROMAINE p. 13 11.1 - LES DECOUVERTES p. 14 Les structures p
  • . 14 Le mobilier. p. 17 11.2 - INTERPRETATION p. 17 Identification Environnement p. 17 p. 17 /// - PRESENTATION DE LA CHRONOLOGIE 111.1 - PRESENTATION ANTIQUE p. 24 111.2 - ORGANISATION ET EVOLUTION DE LA RUE III -2 - 1 - P h a s e I p. 2 5 III - 2 - 2 - P h a s e III-2
  • -3-Phase III-2 - 4 - P h a s e III-2 - 5 - P h a s e III -2 - 6 - P h a s e III-2 - 7 - P h a s e p. p. p. p. p. p. II III IV V VI VII, VIII, IX 26 28 30 31 34 37 IV-ORGANISATION ET EVOLUTION DE L'ILOT OUEST IV -1 - PREMIERE OCCUPATION GALLO-ROMAINE : PHASE I IV - 1 - 1
  • - S é q u e n c e 1 IV - 1 -1 - 1 - S e c t e u r I et II, z o n e 1 p. 51 IV -1 - 2 - s é q u e n c e 2 IV -1 - 2 - 1 - S e c t e u r I et II, z o n e 1 p. 5 3 IV -1 - 3 - s é q u e n c e 3 IV -1 - 3 - 1 - S e c t e u r I et II, z o n e 1 I V - 1 - 3 - 2 - S e c t e u r III
  • IV - 1 - 4 - Interprétation p. 5 5 p. 5 5 p. 6 4 IV - 2 - CONSTRUCTIONS A. B et C : PHASE II IV - 2 - 1 - s é q u e n c e 1 IV - 2 - 1 - 1 - Description d e la construction A IV - 2 - 1 - 2 - N i v e a u x a u nord du bâtiment A IV - 2 - 1 - 3 - Description d e la construction
  • B p. 6 6 p. 69 p. 7 0 IV - 2 - 2 - s é q u e n c e 2 IV - 2 - 2 - 1 - Description d e la construction A IV - 2 - 2 - 2 - Description d e la construction C IV - 2 - 2 - 3 - Description d e la construction B p. 77 p. 80 p. 81 IV - 3 - CONSTRUCTIONS D. E et C : PHASE III IV - 3
  • - 1 - s é q u e n c e 1 IV - 3 -1 - 1 - A b a n d o n temporaire d e la construction A IV - 3 - 1 - 2 - A b a n d o n temporaire d e la construction B p. 8 5 p. 8 5 IV - 3 - 2 - s é q u e n c e 2 IV - 3 - 2 - 1 - Description d e la construction D IV - 3 - 2 - 2 - Description d e
  • la construction E p. 88 p. 9 4 IV - 3 - 3 - s é q u e n c e 3 IV - 3 - 3 - 1 - R e p r i s e s a u s e i n d e la construction D IV - 3 - 3 - 2 - R e p r i s e s a u s e i n d e la c o n s t r u c t i o n E p. 102 p. 105 IV - 3 - 4 - s é q u e n c e 4 IV - 3 - 4 - 1 - I n c e
  • n d i e a u s e i n d e la c o n s t r u c t i o n D p. 108 IV - 3 - 5 - s é q u e n c e 5 IV - 3 - 5 - 1 - N o u v e l l e s r e p r i s e s a u s e i n d e la construction D p. 108 IV - 4 - Abandon et r é o c c u p a t i o n de la construction D et E : PHASE IV IV - 4 - 1
  • - A b a n d o n et réoccupation d e la c o n s t r u c t i o n D p. 112 IV - 4 - 2 - A b a n d o n d e la construction E p. 117 IV - 5 -1 - s é q u e n c e 1 IV - 5 - 1 - 1 - R e c o n s t r u c t i o n du bâtiment C bis p. 1 1 8 IV - 5 - 2 - s é q u e n c e 2 IV - 5 - 2 - 1
  • - R e c o n s t r u c t i o n du bâtiment D IV - 5 - 2 - 2 - R e c o n s t r u c t i o n du bâtiment E IV - 5 - 2 - 3 - Evolution a u s e i n d u bâtiment C bis p. 121 p. 1 2 3 p. 1 2 3 IV - 5 - 3 - s é q u e n c e 2b IV - 5 - 3 - 1 - Evolution a u s e i n du bâtiment C bis p. 1
  • 2 4 IV - 5 - 4 - s é q u e n c e 2c IV - 5 - 2 - 1 - Evolution a u s e i n du bâtiment C bis p. 1 2 4 IV - 6 - REPRISES DES BATIMENTS D et C : PHASE VI. IV - 6 -1 - s é q u e n c e 1 IV - 6 - 1 - 1 - R e p r i s e a u s e i n du bâtiment C bis IV - 6 - 1 - 2 - R e p r i s e
  • a u s e i n du bâtiment D p. 1 2 7 p. 1 2 7 IV - 6 - 2 - S é q u e n c e 2 IV - 6 - 2 - 1 - Réoccupation et a b a n d o n du bâtiment D p. 1 2 9 IV - 6 - 2 - 2 - A b a n d o n d e la construction E p. 1 3 6 IV.7 - SEPULTURE : PHASE VII p. 137 IV.8 - INTERPRETATION p. 1 3 9
  • p 150 V.1.2-INTERPRETATION Mise en évidence d'un cadre parcellaire p. 160 p. 1 6 0 Nature de l'activité Datation V.2 - DEVELOPPEMENT p. 160 p. 160 ARCHITECTURAL DE L'ILOT AU Ile ET llle SIECLES p. 161 V.2.1 - L E S DECOUVERTES p. 161 - AMENAGEMENT D'UNE M A Ç O N N E
  • R I E DANS LA PARTIE SUD Localisation p. 161 p. 161 -ENSEMBLE F - p. 1 6 3 Organisation Construction p. 1 6 3 p. 169 - ENSEMBLE G - p. 172 C O N S T R U C T I O N PRINCIPALE Organisation Construction S T R U C T U R E EN BOIS AU NORD p. 172 p. 1 7 2 p. 1 7 2 p. 179
RAP00104.pdf (QUIMPER (29). le Braden. le braden i. rapport de sauvetage programmé)
  • des Beaux Arts de Q u i m p e r a c o n s a c r é e n v i r o n 1 5 0 m2 a u x s e u l s v e s t i g e s du B r a d e n p a r le b i a i s de la p r é s e n t a t i o n du m a t é r i e l , de p h o t o g r a p h i e s et de plans, de m a q u e t t e s (deux c a b a n e s , 1 ' e n
  • QUIMPER LE BRADEN 1988 Q U I M P E R L E B R A D E N 19 8 8 Responsable: J.P. LE BIHAN 1 I) INTRODUCTION La p o u r s u i t e de la f o u i l l e de ce h a m e a u de la T è n e F i n a l e r e p r é s e n t e , en 1 9 8 8 , n o t r e p ô l e p r i n c i p a l d
  • ' i n t e r v e n t i o n sur la c o m m u n e de Q u i m p e r . U n s t a g e r é u n i t 30 f o u i l l e u r s du 30 j u i l l e t au 1er septembre tandis q u e le t r a i t e m e n t du m a t é r i e l et d e s p l a n s e s t a s s u r é en s e p t e m b r e - o c t o b r e
  • . 1°) P a r t i c i p a n t s et d i f f é r e n t s L'équipe d'encadrement et A . L E M E U R . concours: est c o m p o s é e de J . Y . R O B I C , C . FESARD Comme chaque année la f o u i l l e est f i n a n c é e par la S o u s D i r e c t i o n de l ' A r c h é o l o g
  • i e . La V i l l e de Quimper contribue à l ' h é b e r g e m e n t d e s s t a g i a i r e s et à l e u r a c c u e i l . Le D é p a r t e m e n t du F i n i s t è r e f i n a n c e d e u x m o i s de v a c a t i o n s . 2°) R e l a t i o n s p u b l i q u e s et d i f f u s i o
  • n d e s résultats: Depuis 1 9 8 6 il n ' e s t p l u s p o s s i b l e de r é a l i s e r d ' o p é r a t i o n portes ouvertes sur le site, pour des raisons de sécurité (espaces fouillés trop importants et abondance de fossés profonds). Cependant, la p r e s s e r é g i o n
  • a l e ( O u e s t - F r a n c e et Le T é l é g r a m m e ) f o n t l a r g e m e n t é c h o de l ' a v a n c e m e n t d e s t r a v a u x . L ' e x p o s i t i o n a r c h é o l o g i q u e " A u x O r i g i n e s de Q u i m p e r " , m o n t é e par nos s o i n s au M u s é e
  • s e m b l e du h a m e a u à ses d i f f é r e n t e s é t a p e s ) et de r e c o n s t i t u t i o n s ( s é p u l t u r e s d ' e n f a n t s , p a r o i de clayonnage, fragment de palissade à poteaux jointifs, s t r a t i g r a p h i e de f o s s é ) . Le s i t e du B r a d e
  • n est v i s i t é p a r les p a r t i c i p a n t s au X I I ème c o l l o q u e de l'A.F.E.A.F et alimente les textes de quatre c o m m u n i c a t i o n s synthét iques sur l'Arrnorique p r é s e n t é e s l o r s de ce c o n g r è s ( h a b i t a t s r u r a u x , b â t i m e
  • n t s , s é p u l t u r e s , m u t a t i o n s à la T è n e F i n a l e ) . E l l e s s e r o n t p u b l i é e s d a n s les a c t e s . 3°) O r g a n i s a t i o n a) L e s de Ici c a m p a g n e de fouille. objectifs: Il s ' a g i t de f o u i l l e r la b a n d e de t e
  • r r a i n d ' e n v i r o n 2 0 m du n o r d au sud et 8 0 m d ' e s t en o u e s t e n c o r e à la d i s p o s i t i o n d e s a r c h é o l o g u e s et c o m p r i s e e n t r e l ' e s p a c e n o r d d é j à é t u d i é et la r o c a d e sud de Q u i m p e r . P o u r d e s
  • r a i s o n s d ' a c c e s s i b i l i t é la z o n e est a t t a q u é e dès c e t t e a n n é e et le b u t de la c a m p a g n e 1 9 8 8 est de f o u i l l e r les f o s s é s gaulois périphériques T . 3 , T . 2 et T.l N I V E A U P R O F O N D . VI IF. D ' E N S E M B I
  • F 5 ainsi que le p r o l o n g e m e n t du fossé gallo-romain T.4.. Les espaces compris entre ces fossés sont naturellement étudiés. L ' a c h è v e m e n t de la fouille du petit bâtiment gallo-romain précoce découvert au s u d - o u e s t du s i t e en 1987 e s t é g a l e
  • m e n t envi s âgé. b) Les résultats: Le b u t p r o p o s é a é t é a t t e i n t , et m ê m e d é p a s s é c a r , c o m p t e t e n u de l ' é t a t du s i t e d a n s sa p a r t i e m é r i d i o n a l e , n o u s a v o n s dû l i m i t e r n o t r e r e c h e r c h e à u
  • n e b a n d e de t e r r a i n v a r i a n t de 17 à 12 m au lieu des 2 0 m e s c o m p t é s . E n e f f e t , l e s t r a v a u x de p e r c e m e n t de r o c a d e ont été plus destructeurs que nous ne l ' i m a g i n i o n s . L e d é c a p a g e d e s s o l s a v a i t , n
  • o t a m m e n t , a t t e i n t le sol v i e r g e , ne l a i s s a n t d e v i n e r q u e le f o n d d e s s t r u c t u r e s en c r e u x . En d é p i t de la p r o f o n d e u r d e s f o s s é s et de la q u a n t i t é de c é r a m i q u e plus élevée que celle des autres
  • c a m p a g n e s , ce s o n t p l u s de 7 0 0 m 2 q u i s o n t f o u i l l é s . II) L E S F O S S E S : 1°Le f o s s é T . 1 : Il s'agit du fossé gaulois intérieur de ceinture c o r r e s p o n d a n t au système à deux palissades concentriques de deuxième période de la v i e
  • du s i t e . Il e s t d é c o u v e r t s u r 16 m de longueur et sa reprise, par rapport à l'interruption c o n s t a t é e au n o r d lors des c a m p a g n e s p r é c é d e n t e s c o n f i r m e bien l'organisation du s y s t è m e et la p r é s e n c e d ' u n e e n t r é e
  • l a r g e de 6 m. C e t t e l a r g e u r c o r r e s p o n d à n o s o b s e r v a t i o n s a n t é r i e u r e s sur l'ouverture dans la p a l i s s a d e e x t é r i e u r e et sur l ' i n t e r r u p t i o n du f o s s é T . 3 . Il ne s e m b l e pas qu'il y ait eu de porte
  • s u f f i s a m m e n t m o n u m e n t a l e p o u r j u s t i f i e r la p r é s e n c e de t r o u s de p o t e a u x p a r t i c u l i e r s . C e l a ne s i g n i f i e p a s q u ' u n e f e r m e t u r e légère n'existait pas. L'allure g é n é r a l e et le p r o f i l du f
RAP00474.pdf (PLÉDRAN (22). le camp de Péran. rapport de fouille programmée)
  • ) ( F i g J9 n ° 310) . Le petit b â t i m e n t aux a n g l e s a r r o n d i s (2ad) est de peu p ost é r i e u r à 1 a c on s t r u c t i on du r emp art p r i n c i p a 1 : u n e c ouc h e (2au) q u i se colle a u r e m p a r t , p a s s e e n - d e s s o u s d e 1 a p r e rn i
  • r m e n e r à b i e ri c e t d e c o n s t r u c t i o n . Le c o f t r a g e a p e r m i s d e m o n t e r y e r t i c a I e rn e n t p ar eme n t e x t é r i e u r du remp ar t et la limite du g1aci s d'arg île. Le p ar eme n t e x t é r i e u r du r emp art e s t -Fait de
  • u r r e m p a r t principal La T è n e s o u s l ' a r g i l e de n i v e l l e m e n t du rempart 15 et -fosse de 16 1,- Sect i on 7 - Dé t a il p a r e m e n t e x t é ri eu r r emp art p r i n c ip a1 2 . - Se c t i on 7 - Mu e gé n é r a 1 e p ar eme n t e x t é r i e u
  • S ai ri t - G e rm ai n - e n - L a y e , le 25 n o y e m b r R A P P O R T SUR LES F O U I L L E S E X E C U T E E S EN 1987 AU CAMP DE PERAN PLEDRAN (22960) J e a n - P i erre N I C 0 LA RDOT * Willem H. WIMMERS Anne N . J A U B E R T *M u s é e d e s An t i qu i té s N a t
  • i o ri a 1 e s BP 30 ? 8130 S A I N T - G E R M A I N - e n - L A Y E C i r c on se r i p t i on de •=- An t ¡qui té =• de BRETAGNE » ' C . -T . LE R0UX D i r e c t e ur M . C L EM ENT D i r e c t e u r - A d ..i o i n t ( H i s t o i c e > Au t or i sa t i on nn
  • Programme : H 40 O ...» r c ' t î - I - V T t / . V . B y ? * ' ? .'y ^y^'^s RESUME : F O U I L L E S AU CAMP DE PERAN à F L E D R A N (Côtes du N o r d ) C omm une : F L E D R AN < 2 2 ? 6 0 > Lieu-dit : Camp de Péran C o o r d o n n é e s L a m b e r t : X = 221,750 Y = 97,150
  • 2 = L e s r e c h e r c h e s sur l'enceinte sub-circu1 aire dite "Camp de Péran" ont été r e p r i s e s en 1987 d a n s la zone Ouest du c a m p , sur les s t ru ct u r e s interne s d u r e m p a r t , le s v e s tige s a r c h ite c tu r a u x et 1 es s t r u c. t u r- e s à
  • 1 ' i n t ê rieur de 1 e n c e i n t e ai n s i q u e su r 1 e s s t r u c t u r e dé -f e n s i u e s e x t é r i e u r e s de ce m ê m e r emp ar t . L. e s t r a a u x e n s t r a t i g r a p h i e -fine c o n f i r m e n t e t c om p 1 è t e n 1 e s o b s e r m a t i o n
  • s f a i t e s p r- é cède mm e n t n o t amm e n t s u r 1 a c h r o n o 1 o g i e d c o n s t r u c t i o n s m é d i é v a 1 e s q u i s •' é c h e 1 o n n e n t , d a n s 1 é t a t a c t u e 1 d e r e c h e r- c h e s , s a n s c o n t i n u i t é d u X e a u XI I I e s . S o
  • u s - ..i a c e n t s a u c o n s t r u c t i o n s m é d i é v a l e s , de s f o s s é s et -f o s s e s c o n t e n a n t d e n om b r e u x •f r a grri e n t s d e c é r arn i q u e de La T è n e fi n a le ré v è 1 e n t une o c c u p a t i o n d u s i t e , à la -fin du D e
  • u x i è m e Age du F e r , sans r a p p o r t s a p p a r e n t s avec de 1'enceinte m é d i éy a i e . Cette o c c u p a t i on 1 " i mp1 ant a t i o n p r o t o h i s t o r- i q u e s e r é v è ) e a c t u e 1 1 e m e n t c omm e é ta n t plu s p r o c h e d u ha bi tat ou ve r
  • t que d"u n h a b i t a t f o r t i f i é . 1 .- ORGANI SATI ON DU C H A N T IER D a t e s de -fouilles : Pour la e n t r e p r i s au c o u r s P â q u e s du 1.1 au 30 Oc t obr e 1 987 . De s site p e r m e t t e n t de q u a t r i è m e armée de r e c h e r c h e s les
  • travaux ont été de 2 c a m p a g n e s c o n t i n u e s de f o u i l l e s , l'une à Avril , 1 •'autre à L"' automne du 12 S e p t e m b r e au 1er i n t e r v e n t i on s p on c t u e 1 1 e s e n c ou r s d "' an née su r t o t a1 i s e r plu s d e 6 s e m ai n e s d e t r ava u x
  • . M oye n s du c h an ti e r : S u b e n t i o ri A F AN : 250 0 0 F Personnels : M a n BEE K M a r g r i et U) E E S F' < F' a y s - B a s ) B ONNE F OY M a r i e - P i e r r e F'A RI S B R A N C H E Sylvie N A N T E S B R E G E R Ma u r i c e S A I N T - B R I E U C DA G0RN M
  • i c h ae1 P L E D RAN D JEL LAL H ay e t R ENN E S D O M A L A I N Pierre S A I N T - Ç R I E U C FREAL G u i l l a u m e R E I M S GIA U F F P ET P a u 1 a P L. E D R AN G R AI 0 UI S a 1 i me A RN AY -1 e - D U C G UI L L. ET T h i e r r y P L E D R AN HOUEIY Maur i c e F L E L
  • A N - 1 e ~ G r and J A U B E R T Anne M A R L Y - 1 e - R o i LE DUI GOU Anne T R E G U E U X L E GAL L S t é p h a n i e P L 0 UF R A G A N MA L L ET R 01T P h i l i p p e QUINT IN MAT HIE U E r i c S A I N T - B R I E U C r \ IC0LAR DOT C h a n t a1 SA BLE N I C 0 LA R DOT C o 1
  • e 11 e I SSY-1 es-Moui i n e a u x N I C 0 L A R D O T Je a n-Pi erre I S S Y - l e s - M o u1 i n e a u x T H O M A S T h i er ry P L E D RAN T R E H 0 R EL Je a r, -M i c h e 1 P L E D RAN UE RN EY A n t o i n e P A RI S kl I MM E R S U) i 1 1 e m S AI N T - C L 01J D Y A N D I
  • A Félix N A N T E R R E v a n Z 1.4 E D EN R o n a 1 d AM ST E R DAM < P a y s - B a s ) D "' a u t r e s p e r- s o n n e s s o n t v e n u e s s e j o i n d r e a u x t r av au x , te m p o r ai r e m e Le c h a n t i e r a été honoré d e s v i s i t e s de M M . M . C L E M E N T
  • , C . - T . LE R 0IJX , d e 1 a S o u s - D i r e c t i o n d e l'A r c h é o 1 o g i e , M . J . B R I A R D , Di r e cteu r d e Rec h e r c h e au C . N . R . S . e t d e M . M . LE G 0 F F I C , a r c hé o1o g u e dé p ar t eme ri t a 1 du F i n i s t è r e . CAM P D E F' E
  • RAN < P1 é d r a n , C Û t e s •- d u -N o r d ) . L. ''' e n c e i n t e t or t i f i é e dite Camp de F'é r an , dé t r u i te au d é b u t d u X e s i è c l e de n o t r e ère e t d a t a n t v r a i s e m b 1 a b 1 e tri e n t d u h a u t M o y en A g e , a t a i t 1 ' o b ..i
RAP00757.pdf (PLOUNEVEZ-MOEDEC (22). kergrec'h - an anigoz bras. rapport de fouille préventive)
  • ••CIRCONSCRIPTION BRETAGNE. •UH« Bibliothèque uircûnsenpmm 4es Antiquités Historiques n nECAPITUL'VTTJ HISXOPIQ'JE u® rapport DE. LOCALISATION Date d» e n v o i . . .mut. vtMmm Département Côtes-du-Nord Commune* PLOUNEVEZ-MOEDEC An Anigoz Bras - Kergrec'h Lieudit : du
  • cadastre I.G.N local N° de Site Cadastre .NP.r.d. C o o r d o n n é e s L a m b e r t ï. DATES N° 12 - 2 mai 1983 I n t e r v e n t i o n (début et fin) 1er au 31 mai A3 d'intervention. D.A.H.B. . Responsable Motif d'intervention SITE 1937 - C l , n° 94 169.800 A 113.200 g y
  • A u t o r i s a t i o n (n°, d a t e ) Années antérieures INTERVENTION ^ B* . effondrement Surface fouillée 30 m2 E s t i m a t i o n de l'étendue du gisement, 30 m2 N a t u r e du gisement, souterrain N a t u r e des d é c o u v e r t e s effectuées.... Périodes
  • chronologiques, Rapport scientifique..., remblais post-médiéval Age du Fer OBSERVATIONS CONTENU DU DOSSIER P l a n s et coupes 3 pages dactylographiées 5 plans et coupe P l a n c h e s et d e s s i n s . . . . , Photographies légendées, 5 photos légendées. Bibliothèque Circonsci
  • ipt'af dos AftiiqmiiJs H i i',m i q«s & Bi'iwAfiN£ ê M A l a s u i t e des travaux de remembrement de l a bo'urs d ' a v r i l 1983, une excavation est apparue dans un chamD nommé "an aniqoz bras", près du hameau de Kerqrec'h en Plounevez Moedec ( F i n i s t è r e ) . La Direction
  • des Antiquités H i s t o riques de Bretaqne, immédiatement informée par l a Préfecture des Côtes-du-Nord, e f f e c t u a i t une enquête puis une f o u i l l e de sauvetage de l a c a v i t é et de son environnement pendant l a semaine du 2 au 6 mai 1983 avec l e concours de
  • Melle I . Munsch, et MM. Le B o u t e i l l e r et F. Champaqne et l ' a c c o r d de M.O. Le Morvan, c u l t i v a t e u r . LOCALISATION : Département : F i n i s t è r e Commune : PLOUNEVEZ MOEDEC. L i e u - d i t : Kergrec'h Toponyme : "An Anigoz Bras" Cadastre, année 1937
  • : section C l , n° 94. Coordonnées Lambert : I Zone Nord : X = 169.800 ; Y = 1 1 3 . 2 0 0 . N° de s i t e : 2 2 . 3 . 3 6 . 2 2 8 . 0 0 2 . LA FOUILLE : Après une reconnaissance des l i e u x , nous constations que nous avions a f f a i r e à une s a l l e souterraine effondrée de 2,50
  • m de Ion sur 1,20 à 1,50 m de l a r g e , dont les deux t i e r s de l a hauteur é t a i t comblé par un remblais c o n s t i tué à sa base de terre noire et , pour l a p a r t i e haute du mont i c u l e , d'arène granitique jaune provenant de l'effondrement de l a voûte
  • . A l'Ouest de l a s a l l e , un passage é t a i t e n t i è r e ment obstrué par l a t e r r e noire. I l a p p a r a i s s a i t donc que nous étions vraisemblablement en présence d'un souterrain g a u l o i s comportant au moins une s a l l e (à l ' o r i g i n e de l a découverte
  • par l'effondrement de sa voûte) et un p u i t s d'accès s i t u é audelà du passage bouché. Le déroulement de l a f o u i l l e a donc eu l i e u s u i vant deux d i r e c t i o n s de recherche. D'une p a r t , l a s a l l e e f f o n drée f u t vidée et son relevé a i n s i que
  • sa couverture photog - phique e f f e c t u é s . D'autre p a r t , un sondage de surface de 4 m sur 2,50 m permit d ' é t u d i e r l a nature du comblement de t e r r e noire et l ' a s p e c t des s t r u c t u r e s s i t u é e s au-delà du passage vers 1'Ouest. 11
  • - LA_SALL_E_EFFONDREE. La f o u i l l e systématique du remblais a permis d'ob- server l e s d i f f é r e n t s niveaux de comblement de l a s a l l e . Tout d'abord, i l a été évacué l e cône d'effondrement de l a voûte constituée uniquement d'arène g r a n i t i q u e jaune vierge de tout m o b
  • i l i e r archéologique. Sous l'effondrement, un cône de remplissage composé de t e r r e noire formait un pendage partant de l a voûte du passage et f i n i s s a n t sur l e fond de l a s a l l e à l ' E s t . L'étude d é t a i l l é e de ce remplissage a l i v r é un
  • fragment de céramique commune à paroi f i n e , pâte beige et glaçure vert pâle mouchetée de facture post-médiévale. Aucun autre m o b i l i e r ne fut r e c u e i l l i au niveau du sol de l a s a l l e . Après déblaiement, l e relevé d é t a i l l é de l a s a l l e fut e f f e c t u
  • é . E l l e se présente comme une s a l l e r e c t a n g u l a i r e Est-Ouest dont l a moitié Ouest est plus l a r g e . Sa longueur t o t a l e est de 2,60 m et sa largeur est de 1 , 3 0 m et de 1,60 m à l ' E s t . La hauteur de l a s a l l e est de 1 m à l ' e x t r é m i t
  • é Est et de 1 , 5 5 m au passage. Ce dernier a une largeur de 1 , 3 0 m. Le sol se s i t u e à 62,14 m de l a surface. 11 i - LE_SQNDAGE_A_L:gyEST_Dy_PASSAGE. Un sondage de 4 m sur 2,50 m fut ouvert à l'Ouest du passage a f i n de savoir s i nous avions a f f a i r e à l
  • ' a c c è s du souterrain ou à une autre s a l l e située à l'Ouest et remblayée. Le t r a v a i l mené au niveau du sol (à une profondeur de 2,20 m) a révélé en f a i t l ' e x i s t e n c e d'un front de t a i l l e sans doute appartenant à une c a r r i è r e . Le sol é t a i t
  • recouvert de cendre et l a t a i l l e des charbons et leur s t r u c ture donnent l ' i m p r e s s i o n d'un t e r r a i n en f r i c h e que l ' o n a l i b é r é par le feu de l a végétation p a r a s i t e . Ensuite l'ensemble fut comblé avec de l a vidange de c a r r i è r e
  • (déblais d'ouverture des fronts de t a i l l e ) . Cette vidange de c a r r i è r e provient très certainement de l'ouverture de l a c a r r i è r e . Puis l o r s de son abandon, on y a reversé tous l e s déblais et déchets i s s u s de son e x p l o i t a t i o n . CONCLUSION
RAP00778.pdf (RANNÉE (35). forêt de la Guerche. la ligne Anne. rapport intermédiaire de fouille programmée 1991-1992)
  • " ' ' V ' > '"*""• R-*- • LÉGENDE • HEDO^i ^ ^ P R E F E C T U R E . + . LU«»a 0*»art «tSOUS-PREFECTURE + 4 LM l Ma t 4*a«ra«au O CHEF UEU OE CANTON « Commun* DE LES LA SITES FORET ARCHEOLOGIQUES DE LA GUERCHE Drouges Forges • Enceinte quadrangulaire pentagonale
  • Foret de La Guerche Ligne ANNE, RANNEE (Ille-et-Vilaine) Fouille p r o g r a m m é e bi-annuelle RAPPORT INTERMEDIAIRE 1 9 9 1 m BORDEREAU RECAPITULATIF CIRCONSCRIPTION HISTORIQUE RAPPORT DE FOUILLE PROGRAMMEE SAUVETAGE PROGRAMME /X / / / SAUVETAGE URGENT SONDAGE
  • antérieures d'intervention NTERVENTION 325 Alt. 1 1 0 m I594 du 2 6 / 0 4 / 1 9 9 1 du 5 au 28 août 1 9 9 1 1 9 8 8 - 1989 - 1 9 9 0 MEURET J e a n Claude Motif d'intervention lô-e année de p r o g r a m m e bi-annuel 456 m2 + 7 * 8 m3 de silo Nature du gisement Nature des
  • découvertes effectueées Périodes chronologiques ONTENU DU DOSSIER Ay Bv Responsable Surface fouillée Estimation de 1'étendue du gisement ;ITE 335 Rapport scientifique ... Plans et coupes Planches et dessins Photographies légendées au moins (5 h a Site complexe de type f e r m e
  • gauloise indigène : -enceinte q u a d r i l a t é r a l e occupée à la Tène finale et a u début de l ' A n t i q u i t é . -enceinte p o l y g o n a l e o c c u p é e à la Tène finale 1 0 et 4 3 16 Arrondissements Cantons et Communes D'ILLE-ET-V1LAINE H Ì ! • \ ("•"-•
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  • + Site — V o i e gallo-romain antique Eq *. 'CîaV^ C h a n t i e r I — ' - - - (J.C.Meuret) m |\ v% 't CONTEXTE ARCHEOLOGIQUE de l ' e n c e i n t e gauloise de la L I G N E ANNE L i e u de la d é c o u v e r t e • a du t r é s o r IEql1 Enceinte — double
  • quadrangulaire |Ëpl Enceinte polygonale L Ce- T e r t r e s Chantier II (h-0,50m) ? 140m Chantier III (A.Villard) I - LE DECAPAGE MEURET) D A N S L A P E T I T E E N C E I N T E (Dl) (Jean-Claude II a consisté d a n s u n e extension d e la fouille d e 1990, s u r u n e
  • surface d e 216m2 (ce qui porte la surface d e ce d é c a p a g e à 3 7 8 m 2 ) . Celle-ci a été p r é c é d é e d'un d é c a p a g e à l'engin et a consisté en u n e fouille manuelle d e la c o u c h e "archéologique" d'environ 0,20m d o n t le n i v e a u a p u être déterminé lors d
  • e s c a m p a g n e s p r é c é d e n t e s ; elle a été suivie d ' u n e vérification d e 0,40m à la pelleteuse, toujours selon la m é t h o d e mise a u point l'an p a s s é , afin d e tenter d e mettre e n é v i d e n c e d e s structures plus p r o f o n d e s invisibles à u
  • n moindre n i v e a u . L e s d é c o u v e r t e s d e cette a n n é e sont constituées p a r les trous d e poteaux, les fosses et la c é r a m i q u e . 1 - T r o u s d e poteaux L a fouille manuelle a livré d e s trous calés a v e c d e u x o u trois n i v e a u x d e petits
  • blocs d e g r è s : d e u x e s p a c é s d e 0,50m s e u l e m e n t , à cheval s u r les carrés D et C 1991 (diamètres d e 0,15m et 0,10m), certainement liés l'un à l'autre e n raison d e leur proximité, ainsi q u e d e l'identité d e leur p r o f o n d e u r ; et u n autre isolé e
  • n J 1991 (diamètre d e 0,20m). L a vérification à. la pelleteuse a révélé : - trois trous n o n calés e n A 1991, e s p a c é s d ' u n m è t r e , a v e c u n f o n d a u m ê m e n i v e a u (diamètres : 0,13m et 0,19m). - trois trous, d o n t u n s e u l e m e n t a v e c
  • calage, en K , P et V 1991, a y a n t e u x aussi le f o n d a u m ê m e n i v e a u (diamètres voisins d e 0,10m). L ' e n s e m b l e d e ces p o t e a u x p r é s e n t e u n e section voisine d u cercle, u n diamètre situé entre 0,10m et 0,20m. Ils n'étaient p a s tous calés, mais
  • s o u v e n t plantés, t e c h n i q u e suffisante e n raison d e la compacité d u limon argileux, et c e r t a i n e m e n t pratiquée à la saison h u m i d e ; seule la vérification à la pelleteuse a permis d ' o b s e r v e r leur remplissage p r o f o n d , l é g è r e m e n
RAP00475.pdf (PLÉDRAN (22). le camp de Péran. rapport de fouille programmée)
  • d' arg i 1 e qu i s7 appu i e sur 1e paremen t e x t é r i e u r d ' u n r e m p a r t a l l i a n t la p i e r r e et le bois» A l ' i n t é r i e u r d e l'enceinte, se développant à proximité du parement intérieur du r emp art, les fouilles ont r é v é l é la pré sen c e d'un
  • . R . S . (Haut. M o y e n - A g e ) Musée des Arts et - M. J.M. RESEZ Traditions Pr of e s s e u r Populaires entretenues des Direction des Antiquités de Bretagne - M. C.-T. LE ROUX Directeur - M . F'» T H O L L A R D D i r e c t e u r - A d j a i n t - M . F . F I C
  • Saint-Germain-en-Laye* l e 5 clk:ernbre * RAPPORT r SUR LES FQUILLES E2iIGUIii§_iN_i2ii-fiy_QAMP_33Ei_PEBÖ!i! PLIBBAN.„1229601 Jean-Fierrs NICOLARDOT C h a r g e d e Rec:her c h e a u C . N . R „ S . M u s & e d e s A n t i q u i t
  • SAINT-GERMAIN-en-LAYE W.-H WIMMERS E . H . E . S . S . (Haut Moyen-Age) A u t o r i s a t i an n ° 12 6 d u 6 m a i 19 8 8 Programme? : H 40 1988 RESUME s (Côtes du Commune ; PLEDRAN (22960) L i eu-d i t ; Camp de P éra n Coordonnées Lambert s X = 221,750 Y " 97,150 Word
  • ) Z = 159,98 m ( b o r n e E3) Les r e c h e r c h e s sur l'enceinte s u b - c i r c u l a i r e dite "Camp de F'éran" ont. é t é r e p r i s e s en 1988, en continuité avec les travaux d u c a fît p , 1 e 1 a n g cl u p a r e m e ri t a nt ér i eur s, dan s 1 a zan e m éd i
  • ane 0 ue st i nt ér i eur du rempart pr i nc i pa 1 „ Les recherches ont m i s au j our de s c o n s t r u c t i o n s 1 é g è r e s m é d i é v a 1 e s , c o m p o s é e s d e b o i s e t. d e c 1 a y o n n a g e s d ' a r" g i 1 e , d étru i tes au cours de 1 ' i n c: e n d i e
  • qui provoqu a 1 ' e-f f o n d r e m e n t du rempart au Xe s. de notre ère. Dans ces c o n s t r u c t i o n s et à p r o x i m i t é , a été d é c o u v e r t un i m p o r t a n t mobilier métallique pr inc i pa1emen t en f er et p1us ex c ep t i o n n e 1 1 e m e n t en b r o n z
  • e , c o m p r e n a n t. d e s a r m e s ( 1 an ces, ép ée ) et d es ustens i1 es et outils d'usage domestique (chaudron, bassin, pioche) ainsi que de ri o m b r e u x v e s t i g e s v é g é t a u x ( b o i s , g r a i n ) » 5 1 » ~ RAPPEL_DES_R£§yLIAI§_DES_REÇH£BÇd Les
  • recherches menées depuis 1983 sur le Camp de Péran p e r m e 11. e n t m a in tenant de date r du Xe s i èc 1 e de notre ère 1a c o n s t r u c t i o n et la destruction de cette enceinte implantée sur une hauteur dominant la baie d ' Yf f i ni a c . De tracé sub-circulaire (diamètres
  • = 140 m et 120 m) le système défensif se compose, de 7 ev ée de terr e ' e x t. é r i e u r v s r s i nt ér i eur, d u n grand f é, d ' u n e s u r l a q u e l l e il n ' a p a s é t é r e l e v é d e t r a c e d e p a l i s s a d e , d ' u n grand •f a s s é e n V, d * un g 1 aci s
  • e s ér ie de f osses r e c o u v e r t e s en partie par un petit b â t i m e n t aux angles arrondis, c o n s t r u i t en p i e r r e s liées par de l'argile. Cette construction est c o n t e m p o r a i n e d e l a v i o 1 e n t e d e s t r u c t i o n d e 1 ' e n c. e i n t e
  • p a r 3. e f e u q u i a provoqué le phénomène de vitrification que l'on observe sur l'ensemble du périmètre de l'enceinte. Dans ce secteur, étudié ju squ ' en 1987, 1 es d éco uver tes de mo b i1i ers a r c h é o 1 o g i q u e s o n t. é t é p e u n o m b r e u s e s . 0 n p e u
  • t c e p e n d a n t r a p p e 1 e r 1 a d é c: o u v e r t e i mpartant e, d a n s un mur (Nord-Sud p a r a l l è l e au p a r e m e n t intérieur du r e m p a r t ) de p i e r r e 1 i é e d ' a r g i 3. e , d ' u n d e n i e r d ' a r g e n t. d e S a i n t - P i e r r e d e Y0R
  • K, i d e n t i f i é p a r J . D U P L E S S I S - C a b i n e t d e s M é d a i 1 1 e s d e la B i b 1 i o t h è q u e Nati onale de PARIS (NICQLARDOT J„~P., JAUBERT A.N., W.H. WIMMERS, 1987) frappé entre 905 et 925 de notre ère (pl. 6 P l a n et. coupe section 2 avec situation
  • du denier d'argent Xe s.) (pl.19, dessin du denier d'argent d'après P.-R. GIOT et J. DUPLESSIS). Dès cette première année de recherches en 1983, n o u s avions des indices pour destruct i on du camp au Xe s. , a 1 ors que 1 e s i t. e ava i t d ater 1 a t o u j o u r s été
  • considéré comme d'époque r o m a i n e (travaux du siècle dernier publiés dès 1 3 4 6 - GESL.1N de BOURGOGNE J. (1846) N o t e sur 1 'enceinte de Péran, Annales de l a . Soçi.ét é _ „ A r ç h é g l o g i g u e et b i § t g r i g u e _ d e s _ Ç â t e s _ d u _ N g r d , n°IV, 1 8 4 6 , p
  • . 2 9 - 4 3 ) o u d e l ' A g e d u F e r ( W H Ë Ë L E R M. , R I C H A R D S O N K.M'. ( 1 9 5 7 ) H i 1 1 - F o r t s of N o r t h e r n France, C om m i 11 ee o f t h e S o c i. e t y o f A n t i q u a r i e s of R eports of the Research London, XIX, 1957, p.112) (GIOT P . - R
  • . in G I O T P . - R „ , B R I A R D J , PAPE L» ( 1 9 7 9 ) Protohistoire de la Bretagne, Ouest-France Université, 1979, p.285). 1 1 1 dss Dès 1a deuxi ème année de r ec her c h e s , en 1 9 8 4 , 1es datations 14C effectuées par Mme G. DELIBRIAS sur la couche d'incendie (GIF
  • 6226 GIF 6434 GIF 6435) et la datation archéomagnétique obtenue par L. LANGOUET de l'Université de RENNES s u r 3. e s r o c h e s v i t r i f i é es; d u r e m p a r t c o n -f i r m a i e n t. 3. ' e x i s t e n c e des rapports possibles entre l'enceinte de Péran et les
  • événements h i s t o r i q u e s q u i m a r q u. è r e n t 1 ' Armor i que au c o u r s cl u X e s. de notr e èr e. D a t a t i g n s._ a r c h é g m é t r i. g u e s __ d u _ Ç a m g __ d e _ P é r a n s D a t â t igns__J,4__C ( G ^ D E L X B R IAS). GIF 6226 table de (F't. 5 1 ) s
RAP04063 (Séné (56). Complexe industriel proto-historique Vénète. Campagne de fouille 1963 )
  • a' rrêtent ; fe s tr 40 e pierras a Iln 8 poct la z An t n ité de ils teur, f i t ui te u.r 1 P ffi nt ur la tr 0.11 re , nt 8. Cl s nt art !féreats xpli ite uvalee ql.l ité dé rai s nt urt ut qasrtzique ' un une es de ari)ti n Cl la sique , en tr ne ' une
  • ' e s sous l e n à. a u et e • os l e [ u t ér i a n,·, oe c rùp lexe i 0 : une de S~ D~ e "four a llo-r o[~in us trle l rot -iti st rique e st situé rbiaan) , a u lie u-ài t , u tériaa. Sea oe r en n ' e dt~ta t u 1/50 000° , f e uill e Vanne r ap.i gue s s nt. sur l
  • a oarte Cl aj r n u.veau oa rr yale e ur ep ée n:N - 3 52,72- 52. 73 . N- " 5,19-5.20. 9ur le pl n 08 fl strs l 534 & e S' né, il s t 'ten approxima tive e nt sur l e s paroe lles 530,531 535e l a seotien G. La . a Je ure partie l a par oelle531. apparte nant bien v ulu n us
  • a utor iaer e oe Breton, o. r. L pratiquer l.iplexe se situe sur 0 r9a nt Tannes, qui a e s f uill e s sur sen t e rrain; qU 'il e n s it ioi vive ent remerai'. Les installatio ns 4e oe compl exe pe e .. 'une pet! te f al ise ietr is tr~s tien Cénér l e .De8ori,eti fi il
  • e~ r ar e e nt atteint pa r -N., vue nt ont le piet s uj urire o- es f urs • ia à j a.r cinq fosses appartenant a ux 't ritiqua. 0 nstitué e "oep si ti n, alla nt · ,.. a ja.sqll ' à la forma- ti n .'a r iles j a unes e t vertes; te rre végét le a Ci de , pl elne
  • oenti mèt r e s au b r • - S •• Une 'l's ste enoei nte r e ota n- treis types; elles sont ore usé e s t a ns un terr ai n ivers sta e s lon,~ upe Le s éb uleme nt s à.e l a f al aise e anaiss e e tr is t J e tr.s f rte s marée s. La te ent suite à l a zône {~sses ~tres
  • êtres i.e Il ut e nTir.n, e l a f al a ise e st ulaiee f iot i nsist ent en !. ars a n f sses sur un peu plus te vi ngt d11fé r e nt8,s'~tn( a nt 'kai n' e st que 0 a~ tessus se tr Ilve une c e raoine s uv~rt ur e de ' ajonos, mes ura nt une trentaine e 'épaisse llr en
  • IA.,ve nne. Les fosse s extr me s, nO l &; 5, sent;du tri a n Illaire; l e llr pr f niel1r e st l térales e st de I m40 âme tape : elles eont te seotion e 1 25 environ; l'é Qartement tes f a oes l a partie sa.péri ellre. l e terrain a été tr~s rom nié p~r es lissenent
  • s i ' p rtants premi re vars le .- if. , . J, u nive Œ de la f sae no 1(1 ren ant quasi i r.ap s ib1e 1 t êtu e de cet.e fosse , ~ e ce pre ier tape serb fait unique lent sur la f sse 00 5, an n 1 t etQde tnnt au passa e la Une ceue a quelqQes 'fférences ftctre oes deux
  • fOL~S. ' argile ruaI cuita 'se tr uve à. 1 xt 'ri eur pr prement dit , est c nstitué de briques de q~ de osté , mesurant envir n 40 c; e ln . et 8 e l ' appareil e otio n carrée , e bri que plates e 5 s e 5 c S / e 1 n ' épais eur , sur 40 tr IlVS nt 1 e
  • plaquettes théz !dales 1 n ueur et de 600s le 'V base et 8 cma de se l:à.alee , et f nt saill e v~rs le f ur seotion c rr'e de 2, 5cm l ' lntérle!ilr e c rbesQX rep ~é lé ent e es t rti11 n • Iss • ernier ser~mtétll e brique aura, r-eueot arr • une 'paisseur de Z' cr
  • • Oes arran e enta li i te nt omogène le quatrièl.ûe . ur une u f ur. es éta es au nombre de six. Le ma.tériel recueilli n' est pas 88 e f an aut : l'êta e le plus inférieur n' eux été es su. - jaca nts, es au ets éta es en n es tortill n se i-circuJ.aire et de tees
  • ns e ans l ' appareil . entre 'des pla- r selèrement rectan !11aires. à un ê et 85 cms ran e base . c 11e -oi éta briquettes d e 8 u s envi ron. 3ur ces a rtes 24 X 1 d.eux e briqua e.2 omS d.' épaisseur, 20 e 18 oms de 1 n • s nt prises trpe~ n ueur plate petit
  • ~ p ut. De plaoe en place de e c"'té,et l aux t,vpe partie supérieure , l ' appareil est beaucoup plus soi n'; il es consti tu' qu'ette a large . Ca à. la partie inféri81lre du f ut; ""ertai nes f nt sailli, à l ' inté- rieu.r. ver et 10 0 i· ans le f ur livré qU,t
  • et des au et: rnsts, enfin le e va e s en p terie brune 'u noire , qlli iés plas ::: in . i.,our nnant le tout, es éléments de c uverture oonsti tués par des briques cintrées. bord convexe vers l ' extéerieur, inti. me ent soudé' de l 'ur gile mal'cuite . le bord cov xe
  • intérieur présentant une cu. deux . or e s ' eo a er s mi - cirou1aires, dans lee-quelles ser.lblent es plaques de mie cistes plus u ID POUy ir ios rugies par le feu . " e c !!pl ètaIJ.ent brulées , et Illt ée s par des f r a Voir cuit e la résent ant Iln va ue pr fi l de
  • rnière 0 euxi .... e f sse, t ujours en part nt d ' s il e~ deyseoti fi t r.apéz l'dale , ' un - fi a inf r me e bri que e f e r e nTe u 'N'-N • • , e s t un e f sse a n f r e e surant Im 80 f ndeur. i:llle ne s emble pa s divis' e e n plie, u enta Gie terre e large
  • et 0 80 e pro- iffére nts éta e s. Elle e st re - br is ' es et a m rce a llx d 'areile ris tre ai snt subi un aébut de oui es n . Les éléJ'ile ntl! de f ermeture s nt lient ques à ceux pr 'cé em ent oili nires éorits. Il a été trouvé e ~~; te rre oui te e 6 oms de l.n
  • ans oe tt e fosse quatr et de Zo 5 orna r asi r ement f ct nnés h la maIn, év séa en trI pette à une t ré i té s, a na logue s à e e iam t re p e leurs ex- bj e ts i entiques t r u? és à Préf illes _ s 1 e t aux Re -Ri l ls. En fI n, l e s 3° & 4 G f s se s, leur~éi
  • verticales . Là enc.re , l e ,sistèma es f sses pré cé ente s. Les que à oelui s ont nettement plu s fon e ur ne nt il ne persiste qu 'ube infime )artie , .nt ID f ss e s imensl.ns e ste s; leur largeur est ép s e pas 0 40 ,e même que le e o tve rture semble i enti t Om50 i éc
RAP00398.pdf (SAINT-MALO (35). la cité d'Alet, rapport de sondage)
  • SAINT MALO ¿0* et LE CENTRE REGIONAL ARCHEOLOGIQUE D'ALET présentent LES FOUILLES D'ALET 1973 Texte rédigé par Loïc LANGOUET Directeur des Chantiers. LES FOUILLES D'ALET 1973 Présentation F o u i I l e du CASTELLUM I Il III IV V Fouille I Il III - B u t des s o n d a g e
  • s Mesure de l a Résistivîté du s o l P l a n de f o u i l l e Résultats d e s s o n d a g e s Conclusions s o u s l a Cathédrale du Xéme siècle - B u t des s o n d a g e s - P l a n de f o u i I l e - Résultats dans l e s différentes e x c a v a t i o n s Excavation I " 2 " 3
  • " 5-40E " 4 NS " 6 " 7 " 8 " 9 e t 10 IV - C o n c l u s i o n s Sondage dans l a p a r c e l l e Planches I à XXXXXIII P h o t o g r a p h i e s N°l à N°I7. 127 d Présentation En v u e de f o u i l l e s e x h a u s t i v e s dans l e s années p r o c h a i n e s
  • , conformément à un p l a n arrêté en I972 , deux s i t e s o n t été p r i n c i p a l e m e n t sondés d u r a n t deux campagnes q u i se s o n t déroulées , l'une , du 12 au 20 A v r i l , l ' a u t r e du 30 J u i l l e t au 18 Août . D'une p a r t l e C a s t e l l u m du Bas Empire , d
  • ' a u t r e p a r t d i v e r s édifices de l'époque g a l l o - r o m a i n e e t du Haut Moyen Age , situés sous l a Cathédrale du Xéme siècle , o n t été a i n s i p a r t i e l l e m e n t fouillés avec des rés u l t a t s très p o s i t i f s dans l'immédiat e t très p r o m e t
  • t e u r s pour l ' a v e n i r . On d o i t p a r t i e l l e m e n t a t t r i b u e r l e s bons résultats o b t e n u s ai c o n d i t i o n s dans l e s q u e l l e s l e s f o u i l l e s se s o n t déroulées. Nous a d r e s s o n s de sincères r e m e r c i e m e n t s à M
  • o n s i e u r René SANQUER , P r o f e s s e u r à l'Université de B r e t a g n e O c c i d e n t a l e , D i r e c t e u r de l a C i r c o n s c r i p t i o n des Antiquités H i s t o r i q u e s de B r e t a g n e , q u i a notamment facilité l e s c o n d i t i o n s
  • matérielles e t q u i a c c o r d e un intérêt très v i f à nos t r a v a u x . De p l u s l e s S e r v i c e s T e c h n i q u e s de l a V i l l e de SAINT MALO nous o n t aidé p a r l e prêt d'un i m p o r t a n t matériel de térassement e t p a r l'aménagement d'un L a b o r a t o i r
  • e près du C h a n t i e r . Nous r e m e r c i o n s beaucoup M o n s i e u r Marcel PLANCHET , M a i r e de SAINT MALO , C o n s e i l l e r Général , pour t o u t e l ' a i d e q u ' i l nous a p p o r t e avec t o u t e l a Municipalité e t l e s S e r v i c e s M u n i c i p
  • a u x . On d o i t a u s s i r e m e r c i e r M o n s i e u r Dan LAILLER , C o n s e r v a t e u r des Musées de SAINT MALO , q u i a facilité n o t r e tâche , a l l a n t jusqu'à m e t t r e à n o t r e d i s p o s i t i o n , à t i t r e t r a n s i t o i r e , un l o c a l à
  • l'intérieur de l a maison du g a r d i e n du Musée des C a p - H o r n i e r s à Sol i d o r . L ' e x i s t e n c e d'un L a b o r a t o i r e s u r l e s i t e même , à proximité immédiate des f o u i l l e s , rendue p o s s i b l e p a r l ' a t t r i b u t i o n d'un l o c a l de c e
  • n t m è t r e s carrés au Groupe de Recherche p a r l a V i l l e de SAINT MALO , a p e r m i s d'exp l o i t e r très r a p i d e m e n t l e s découvertes , c ' e s t à d i r e de l e s i n v e n t o r i e r après n e t t o y a g e , de l e s t r a i t e r , de l e s d e s s i
  • n e r e t de l e s e x p e r t i s e r . Les f o u i M e u r s o n t été , en général , p o l y v a l e n t s , t r a v a i l l a n t au s e i n d'une équipe chargée d'une e x c a v a t i o n b i e n définie e t se c o n s a c r a n t a u s s i b i e n à l a f o u i l l e elle
  • -même qu'au t r a v a i l consécutif d ' e x p l o i t a t i o n , s i e n r i c h i s s a n t pour l e s s t a g i a i r e s . Le présent r a p p o r t résulte d'un t r a v a i l c o l l e c t i f e t i l e s t t o u t n a t u r e l d'y a s s o c i e r t o u s l e s f o u i M e u r
  • s ou c h e r c h e u r s q u i y o n t apporté leur c o n t r i b u t i o n : VINCENT Carole Jean VINCENT Arme 11e JOSSEAUME Gui Ilaume LANGLAIS LORET Marie-Thérèse SALMON Jean-Paul Catherine MAGNAN VINCENT Charline Dominique RUELLAN TugduaI DUBREUIL PRUVOST Phi I i p p e LERIDON
  • Evelyn Yves Pascal Françoise Reynald LenaTek Nadia Ann i e Brigitte Bernard Laurence Louis André Bruno Jacques Yves Cyri 1 Françoise BlDORFF DELEPINE SOYER SAUTS BRUN COTTAN ALEMBERT BARDEL VALAIN SALMON CHAPPEE LE TRAON BERN 1 ER POIRIER LEVOT RAULT BEAUMONT Bruno Jean Elysabeth
  • Catherine Marguerite Brigitte Jean P i e r r e Evelyn Serge Catherine Marie-Flore Gl Idas Claud ine Made l e i n e Eric Chantal Nos sincères remerciements s'adressent aussi aux spécialistes pour l e s e x p e r t i s e s très e n r i c h i s s a n t e s q u ' i l s o n t bien v o u l u
  • nous réaliser : Monsieur MITARD , pour l a céramique d'Argonne , Monsieur HOFMANN , pour l a p o t e r i e sigillée , Monsieur COLBERT DE BEAULIEU , pour l e s monnaies g a u l o i s e s , Monsieur POMEY , pour l e n a v i r e - j o u e t , Monsieur GIOT pour l a céramique g a u l o
  • i s e , Monsieur BOURHIS , pour l ' a n a l y s e de bronze Le présent r a p p o r t c o n s t i t u e une première présentation des d i v e r s e s découvertes ; des études e t des rapprochements avec d'autres s i t e s r e s t e n t à f a i r e . I l e s t s o u h a i t a b l e
  • que c e t t e présentation sous forme de f a s c i c u l e f a c i l i t e ces comparaisons e t études e t s e r v e de s u p p o r t à des échanges f r u c t u e u x . Les planches de d e s s i n e t l e s p l a n s p o r t e n t l e s i n i t i a l e s des f o u i M e u r s q u i
RAP01533.pdf (RENNES (35). 2 rue Jean Macé. rapport de diagnostic)
  • communication exclut, pour ses bénéficiaires ou pour les tiers, la possibilité de reproduire, de diffuser ou d'utiliser à des fins commerciales les documents communiqués ( loi n° 78-753 du 17 juillet 1978, art. 10). Le non respect de ces règles constitue un délit de contre-façon puni par
  • l'article 425 du Code pénal. FICHE SIGNALETIQUE L O C A L I S A T I O N DE L ' O P E R A T I O N SITE N ° 35.238.086 1968 y1 : Rennes BD309a Section(s) et parcelle(s) : Coordonnées Lambert Zone : X1 : COMMUNE: 2, rue Jean Macé L i e u - d i t ou a d r e s s e : Année
  • cadastre : llle-et-Vilaine Département: Altitude : X2: 301,500 1054 X3 : y2 : yS: I D E N T I T E DE L ' O P E R A T I O N Autorisation n ° : 1998 / 077 TITULAIRE (nom et prénom) : 10/07/98 Nature:(J^ SP Organisme de rattachement :. SU A.F.A.N. Protection j u r i d i q
  • u e : projet immobilier Motif de l'opération : Arch'Immobilier Maître d'ouvrage : au BÉGUIN Frédérick Arch'Immobilier Propriétaire du terrain : Contraintes techniques particulières : Surface fouillée : 29/06 Valable du : Présence du bâti, d'allées et préservation des
  • arbres m2 75 59078,32 F Coût global de l'opération : Surface estimée du site : m2 650 (dans la ou les parcelles concernéespar l'opération) Emprise menacée entièrement f o u i l l é e : Fouille menée jusqu'au substrat : C o ^ OUI NON ( n ^ Sinon, altitude du f o n d de f o u
  • i l l e : RESULTATS SCIENTIFIQUES MOTS C L E S : (3 A 5 par rubrique) Chronologie : Moderne, Vestiges immobiliers ; contemporain quelques structures fossoyées céramique Vestiges mobiliers : COMMENTAIRES: LIEU DE DEPOT : du mobilier : Base Rennes des fonds documentaires
  • : SRA Bretagne N ° des 10 à 20 diapo. les plus représentatives (fouille et mobilier) : R E F E R E N C E S B I B L I O G R A P H I Q U E S DU D F S ANNÉE: 1998 AUTEUR (nom, prénom) : SIMON Laure CqLLABORATEUR(s): TITRE: Sous-titre: BÉGUIN Frédérick RENNES (ILLE-ET-VILAINE) 2
  • ,rue Jean Macé Nombre de v o l u m e s : 1 Nombre de pages : 1 7 Nbfig: 9 Nb p l a n c h e s : 5 Sommaire Fiche signalétique I: Générique II: de l'opération p2 Introduction 2.1.: Cadre de l'intervention 2.2.: Méthodologie de l'intervention. III: Résultats 3.1.: La
  • e t t i t u l a i r e de l ' a u t o r i s a t i o n Frédérick BEGUIN (AFAN, Assistant d'Etudes). de fouille: Equipe de d i a g n o s t i c : Laure SIMON (AFAN, Assistante d'Etudes) Gilles Feuillet (AFAN, Technicien) Relevés de t e r r a i n : Laure Simon et Frédérick Béguin
  • . Mise au n e t de la d o c u m e n t a t i o n g r a p h i q u e : Laure Simon. P h o t o g r a p h i e : Frédérick Béguin. Service l'Archéologie de Bretagne, DRAC, Région Bretagne. Suivi scientifique et administratif: Régional de Michel VAGINAY, Conservateur Régional de
  • construction d'un ensemble immobilier situé dans le c e n t r e de la ville de Rennes (parcelle 3 0 9 , section BD du cadastre de 1 9 6 8 ) . Cette intervention é t a i t motivée par deux raisons. En p r e m i e r lieu, la proximité de vestiges de la ville antique, a t t e s t é s au cours
  • de la fouille de la Place Hoche exécutée en 1 9 9 4 (cf.fig.1). En dernier lieu, le fait que le projet d'Arch'Immobilier prévoit l'excavation de la parcelle pour la construction de garages souterrains, ce qui risquait de p o r t e r a t t e i n t e à d'éventuels vestiges
  • . L'opération de reconnaissance archéologique a é t é e f f e c t u é e par une équipe de t r o i s a r c h é o l o g u e s de l ' A s s o c i a t i o n p o u r les F o u i l l e s Archéologiques Nationales. Le b u d g e t de c e t t e dernière, e n t i è r e m e n t alloué par l'aménageur
  • , était d'un montant global de 59 0 7 8 , 3 2 F TTC. 2.2 : Méthodologie de l'intervention. L'intervention, d'une durée de cinq jours, se décomposait en deux phases. La p r e m i è r e , d ' u n e d u r é e d e d e u x j o u r s , comprenait essentiellement des travaux mécaniques, e f f
  • e c t u é s à la mini-pelle de 3,5 T dotée d'un godet lisse de curage d'une largeur de 1,20 m. L'autre phase, manuelle pour sa part, c o m p r e n a i t des t r a v a u x de n e t t o y a g e , d'étude et de relevés des sondages. Les quatre tranchées ont été effectuées dans le
  • jardin de l'immeuble, ce dernier é t a n t encore existant lors des travaux ( c f . f i g . 2 ) . La parcelle ainsi sondée o c c u p e une superficie d ' e n v i r o n 6 5 0 m 2 . T o u t e f o i s , la surface d ' i n t e r v e n t i o n é t a i t encore r é d u i t e du f a i t de
  • la p r é s e n c e d'arbres devant être préservés, ainsi que par la nécessité du maintien en fonction des allées de circulation préexistantes. Deux v i g n e t t e s principales (T1 et T 2 ) o n t é t é pratiquées de p a r t e t d'autre du terrain (cf.fig.3). Par ailleurs, deux
  • tranchées de moindre dimension o n t é t é e f f e c t u é e s afin de sonder les p a r t i e s accessibles s i t u é e s dans des s e c t e u r s distincts de ceux concernés par les v i g n e t t e s précédemment citées. Le s u b s t r a t géologique a été a t t e i n t dans l'ensemble
  • des t r a n c h é e s ouvertes. Fig. 3 : Implantation des sondages sur la parcelle BD 309 T1 iiill ,—A i 45,81 m —B 45,49 m F1 0 m Ech.1/80 80 cm Plan d'ensemble de la tranchée T1 ; A B 1 1 2 1 46,30 m - 4 i \ FA^ 1 Fig. 4 : Tranchée T1 1 1 : terre
  • °1. Cette tranchée, de forme trapézoïdale est située à l ' e x t r é m i t é est de la parcelle. Elle couvre une surface d'environ 37 m2. le décapage a été effectué jusqu'au substrat géologique sur l'ensemble de la v i g n e t t e . Ce dernier affleure à une altitude moyenne de 4
RAP01350.pdf (LANGON (35). la chapelle Sainte-Agathe. rapport de prospection thématique)
  • , maison de Vénus à la Coquille. Exemple d'un schéma où la déesse est accompagnée de petits Amours. e Sainte Agathe Fig.21 Partie gauche du cul-de-four où subsistent trois états superposés de décor, dont une inscription peinte, en cours d' analyse, (cl. A. Barbet 81/41/1) Fig.22
  • , au pied de la Butte de Cojou, du côté de Nord. 1.3. Langon et ses divers monuments. 2. ARCHIVES DÉPARTEMENTALES D' ILLE-ET-VDLAINE 2.1. Série E : Archives des communes, dossiers administratifs déposés aux Archives Départementales 2.1.1. Détail du contenu de la Série E 2.2
  • -série 8T : beaux-arts, Monuments Historiques d'Ille-et-Vilaine, 1839 - 1841; chapelle Sainte-Agathe de Langon (maintenant série 4 T Monarchie de juillet) 2.7.4.1. Correspondance du 6 septembre 1837 2.7.4.2. Correspondance du 23 septembre 1837 2.7.4.3. Correspondance du 2 septembre
  • donation faites en 836 l'Abbaye de Redon (+) par un nommé Agun, de son manoir, de son vignoble et de quatre métairies qu'il possédait dans le pays, e croirais même volontiers que le nom d'Agun, qu'il faut prononcer Agoun deviendrait le radical du mot Langon, celui-ci se composant de Lan
RAP00043.pdf (LOCQUIREC (29). Kerest. rapport de sauvetage urgent)
  • '" objet relativement rare., ' terneAi. ¿n ï ¿ilgon de '•" r sse • icrpe ou moins . ' objet ( v e r í v í U ' r- f : -rr * ' r i au, rmu .¡„0 < . .,> • 'r 1 c : as a t.r ili r : a v e c Iv.v "risfxhlr • •. r. ; '.as eu dëirxivertes art: • .eures: c'est r - r u
  • C . - T . LE R O U X TOMBE EN COFFRE DE L'AGE DU BRONZE A K E R E S T , COMMUNE DE LOCQUIREC (FINISTERE) L e 3 juillet 1 9 8 2 , Monsieur l'Abbé T A N G U Y , aumônier de la gendarm e r i e et m e m b r e de la Société A r c h é o l o g i q u e du F i n i s t è r e
  • , signalait par téléphone à la circonscription qu'une découverte d e sépulture v e n a i t d'être portée à la connaissance de la gendarmerie d e L a n m e u r , au lieudit Kerest en L o c q u i r e c . Des contacts pris immédiatement auprès de la m a i r i e et de la gend a r m e r i e
  • , il ressortait qu'il s'agissait très certainement d'une "tombe en coffre" de l'Age du B r o n z e , contenant encore des restes humains apparemment bien conservés. Une fouille de sauvetage fut immédiatement décidée pour le 5 juillet sous notre d i r e c t i o n , avec l'aide de M M
  • . J . P . MONNERAYE pour le travail de terrain et J M . M O U L L E C pour la fouille fine qui s'ensuivit. La totalité des dépenses ont été imputées sur la provision AFAN po^r sauvetages urgents de la c i r c o n s c r i p t i o n . La commune de Locquirec a d é j à livré au moins
  • une demi-douzaine de tombes en c o f f r e , m a i s les découvertes précédentes étaient toutes situées au Sud ou à l'Est du b o u r g . Le site d e K e r e s t , au c o n t r a i r e , se trouve à la limite sud-ouest de la c o m m u n e , séparé des précédents par la profonde v
  • a l l é e qui aboutit au site du "Moulin de la R i v e " , b i e n connu pour son h a b i t a t et ses.sépultures de l'Age du Fer (coordonnées L a m b e r t zone I : X = 1 5 6 , 42 - Y = 126,55 ; parcelle N° 495 section A du cadastre r é v i s é ) . Il s'agit d ' u n plateau b i
  • e n d é g a g é , parfaitement p l a n , d'une altitude de 65 m e n v i r o n , la tombe étant installée à environ 2500 m au Sud-Ouest de la plage du M o u l i n de la R i v e déjà m e n t i o n n é e et sensiblement à m i - d i s t a n c e entre les fermes de Kerest et T y - G u
  • e n . La parcelle en c a u s e , propriété de M m e M A D E C , née LE BRAS M a r i e , 2 impasse Clément Marot à S t - M a r t i n - d e s - C h a m p s , n'a été m i s e en culture que récemment par son l o c a t a i r e , M . Michel LE R O U X , L e V a r c q en L o c q u i r
  • e c . C'est en effet à l'occasion d'un des tous premiers labours au tracteur du terrain que celui-ci accrocha une grosse pierre avec sa charrue qu'apparaut une cavité et sous-jacente. Ayant immédiatement reconnu une sépulture à la présence d ' o s s e m e n t s , M . LE R O
  • U X eut l'excellente initiative de replacer sommairement le couvercle après avoir enlevé le crâne et une poterie entière q u i , parfaitement v i s i b l e s , auraient pu tenter u n curieux et d'alerter immédiatement les a u t o r i t é s . Au cours de notre intervention durant
  • laquelle nous avons pu b é n é f i cier de l'aide efficace de la b r i g a d e de gendarmerie de Lanmeur et du personnel m u n i c i p a l de L o c q u i r e c , nous avons procédé de la m a n i è r e suivante : -Nettoyage sommaire en surface de la tombe et de ses abords imméd'.ats, ce
  • qui a permis de dégager complètement la dalle de couverture avant de 1 enlever et de reconnaître qu'elle devait être prise à l'origine dans u n léger dallage en plaquettes de schiste dont seul un lambeau subsistant en place ur le côté s u d . -Vidage delà terre v é g é t a l e
  • tombée à l'intérieur de la sépulture de sa brutale m i s e au j o u r , ce qui permit de reconnaître effectivement rs la présence d'un squelette h u m a i n engagé danf- une couche de sable reposant sur une dalle de f o n d . -Fouille partielle de ce s a b l e , très v i t e arrêtée
  • par l'enchevêtrement des ossements et la présence de nombreux micro-restes de petits mammifères et mollusques dont la présence nous a amené à décider d'une fouille fine en laboratoire. -Démontage de la tombe. Dans cette p e r s p e c t i v e , u n e fouille en tranchée périphérique
  • a été pratiquée autour des trois'côtés. Elle a permis de constater que les dalles constituant les parois étaient bloquées dans une fosse relativement étroite par u n amoncellement lâche de blocs de s c h i s t e , grès et quartz pris dans l'humus r e m a n i é . L e fond du coffre
  • repose directement sur le substratum r o c h e u x a p l a n i et une rigole périphérique reçoit le chant inférieur des dalles de p a r o i s . -Fouille fine en Laboratoire : le fond de la t o m b e , composé de d e u x dalles jointives très inégales a pu être chargé sans grandes
  • difficultés dans un v é h i c u l e e t , b l o q u é par de la p a i l l e , transporté sans dommages puis install sur u n e table de travail. V' 3 La fouille a été pratiquée au grattoir et au p i n c e a u , le sable extrait étant systématiquement tamisé (mailles de 2 et 1 m m
  • ) . Les ossements étant laissés en place et fixés par u n e pulvérisation de Bedacryl dilué à 1'acétone. ARCHITECTURE DE LA TOMBE Il s'agit d'une "tombe en coffre" c l a s s i q u e , orientée à l'EstSud-Est avec dallettes d'extrémités encastrées dans des rainures ménagées dans les
  • grandes dalles l a t é r a l e s , l'assemblage réalisant u n net rétrécissement intentionnel d e l'ouverture par rapport au f o n d . La couverture est assurée par une dalle b r u t e , sub-ovalaire et le fond est constitué de deux pierres soigneusement ajustées bord à bord et
RAP00876.pdf (PLONEVEZ-DU-FAOU (29). Kerdiane. rapport de fouille préventive)
  • WIl/ART. aucun indice, dans la pancette ne. penmettcût de. soupçonner la pA.eAe.nce. de. substnuctions dam c e t t e partie du champ. L'efifiondnement avait: provoqué une. excavation subcinculaiAe d'un diamètn d'enviAon 70 cm. A 75 cm sous maçonnerie nages en roche à angles
  • participé Michel à la LE GOFFIC, fouille : Archéologue Départemental COMMANA. - François - Jean QUERAT, NU/ART, GOURLIZON. CHATEAUNEUF-VU-FAOU. du FiyiL&tère, - 3- 11/ - C0NVU1TE Li VE LA FOUILLE ckantieA l'équipe, de f o u i l l e a'ut de l'Age da Bnonze
  • R A P P O R T DE F O U I L L E ++++++++++++++++++++++++++++++++++++ PLONEVEZ-DU-FAOU PUITS Autorisation Responsable MEDIEVAL DE KERDIANE de sauvetage n° : 85-10 P : Michel LE GOFFIC ARCHEOLOGUE DEPARTEMENTAL /SEPTEMBRE DU FINISTERE 1985/ R A P P O R T DE F O U
  • I L L E ++++++++++++++++++++++++++++++++++++ PLONEVEZ-DU-FAOU PUITS Autorisation Responsable MEDIEVAL DE KERDIANE de sauvetage n° : 85-10 P : Michel LE GOFFIC ARCHEOLOGUE DEPARTEMENTAL /SEPTEMBRE DU FINISTERE 1985/ I - CIRCONSTANCES VE LA VECOUl/ERTE C'est au
  • COUAS tAacteun de Monsieun qu'ait exploite. de travaux agricoles MEI/EL provoqua C e t t e pancette pa>it de 4a. découvente VocteuA ET MOT IF VE LA la occupée, moisson. MENARV de CHATEAUNEUF-VU-FAOU, Vépantementat d'Archéologie. e n compagnie du VocteuA en AvnJJt un
  • efifiondnement étant qu'apn.es 1985, dans qui que une aussitôt atenta. le pancette pan. eiei cén.éales, Le. 25 J u i l l e t i l J e me n.endis il ne ¿-et aveAtit le le. SeA.vi.ee. -óua £eó £xeu.x £ e 27 J u i l l e t , MENARV e t de. Momie.uA A p-tew-cete v u e , FOUILLE
  • recouvrement. nous l'Age fondrement de la quelle qui extòte que la demandée In" finançais laissait caveau au jouA contigue alternativement structure possible , montrant pouvait sous le "champ de la pouvant en dateA résultat de de l ' e f - du tracteur. ponte
  • le butte", chaî- penseA que nous êXAe le 34 du cadastre) de.ux disposées maçonné poids muns de. nom de pancette Park dans la- tumutus. devant MonsieuA f o u i l l e ait et sont d a caveau, s i g n i f i e en un cette mise couveAture Le champ et l'exploitant
  • bordure de ¿'agit de la à 4 km au ¿ud-Aud-eAt départementale n° 36, du 300 m Kerdtane. d'un du hameau ¿>e ¿¿tue ¿ommet de plateau de Trediern dont le point culminant {en CHATEAUNEUF-VU-FAOU), à 153 m ¿e d'al- titude. Références cadastrales : - Cadastre Section
  • de la à menen l u zone à opénationò - Cannoyage - Vécapage - Touille jusqu'à SO cm de pnofiondeuA ; niveau à la deAniefie aA&i&e de maçonnexie conòeAvée. - Mióe ¿upeA^iciel. au JOUA, d'une ¿tnuctune en évidence du bond la pantie -òud de la connupondant de pioAne
  • d'éboulment de la panai òud. (/ - DESCRIPTION VES STRUCTURES de la fioAAe de cneuóement zone f o u i l l é e . du puitò ANNEXES L^_£oòòi_de_cnei^ement VanA bond de la tant. da cenine. cette : {¡ouÀlZen.. au paiement òud du pcUtò qui connupond à la fondation d'un muA de SO cm
  • - b) La_¿t^ct¿ne_de_¡oie/^e¿ Fenpendiculainement tune, de piennu mun d'une fouille. placéu langeun ven¿ le. ¿ud. ( I l o i n ¿ig. d'un puitb danó Za pantie nond-¿ud en place innégulanitéi et né¿eau et conòtituéu du décnochementó dage du planò du ¿e il
  • composé de terre entre 2 et tessons brûlée et la a livré, de tessons de de bois céra[surtout d'une irréguLière, au centre, de la à leur surface cependant, qu'un sont des forme, quatre plus importants leur fragments p e t i t s , de t a i l l e fragments de
  • panse dimension, de vase la nature sont cen- provenant de la représentés tesson de poterie s é r i c i t i q u e ,à pâte découvert. 7 [ f i g . 2) s'agit d'un - 3,20 m fragment f r i s e d'impressions de couleur rouge les tessons 3). n° Il fragments des 4 m
  • . Seuls a été P o t e r i e les m de profondeur, essentiellement quant épaisseur. 4,75 mais proches comportent f i g . 2 et jusqu'à au jour, divers rouge, et mis Notons décoré jusqu'à un matériel surface découvert timétrtque, UX.ee da parement essentiellment
  • céramique Les (Iloir blocs. matériaux MATERIEL Vés pâte ces des profondeur). 1 > Le matériel ont et fouillé base, par du. paitó i n f i l t r é e entre Ce remplissage comblé vers rougeâtre. l'extérieur de panse d'un grand d i g i t a l e . La surface La pâte, et
  • la d'une po- i r r é g u l i è r e ,à zst très grano-classé dz moins bizn cuitz, dz Vordrz feldspath zt dz quel- ferromagnésiens. P o t e r i e n° 3 Petit paroi pâtz d'unz un dégraissant da millimètre ques m vasz Lz tesson q u ' i l , nz s'agisse zt 1,80
  • rzbord f i n e , tandis zst quz dz coulzur « P o t z r i z n 3,70 - 0 4 m dz vasz la lèvre bzigz, trzs tourné. zst épaiòsiz f i n e , avzc { f i g . 3) • - 2 par dz l'zncolurz un bourrelet, un dégraissant montrz unz externe. La quartzo-micacé. m. Vo = 210
  • mm V = 183 mm Lz sommet La face bonneux externe noins. paillettes un dégraissant 2 > Matériel est dz cz vasz de couleur La surface de muscovite interne et montrz brune est un rzbord et montrz de teinte de b i o t i t e . La pâte, de t a i l l e moyenne composé
  • largzmznt dz larges brun est de quartz, de récolter également et plat. revêtements c l a i r , parsemée très l l t é e et mica et divens La f o u i l l e a permis évensé : charde componte feldspath. - 7- - qu.oZqu.eA petites - 1 dentò gnand - quelques - de Za
RAP02432.pdf (DOUARNENEZ (29). le Drevers : les occupations néolithiques et protohistoriques. rapport de fouille)
  • Rapport I N S T I T U T N A T I O N A L e E RECHERCHES ARCHE 0 L 0 G I Q U£ P R I V EN T V E S + + + + final de fouille Mars 2009 + Sandra Sicard Gwénaëlle Hamon Xavier Hénaff DRAG -SRA Carole Vissac 19 H « * ® ÇQVJB-P-^ ' Elodie Cabot Françoise Labaune
  • Epoque contemporaine Ère industrielle moyen récent Âge du Fer Hallstatt (premier âge du Fer) La Tène (second âge du fer) SUJETS ET THÈMES — É d i f i c e E d i f i c e E d i f i c e Bâtiment Structure Voirie Hydraulique Habitat rural Villa Bâtiment Structure Urbanisme Maison
  • Structure Foyer Fosse Sépulture Grotte Abri Mégalithe — Artisanat A r g i l e : A t e l i e r Artisanat Autre Mobilier Industrie Industrie Céramique R e s t e s Faune Flore O b j e t Arme Outil Parure Trésor Monnaie Verre Mosaïque Peinture Sculpture Inscription Autre É t u d e s
  • rester prudent sur les restitutions architecturales de ces constructions. L E BÂTIMENT QUADRANGULAIRE Il s'agit d'un bâtiment de forme quadrangulaire d'au moins 16 m de long par 5,40 m de large, constitué par deux rangées longitudinales et parallèles de poteaux comprenant 10 poteaux
  • souligner qu'un fragment de fût de coupe-à-socle, trouvé au sommet du remplissage de la structure 252 confirme le lien entre ces fosses et le bâtiment quadrangulaire ainsi que l'attribution de l'ensemble au Néolithique moyen II. L E BÂTIMENT CIRCULAIRE Ce bâtiment est situé au sud
  • ASSOCIÉ À CETTE ZONE L E BÂTIMENT QUADRANGULAIRE ET LES STRUCTURES ANNEXES final (Gwénaëlle Hamon) (structures 154, 247 et 153) Seuls deux tessons ont été prélevés dans un des trous de poteau (structure 154) composant le bâtiment quadrangulaire recoupé par les fossés 75 et 76
  • poteau n° 153 et 252 ont livré chacun un tesson de moins de 2 L E BÂTIMENT CIRCULAIRE ET LE BÂTIMENT QUADRANGULAIRE (structures 178, 179, 182, 183, 184, 186, 188,189,197) La série de trous de poteaux formant un bâtiment circulaire et un bâtiment quadrangulaire n'a livré que neuf
  • Douarnenez. Fossé 254 Quatre tessons dont 3 inférieurs à 2 cm2 et un dernier brun foncé, gris à cœur et poli proviennent du sondage effectué dans le fossé 254. Fig. 7 : mobilier céramique néolithique 1-3 : mobilier Kerugou, 4-7 : mobilier du Néolithique moyen II U N E PRODUCTION
  • couche de terre végétale et sous les remblais m o d e r n e s accumulés au pied d u poteau EDF (fig. 1). Un nettoyage manuel a ensuite été effectué sur tout le secteur aux abords immédiats de la concentration de blocs. Enfin, une fouille fine a été pratiquée par passes aléatoires avec
  • OBSERVATIONS STRATIGRAPHIQUES ET STRUCTURELLES La stratigraphie montre u n e destruction quasi complète d u m o n u m e n t , conservé sur u n e hauteur d'à peine 1 m (fig. 10). Sous des apports de terre liés (?) à divers aménagements du secteur et u n e couche de terre de labours, u n
  • forme de nodules (US 4) ou poches denses (US 5). Une fosse ou chablis vient perturber le remplissage dans la partie nord d u m o n u m e n t (US 1 et US 2). Enfin, on peut observer de nombreuses bioturbations liées aux fouisseurs (terriers). L'empreinte laissée par la masse d u cairn
  • dans le substrat arénique est parfaitement visible (photo 9). Elle adopte la forme d ' u n e légère dépression qui permet de délimiter en partie le m o n u m e n t malgré son état d'arasement important : on peut ainsi remarquer la forme rectiligne de la masse sur son côté méridional
  • , tandis que le côté nord est plus difficile à repérer (photo 9). Enfin, à l'est, le m o n u m e n t a été en partie détruit par le fossé F6 qui le traverse d a n s le sens nord-sud. La h a u t e u r 2 7 Les occupations archéologiques de Douarnenez. initiale du cairn est par
  • occupations archéologiques de Douarnenez. Photo 7 : Premières assises en place du monument F69 montrant le parement et la présence d'une éventuelle ligne de renfort à l'angle sud-est. La t e c h n i q u e d ' é d i f i c a t i o n s e m b l e différer entre ces d e u x « e n s e m b l e
  • s ». Face à u n r é s e a u d e blocs a s s e z « l â c h e » - bien q u ' i l faille g a r d e r à l'esprit d e p o s s i b l e s m a n q u e m e n t s - s u r la p a r t i e o c c i d e n t a l e d u cairn, la z o n e orientale p r é s e n t a n t u n p a r e m e n t m o n t r
  • e u n e d e n s i t é très serrée. De p l u s , n o u s d e v o n s r a p p e l e r la différence d'orientation entre le p r e m i e r orienté nord-ouest/sud-est, et le second a d o p t a n t u n a x e est-ouest. Ainsi, p o u r r a i t se d é g a g e r u n p l a n p l u s c o m p
  • l e x e q u i a d o p t e d e u x t e c h n i q u e s d e construction liées à d e s u s a g e s distincts. Le p a r e m e n t p r é s e n t le long d u fossé F6 serait e n fait les v e s t i g e s d ' u n e m a s s e s e r v a n t à contenir les p o u s s é e s d ' u n e c h a m
  • b r e d o n t l e s blocs r e t r o u v é s e n position s e c o n d a i r e s e r a i e n t d e s é l é m e
RAP00334.pdf (NOYAL-CHÂTILLON-SUR-SEICHE (35). la Guyaumerais. rapport de sauvetage programmé.)
  • Programme H 13 "TERROIRS ET VILLAE" F o u i l l e de S a u v e t a g e programmé V i l l a g a l l o - r o m a i n e de l a Guyomerais CHATILLON SUR SEICHE. ILLE ET VILAINE R a p p o r t 19 86' Commune d e C h â t i l l o n S u r S e i c h e Conseil Général d ' I l l e C e
  • n t r e de R e c h e r c h e s d e s P a y s de Rennes et Vilaine Archéuxog^ques (M.J-.C de P a c e ) D i r e c t i o n d e s A n t i q u i t é s de B r e t a g n e CHATILLON SUR SEICHE La Guyomerais. Rapport de Fouille de Sauvetage programmé 19 86 - parcelles AP 93 - AP
  • inventaires A - Les figurines en terre cuite PL 1 à B - La lampe à huile PL 5 C - la céramique PL 6 à 27 D. - les monnaies PL 2 S ... E - le mobilier métallique PL 2'• F - le mobilier en os PL 30 G - la verrerie PL 31 H - la plaque de schiste PL 32 4 après
  • , l'appréhension du gisement dans sa globalité. De fait l'analyse de l'enchaînement des transformations de la villa ne progresse que lentement après de nombreux a t e r moiements et des zones d'ombres demeurent, qui soulèvent des questions que la rareté de "modèles" régionaux ne permet pas de
  • a h ^ ^ H É É I msÊÊÊm laxTaupina>s le Blosni ' priva layeT% rffê5"Ch»! les Ourmes^Jw .les Maffeys fCheyrolais • ' /' le Bois-Hàrel . J e Haut-Bois la M a r t i n î è r e - s 4 / ^Coquelanc Hallçraiip la Teillais \ A é r o d r . dè — lennes-St-Jacques .les s Jousselinais
  • fonction de l'état d'avancement des uossiers des différents promoteurs. Il est heureux de constater que les ensembles de lots à urbaniser correspondent à des secteurs bien définis du site : 19 84 : Fouille d'un habitat annexe à l'Est de la villa (parcelle AO 268 et étude d'une f e m e
  • remplissage d'origine. On a constaté que les mêmes axes valle. . sont utilisés à plusieurs siècles d'inter- 1 - Vue aérienne du chantier .juin 86. w CHATiLLON/SEICHE La Gyomerais 1986 PL. I plan général de la fouille F + E + 0 + h ? 200 anc CD3A- S Les zones à
  • plis, argile, nodules de terx-e rubéfiée, charbons de bois, calcaire coquiller et chaux à l'état de traces. 13 tessons de céramique commune gallo-romaine des 11° ou 111° s. ont été recueillis dans cette couche. Fossé 4006 : exploré partiellement en D9, E9 , axe ouest-est
  • Illème siècle ap. J. C. Quand à la surface de circulation définie, on ne peut attester qu'à cette époque elle ait été dotée d'une bande de roulement empierrée. CHATILLON / SEICH E La Quyomerais 1986 2 7 AP 200 2:6.7 5 1 PL.V four à chjux substrdt -rubéfié P 6 .5 O l charbon
  • de bois calcaire is 2 7 2 6.75 Z ó . 5 O Bi o5< I i F + E "h D + C B -h + + 06 CHATILLON/SEICHE La GuyomQrais 1986 PL II 5m A P 200 ETATS I & I I •4002 CHAT! L LON/SE1 CHE La Gutjomerais PL.IV AP 200 COUPES ETAT III : Une "voie" empierrée des Illème
  • II:superposition de la cabane de l'ETAT II sur le fosse' comble' 5009. 60S2 t26. 50 P5.50 425.50 5000 426.50 iaà.so 5000 -.25.75 _,26.50 cave de figg^Ss: pommier pingui*; 5 0 0 9 .1 -26 5009 .2 E ..25.50 CHATILLON/SEICHE La Guyomerais 1986 PL. Y I I AP 93-94 ETATI coupes
  • 25.25 ETAÏ I I : PL VIII A p a r t i r du m i l i e u du 1 e r s i è c l e ap. J . C . , c u p a t i o n d i f f é r e n t e du s o l , on c o n s t a t e une o c - t r a d u i t e p a r l a d i s p a r i t i o n des e n c l o s à p a l i s - s a d e . C e t t e r e s t r u c
  • t u r a t i o n s ' a c c o m p a g n e d ' u n e e x t e n s i o n de l a s u r f a c e comme l ' a t t e s t e un semis de f o y e r s e t de f o u r n e a u x à c a r a c t è r e d o m e s t i q u e
RAP01669 (RENNES (35). station val place Sainte-Anne. rapport de fouille)
  • l'ouvrage. Par ailleurs, l'exercice du droit à la communication exclut, pour ses bénéficiaires ou pour les tiers, la possibilité de reproduire, de diffuser ou d'utiliser à des fins commerciales les documents communiqués ( loi n° 78-753 du 17 juillet 1978, art. 10). Le non respect de ces
  • . L'espace D. P.8 2.2.2.d. L'espace E. P.9 2.2.3. Phase 2A ou 2B. P.9 2.3. Phase 3. P.13 2.3.1. Phase 3a. P.14 2.3.2. Phase 3b. P.14 2.3.2.a.L'occupation de l'espace dans la partie sud du secteur 1. P.14 2.4. Phase 4. P.15 2.5. Phase 5. P.16 2.5.1. Interprétation. P.17
  • emprise finale de la station de métro sondages réalisés en 1992 murs repérés en sondage Place Sainte-Anne 0 60 mètres ces chercheurs, n'ont pu être réalisées qu'assez r é c e m m e n t . D'autres, telle que l'étude du mobilier céramique ou celle des restes d e faune, portant sur
  • des quantités d e matériel é n o r m e s ont nécessité d e très longs mois d e travail. Il a donc été jugé préférable d'attendre que l'ensemble d e s résultats d e ces recherches soient disponibles avant d e procéder à la remise d e ce rapport. C e s d o n n é e s étant maintenant
  • toutes disponibles et les informations essentielles sauvegardées, il convient dès à présent d e souligner la nécessité de prévoir la réalisation d'une synthèse publiable de ces différents travaux, ce qui n'a pu être effectué dans le cadre d e cette première approche des d o n n é e s
  • recueillies au cours de ces fouilles. La configuration du projet, le phasage imposé par la poursuite des travaux d ' a m é n a g e m e n t de la station ainsi que l'état d e conservation des vestiges ont conduit à distinguer deux secteurs d e fouille fig.5. C e s deux aires sont
  • totalement déconnectées l'une de l'autre en raison de terrassements importants réalisés à l'époque moderne ainsi qu'à l'époque contemporaine. C e s terrassements ont par ailleurs conduit à la disparition de la totalité de la nécropole de l'hôpital sainte A n n e qui s'est développé sur
  • les lieux au bas m o y e n â g e fig. 5 (cf. § 7 étude d'archives). Les traces les plus anciennes d'occupation du site remontent à l'époque antique. C e s vestiges se concentrent respectivement en secteur 1 puis à l'extrémité ouest du secteur 2. Entre ces deux points les nombreux
  • bouleversements engendrés par l'installation d'une série de constructions datant du B a s - M o y e n - A g e puis de l'époque moderne ont fait totalement disparaître toute trace d'occupation antérieure à ces époques. Ainsi les types de vestiges rencontrés sur ce site peuvent-ils être
  • présentés de manière distincte. La première partie de cette étude sera donc consacrée aux vestiges antiques. Etant donné la configuration des secteurs de fouille, totalement déconnectés les uns des autres, l'analyse des données de chacun d'entre eux sera e x p o s é e séparément
  • . L'aspect m a l h e u r e u s e m e n t très fragmentaire de ces d o n n é e s de terrain ne permettant qu'assez rarement de développer des hypothèses d'interprétation, nous n'avons pas jugé bon de leur réserver un chapitre exclusif à la suite de l'analyse de chaque secteur. Lorsqu'elles
  • sont toutefois possibles, ces interprétations seront exposées sous forme de paragraphe distinct au sein m ê m e de l'analyse des vestiges. D e la m ê m e manière, pour la période antique, les éléments d e datation complétant la chronologie relative, trop peu nombreux pour pouvoir
  • leur consacrer un chapitre intégral, sont exposés au sein m ê m e d e l'analyse. Afin de faciliter l'accès à ces derniers ils font l'objet, c h a q u e fois que cela est possible, d'un encart en italique intégré au texte. Suite à cette présentation une tentative d e synthèse d e
  • mise en p h a s e chronologique à l'échelle du site sera proposée. Enfin les résultats de 4 0 4 8 12 16 20 24 28 32 36 mètres 48 mètres Fig.5 Evolution de la limite de fouille en fonction des perturbations et des consignes de sécurité Zone correspondant à l'ancienne
  • nécropole de l'hôpital et ne recelant plus de vestiges archéologiques cette é t u d e seront confrontés aux autres d o n n é e s concernant la ville antique dont nous disposons actuellement. La s e c o n d e partie d e c e d o c u m e n t sera plus particulièrement c o n s a c r é e
  • aux vestiges m é d i é v a u x et modernes. C o m p t e tenu d e la particularité d e ces derniers, leur présentation associe les d o n n é e s d e fouilles aux résultats d e s recherches d'archives, sans lesquelles d e n o m b r e u s e s conclusions et hypothèses n'auraient pu
  • être avancées. Les résultats d e s é t u d e s particulières et analyses diverses entreprises à l'occasion d e ces recherches font l'objet d e la dernière partie de ce document. 5 I L'occupation du site à l'époque antique. Sur le site d e la place Sainte-Anne, les niveaux
  • archéologiques les plus anciens reposent sur une épaisse couche argileuse beige-orangé au sein d e laquelle des lits de galets apparaissent. Certains d e ces niveaux ne sont composés que de graviers roulés d e petit calibre, tandis que d'autres ne contiennent que des galets d e module
  • nettement supérieur. Cette s é q u e n c e stratigraphique correspond à l'établissement d'une terrasse alluviale il y a environ 6 0 0 0 0 0 ans. L'épaisseur m a x i m a l e de ce niveau qui repose directement sur le substrat rocheux est d'environ 0 , 6 0 m . U n paléosol brun-roux
  • contenant également quantité d e galets couronne ces alluvions ce paléosol résiduel ne semble pas avoir é t é mis e n culture avant l'urbanisation du quartier (cf. analyse micromorphologique § 6 ) C'est à la surface d e ce paléosol que les vestiges antiques les plus anciens apparaissent