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RAP00406.pdf (SAINT-PÈRE-MARC-EN-POULET (35). la mare. rapport de sondage)
  • SAINT-PÈRE-MARC-EN-POULET (35). la mare. rapport de sondage
  • r c o n s c r i p t i o n d e s A n t i q u i t é s d e Bretagne a été a v e r t i e le 20 a v r i l 1 9 9 0 , par la Direction des R o u t e s du Conseil Général d'Ille-et-Vilaine, de la destruction partielle du prieuré médiéval de "La mare" en Saint-père-Marc-en-Poulet, à
  • A - A" A' ARGILE BRUNE PIERRES MELEES' DE TERRE (remblai) LIMON ARENACE 2m mi SAINT PERE MARC EN P O U L E T L A MARE Coupe B - B' (remblai) DE PLAQUES DE SCHISTE MELES D'ARGILE GRISE (démolition) (remblai ou fondation) TUILES ET DALLES SCHISTE POSEES A PLAT (sol) GRANITIQUE VERTE'
  • I BORDEREAU RECAPITULATIF ^CONSCRIPTION HISTORIQUE I RAPPORT DE FOUILLE PROGRAMMEE I SAUVETAGE PROGRAMME / / / / SAUVETAGE URGENT SONDAGE LOCALISATION I I Commune Saint Pére Marc en Poulet Lieudit : du cadastre I.G.N Local La mare : 35 306 16 AH : année 1955
  • aménagés, maçonneries Périodes chronologiques I I I SERVATIONS ONTENU DU DOSSIER I I I Moyen-Age Rapport scientifique ... Plans et coupes Planches et dessins Photographies légendées 1 page 5 pages PRIEURE MEDIEVAL DE SAINT PERE MARC EN POULET LA MARE (111e-et-Vilaine) La C i
  • l'emplacement d'une r e c t i f i c a t i o n d e v i r a g e s , sur la RD 7 . Les terrassements ont détruit les couches superficielles (terre v é g é t a l e et niveaux archéologiques tardifs) sur une profondeur variant de 0,50 à 0,80 m de p r o f o n d e u r . Ils o n t m i s en é v i d e
  • n c e l ' e x i s t e n c e d e m u r s et de s o l s (cf. d o c u m e n t s c i - j o i n t s ) . Le r e l e v é des c 1o u p e s et deux sondages manuels ont été réalisés afin d estimer l'ampleur de de la d e s t r u c t i o n et d e l'intervention de sauvetage. Il n'a c e p e
  • n d a n t pas été p o s s i b l e d ' é t a b l i r un p r o j e t d é f i n i t f d ' i n t e r v e n t i o n ; en e f f e t , u n e p a r t i e du s i t e e s t r implantée sur une zone humide qui a subi divers remaniements, notamment l'apport de remblais d ' a s s a i n i s s
  • e m e n t q u ' i l a été i m p o s s i b l e d e d é f i n i r . C ' e s t p o u r q u o i il est p r o p o s é u n e i n t e r v e n t i o n en d e u x temps : fj un p r e m i e r t e m p s c o m p r e n d r a la f o u i l l e des vestiges a c t u e l l e m e n t v i s i b l e
  • s , a i n s i q u e la r é a l i s a t i o n d e s o n d a g e s , notamment dans les m i l i e u x h u m i d e s , afin d'obtenir une é v a l u a t i o n d é f i n i t i v e du v o l u m e et d e la n a t u r e d e s v e s t i g e s archéologiques à fouiller. - une seconde
  • tranche sera mise en place, si nécessaireet après avis du C . S . R . A . , a f i n de terminer l'intervention de s a u v e t a g e . L„ fScb Oit\ 1 1 287 502 mi • : 1 1 288 4,7Ugr [) 70 U 76 l/ers Concaio 1 289 D4 Vues Caricale fiai 0 7G ; Launay Béliard SAINT PERE MARC
  • EN POULET LA MARE (d'après le cadastre de 1809) L A MARE SAINT PERE MARC EN POULET LA MARE Localisation des coupes et sondages CHAPELLE xo:| Zone déjà terrassée — Emprise globale des travaux • Sondages 0 10 20 m SAINT PERE MARC EN POULET LA MARE Coupe
RAP00410.pdf (SAINT-PÈRE-MARC-EN-POULET (35). la mare. rapport de sauvetage urgent)
  • SAINT-PÈRE-MARC-EN-POULET (35). la mare. rapport de sauvetage urgent
  • MINISTERE DE LA CULTURE ET DE LA COMMUNICATION CIRCONSCRIPTION DES ANTIQUITES DE BRETAGNE RAPPORT DE SAUVETAGE URGENT L_A MARE SAINT F>ERE MARO EN POULET ILL L. E ET VILAIN E BEUCHET - M . L . HERVE - JUIN 1990 - T 5S0 581 i • CD CD \ MARE cn CD CD CADRE
  • . SAINT PERE MARC LA MARE EN POULET Coupes r y H M Sondage Emprise de la Emprise globale Empierrement S o l de 0 m t = 7Jûnmm 10 m BBMH M stratigraphiques cour Eossé Murs de p i s e chaussée du projet Zone de sable argileux mélé de gravillons démolition d'un
  • DE L'INTERVENTION L a C i r c o n s c r i p t i o n d e s A n t i q u i t é s d e Bretagne a été avertie le 20 avril 1990 p a r la D i r e c t i o n d e s R o u t e s d u Conseil G é n é r a l d ' I l l e - e t - V i l a i n e , d e la d e s t r u c t i o n p a r t i e l l e d u
  • p r i e u r é m é d i é v a l de "La M a r e " e n S A I N T — P E R E — M A R C — E N — P O U L E T , à l ' e m p l a c e m e n t d ' u n e r e c t i f i c a t i o n d e v i r a g e s , sur la R . D . 7. L e s t e r r a s s e m e n t s o n t é t é i m m é d i a t e m e n t
  • arrêtés, a v e c l'accord du Conseil Général d'Ille-et-Vilaine, maître d'ouvrage. U n e p r e m i è r e o p é r a t i o n , m e n é e les 3 e t 4 m a i 1990, s ' e s t limitée à u n n e t t o y a g e d e s c o u p e s d é j à r é a l i s é e s p a r les terrassements, ainsi q u ' à u n
  • r e l e v é s o m m a i r e sur cadastre des s t r u c t u r e s apparentes. L ' o b j e c t i f d e c e t t e p h a s e d ' é v a l u a t i o n était de proposer une estimation sommaire du coût de l'opération archéologique à l'aménageur, dans l'hypothèse d'une fouille m e n é e
  • aussi r a p i d e m e n t q u e possible, c ' e s t - à d i r e d è s la m i s e e n p l a c e d e s c r é d i t s e f f e c t u é e . B a s é s sur la s u p e r f i c i e c o n n u e d e la fouille à réaliser, d e u x c h i f f r a g e s o n t été p r o p o s é s . E n effet, à la d
  • a t e d u 4 m a i , t a n t l'épaisseur d u v o l u m e s t r a t i g r a p h i q u e à fouiller q u e s a c o m p l e x i t é r e s t a i e n t inconnues, c a r seule u n e c a m p a g n e de s o n d a g e s a p p r o f o n d i s , a c c o m p a g n é s d ' u n n e t t o y a g e g
  • é n é r a l de l a superficie d u s i t e a u r a i e n t p e r m i s de d é t e r m i n e r ces critères, importants p o u r l ' é l a b o r a t i o n d ' u n c h i f f r a g e fiable. En conséquence, e t dans l'hypothèse d'une faible épaisseur des vestiges, une estimation basse
  • d'un coût de 400.000 F p o u r l ' o p é r a t i o n d e fouille a r c h é o l o g i q u e a v e c l a p o s s i b i l i t é , a p r è s u n p r e m i e r t r a v a i l d ' u n e équipe de ÎO archéologues p e n d a n t u n m o i s , d e r é é v a l u e r c e t t e estimation, e n f
  • o n c t i o n c e t t e fois d ' u n e c o n n a i s s a n c e a p p r o f o n d i e d u site, a v e c u n e limite h a u t e fixée à 598.OOO F. U n d o s s i e r e n v i s a g e a n t l'hypothèse d ' u n e fouille d e site p r é a l a b l e m e n t à s a d e s t r u c t i o n c
  • o m p l è t e p a r les travaux rôutiers, a v e c u n c a l e n d r i e r d e c e s t r a v a u x intégralement financés p a r l'aménageur, s ' a c h e v a n t a u d é b u t de l'automne 1990, a é t é p r o p o s é a u m a î t r e d ' o u v r a g e . Le b u r e a u d u Conseil
  • Général n ' a p a s jugé b o n d ' a c c e p t e r c e t t e p r o p o s i t i o n e t a préféré e n v i s a g e r l'arrêt de c e t t e r e c t i f i c a t i o n de v i r a g e e t le r e b o u c h a g e d u site. En conséquence, et afin d'établir préalablement au r é e n f o u i s s e
  • m e n t u n d i a g n o s t i c p l u s p r é c i s d e s destructions partielles effectuées par les travaux routiers sur ces v e s t i g e s a r c h é o l o g i q u e s , u n e seconde o p é r a t i o n archéologique de n e t t o y a g e e t d e relevés a été r é a l i s é e d u
  • 11 a u 23 juin 1990 par une équipe de deux contractuels assistés de quelques bénévoles. MODALITES DE L'OPERATION Elle s'est déroulée en deux t e m p s : La première semaine a é t é consacrée à la rectification, à l ' i n t e r p r é t a t i o n e t a u d e s s i n d e s coupes
  • stratigraphiques sur les b o r d s d u t e r r a s s e m e n t d é j à effectué. Ce sont ainsi plus d e 45 m d e coupes qui o n t été relevées. C e travail a permis d e m e s u r e r l a gravité d e s dégâts occasionnés par l e s travaux déjà engagés. E n effet, tous l e s niveaux superficiels
  • d u o u des p r i e u r é s t a r d i f s o n t été d é t r u i t s s u r une p r o f o n d e u r d'environ 50 cm. La deuxième semaine a é t é consacrée à la r é a l i s a t i o n d ' u n sondage ponctuel m e n é jusqu'à l a roche e n place, ainsi qu'à u n nettoyage d e surface p
  • a r zones, afin d'obtenir d e s renseignements t a n t s u r l e s plans tardifs d u prieuré q u e s u r l'épaisseur d e s sédiments archéologiques accumulés. Deux zones o n t é t é n e t t o y é e s : (cf. p l a n général figure 1 ) . L ' i m p l a n t a t i o n d e celles-ci a é
  • t é choisie e n fonction d e l a présence d a n s les c o u p e s d e dômes d e schiste pilé plus o u m o i n s m ê l é d'argile e t interprétés comme d e s v e s t i g e s d e m u r s d e pisé (cf. coupes AB, BC, F G e t IJ, figures 2 et 3 ) . RESULTATS SCIENTIFIQUES DE
  • L'OPERATION Le nettoyage effectué le long d e s coupes A B e t B C a mis e n évidence deux m u r s d e terre à l'intérieur d e l'angle ainsi formé e t constitué d ' u n sol empierré. Il est remarquable que ces d e u x m u r s o n t une o r i e n t a t i o n d i f f é r e n t e d e s deux
RAP02776.pdf (TRÉGUEUX (22). le Mitan - les mares. rapport de diagnostic)
  • TRÉGUEUX (22). le Mitan - les mares. rapport de diagnostic
  • Rapport d’opération Diagnostic archéologique Commune de Trégueux, Côtes d’Armor Le Mitan-Les Mares sous la direction de Laurent Aubry Inrap Grand Ouest 37 rue du Bignon CS 67737 35577 Cesson-Sévigné Septembre 2012 Rapport d’opération Diagnostic archéologique 22 360 2010
  • /188 Code INSEE Arrêté de prescription SRA Code Inrap DA 05041401 Commune de Trégueux, Côtes d’Armor Le Mitan-Les Mares sous la direction de Laurent Aubry avec la collaboration de Anne-Sophie Paranthoen Claire Dupin Mathilde Dupré Vincent Pommier Inrap Grand Ouest 37 rue du
  • –- RFO de diagnostic archéologique Trégueux (22) Le Mitan-Les Mares I. Données administratives, techniques et scientifiques ________________________________________________________________________________________________________________________ FICHE SIGNALETIQUE
  • __________________________ Localisation Région Bretagne Département Côtes d’Armor Communes Trégueux Adresse ou lieu-dit Le Mitan-Les Mares __________________________ Codes INSEE 22 360 __________________________ Coordonnées géographiques et altimétriques selon le système national de référence (Lambert 93 cc 48) X
  • -Les Mares I. Données administratives, techniques et scientifiques _________________________________________________________________________________________________________________ MOTS CLÉS DES THESAURUS Chronologie : Paléolithique inférieur moyen supérieur Mésolithique et
  • –- RFO de diagnostic archéologique Trégueux (22) Le Mitan-Les Mares I. Données administratives, techniques et scientifiques ________________________________________________________________________________________________________________________ INTERVENANTS Intervenants
  • Techniques Équipe de diagnostic Équipe de post-fouille Inrap –- RFO de diagnostic archéologique Trégueux (22) Le Mitan-Les Mares I. Données administratives, techniques et scientifiques __________________________________________________________________________________________ NOTICE
  • SCIENTIFIQUE Cette nouvelle intervention archéologique entreprise sur la commune de Trégueux (Côtes d’Armor) résulte d’un projet de ZA sur une superficie de près de 26 ha aux lieux-dits Le Mitan-Les Mares Le maillage assez resserré des tranchées de sondage, 8,20 % de la surface sondée, ne
  • Préventive sous le contrôle scientifique du Service Régional de l’Archéologie de Bretagne. ETAT DU SITE Les 18 504 m² de tranchées ouvertes sur l’emprise du futur projet de ZA ont été rebouchées à l’issue du diagnostic. Bretagne N Côtes-d’Armor (22) Trégueux, le Mitan-les Mares
  • SaintBrieuc Trégueux X : 127 8479 Y : 726 9188 Z : 89 m NGF 20 0 250 m 1/25 000 1 km 2 km 0 20 40 60 80 100 km II. Résultats Inrap –- RFO de diagnostic archéologique Trégueux (22) Le Mitan-Les Mares II. Résultats
  • __________________________________________________________________________________________ Les raisons et les objectifs de l’intervention Le projet de création d’une future ZA dans le secteur de Trégueux (22) aux lieux-dits « Le Mitan-Les Mares» (fig. 1), a conduit le Service Régional de l’Archéologie de Bretagne à prescrire un diagnostic sur la totalité des parcelles
  • chemin de fer (Paris-Brest) et en bordure septentrionale de la départementale 10 (rue des Vallées) entre les hameaux Le Mitan-Les Mares et Les Veilluns (fig. 1). L’emprise occidentale et orientale est respectivement délimitée par la rue de la Lande et la rue du Mitan. Le paysage
  • 250 m 1 km 0 20 40 60 80 100 km 2 km 1/25 000 Figure 1 : localisation de l'emprise du diagnostic sur extrait de carte IGN au 1/25 000 (carte 0916OT) Inrap –- RFO de diagnostic archéologique Trégueux (22) Le Mitan-Les Mares II. Résultats
  • , la majorité des parcelles explorées présente des sols 2 Carte géologique au 1/50 000e de la feuille de Saint-Brieuc (édition BRGM) de l aL 158 286 315 and 297 300 311 e 298 314 dalle béton 327 302 303 313 333 325 308 17 89.00 79 .0 0 78 . 77 00 .00 45 31
  • diagnostic avec la localisation des tranchées de sondage réalisées sur la ZAC le Mitan/les Mares (Trégueux, 22). 0 50 100 500 m Figure 3 : Localisation de l'emprise du diagnostic avec localisation des tranchées de sondage sur le cadastre napoléonien. 0 250 m 1 km 2 km © IGN
  • 2012 – www.geoportail.gouv.fr/mentions-legales 1/25 000 Figure 4 : Localisation de l'emprise du diagnostic sur extrait de la carte géologique au 1/25 000e (édition BRGM, feuille de saint-Brieuc) Inrap –- RFO de diagnostic archéologique Trégueux (22) Le Mitan-Les Mares II
  • Céramique Inrap Grand Ouest 37 rue du Bignon CS 67737 35577 Cesson-Sévigné Septembre 2012 Le Mitan-Les Mares Cette nouvelle intervention archéologique entreprise sur la commune de Trégueux (Côtes d’Armor) résulte d’un projet de ZA sur une superficie de près de 26 ha aux lieux-dits Le
  • Mitan-Les Mares Le maillage assez resserré des tranchées de sondage, 8,20 % de la surface sondée, ne nous a pas permis d’identifier de vestiges archéologiques. Seul du réseau fossoyé parcellaire appartenant à une organisation du paysage moderne a été retrouvé. Ce diagnostic, financé
RAP00405.pdf (SAINT-PÈRE (35). la mare. rapport de sondage.)
  • SAINT-PÈRE (35). la mare. rapport de sondage.
  • Novembre 198'+ Saint Père Marc-en-Poulet Fouille de sondage sur le site de la chapelle de la Mare Grueau Patrick Laurençon Jean-Pierre 405 L'extension de l'occupation humaine a p e r m i s le t i s s a g e trame dense de sites que l'homme a occupés, abandonnés, d'une
  • plan cadastral de 1955 « est apparu,.un puits , aménagé là pour utiliser l'eau stagnante/après le comblement de la mare à laquelle il faut associer l'ancienne fontaine Saint-David . La première citation de ce prieuré,de l'ordre de Saint est d e 1 1 5 2 , sous Jean d e C h a t i
  • l l o n évêque d e Saint-Malo. Plus tard A l b e r t son succésseur confirme aux moines d e l e s b é n é f i c e s d u p r i e u r é d e la Enfin et vendu. Léhon, Mare. Le premier prieur connu d'une longue liste pratiquement t e r r o m p u e e s t f r è r e E t i e n n e
  • renseignements et r é s u l t a t s sont à m e t t r e en c o r r é l a t i o n avec les événements de l'histoire religieuse de H a u t e Bretagne. B i e n que sûrement postérieure a l'époque celtique, la Mare se trouvait dans la mouvance d ' A l e t , aux confins de 1'évêché, près de la
  • reconstruits, et o ù i l a d é f r i c h é , c u l t i v é et é d i f i é l e s s t r u c t u r e s n é c e s s a i r e s à s a survie et à ses activités. Dans ce sens, l'étude de l'implantation terroir é c c l é s i a s t i q u e au s e i n est r i c h e d e r e n s e i g n e m e n t
  • s sur le m o d e d e v i e , et,les fouilles e n t r e p r i s e s à la M a r e , c o n s t i t u e n t u n e x e m p l e c o n c r e t d e s l i t é s q u ' o f f r e l ' a r c h é o l o g i e m é d i é v a l e en m i l i e u PRESENTATION DU possibi- rural. SITE. L e p r
  • i e u r é d e la M a r e e s t s i t u é s u r l e b o r d s e p t e n t r i o n a l m a r a i s n o i r d e C h a t e a u n e u f , s u r la p a r o i s s e d e S a i n t P è r e Poulet, à l'intérieur de l'ancien évêché de Actuellement du Marc-en- Saint-Malo. a u c e n t r e
  • d u h a m e a u , le l o n g d e la v o i e d e c i r - culation allant de Chateauneuf la à Saint Guinoux ( voir plan cadastral chapelle se trouve^par rapport aux parcelles environnantes surélevée de plus d'un mètre. Normalement / axée E s t - O u e s t , elle est à c h e
  • v e t d r o i t , s a n s t r a n s e p t , e t , s g s m u r s s o n t r u i n é s au S u d , à l ' E s t a i n s i q u ' à l ' O u e s t , et d é t r u i t s au N o r d ( Planche V Son origine reste floue, mais plusieurs crédibles, nous laissent tout de même penser
  • ). légendes difficilement à une fondation très ancienne. L ' u n e d ' e l l e * n o u s d i t q u e S a i n t D a v i d , à q u i la c h a p e l l e est dédiée, y aurait fait jaillir une source. Cependant Saint David, é v ê q u e d e M é n é v i e au P a y s d e G a l l e s , n
  • ' e s t j a m a i s v e n u e n Bretagne. U n e a u t r e e n c o r e p r é t e n d q u e C h a r l e m a g n e en p e r s o n n e fondé la du aurait chapelle. L a t o p o n y m i e n o u s a p p r e n d q u e le n o m d e " M a r e - î i o r m a n t " est é t r o i t e m
  • e n t a t t a c h é au s i t e j u s q u ' a u X V ° s i è c l e . C e c i n o u s a m è n e à p e n s e r q u e la M a r e e x i s t a i t d é j à l o r s d e s i n v a s i o n s nordiques. De même, du XV*siècle à une époque très rapprochée, domina t o p o n y m e d e la " M
  • a r e C o ê t q u e n métairie noble du X V s i è c l e , " , du n o m d e s p r o p r i é t a i r e s d'une jouxtant une motte castrale qui encore partiellement conservée aujourd'hui. est le ), Plan dressé en 1809 . Echelle 1/2500 . Sur le plan de 1809 , la parcelle
  • 108.3 représente la totalité de l'emprise au sol des bâtiments de la chapelle et de ses annexes , et la fonction des parcelles est indiquée . Sur le plan de 1848 , hormis la chapelle , les bâtiments du prieuré ainsi que la mare située antérieurement en face , ont disparu . Sur le
  • , en Benoit, inin- 1289. l e p r i e u r é au m o m e n t d e la r é v o l u t i o n f u t désaffecté PROBLEMATIQUE. L a p r o b l é m a t i q u e de l'étude archéologique d'un tel site, tourne autour de l'origine et du r ô l e de son implantation. Les d i f f é r e n t s
  • limite p e u p r é c i s e avec celui de Dol. De plus, le site était situé à l'époque carolingienne, dans une zone de rivalités entre b r e t o n n e et l'influence l'influence franque. L ' a r c h é o l o g i e rurale de larégion de Saint-Malo est exceptionnelle par la richesse
  • de ses v e s t i g e s G a l l o - Romains,et,psL&iles travaux im- p o r t a n t s qui ont été menés, et qui ont aboutis, depuis u n e v i n g t a i n e d'années. A l'opposé, la p é r i o d e médiévale, b i e n q u e tout aussi riche, n ' a pas encore fait l'objet de fouilles à
  • l'exception de celles sur la v i e i l l e forteresse de C h a t e a u n e u f , malheureusement interrompues. L'archéologie des v i l l a g e s anciens n ' e n est, en F r a n c e , q u ' à ses tout débuts. Les r e c h e r c h e s m e n é e s doivent tendre à m e t t r e en p a r a l l
  • è l e les différents aspects de l'implantation h u m a i n e : structures défensives ( m o t t e s , forteresses. . . ), structures r e l i g i e u s e s et cultuelles r é s , é g l i s e s . . . ) , et enfin habitations La démarche (prieu-- paysannes. des chercheurs doit
  • être tournée vers d e u x axes complémentaires. Le premier, a pour but d'établir les différentes c h r o n o l o g i e s per- çues comme répèreffdes m o u v e m e n t s et des implantations de p o p u l a t i o n s . Le second e s s a y e de définir les r e l a t i o n s
RAP02099.pdf (TRÉLIVAN-BOBITAL(22). la Mare et la Douettée. dfs de diagnostic)
  • TRÉLIVAN-BOBITAL(22). la Mare et la Douettée. dfs de diagnostic
  • . 464 Trélivan - Bobital - La Douettée Mars 2005 FICHE SIGNALETIQUE Identité du site S i t e n 0 : 22 364 5AH Département : Côtes d'Armor Commune : Trélivan, Bobital Année : 2005 Lieu-dit : La Mare, La Douettée Section (s) et parcelle(s) : Bobital : A 931 et 936 Trélivan C 1754
  • J): 3¿?¿ TRELIVAN« L/Í MARE (CÔTES BOBITAL et La DOUETTEE » f D ARMOR) Arrêté de prescription n° 2004-191 DFS de diagnostic archéologique Données présentées par Romuald FERRETTE, Arnaud DESFONDS, Stéphane BLANCHET et Jean-François ROYER INRAP- Direction interrégionale
  • Grand-Ouest Service Régional de l'Archéologie de Bretagne Mai 2005 20W Trélivan - Bobital - La Mare et la DouettéeMai2005 SOMMAIRE Fiche signalétique Générique de Vopération 1-LE CADRE DE L'OPERATLON 1-1 Le cadre géographique et géologique 1-2 L'environnement archéologique 1-3
  • Prévention) Terrassements Entreprise Marcel Voisin, Aucaleuc (22) 3 Mai 2005 Trélivan - Bobital - La Mare et la Douettée V Tr 91 -F 96 Tr 91 - F 96 T ) 1 i Tr 91 - F 96 l l l l glaçure verte T Tr 70 - F 67 Figure 7 : Exemple de céramiques découvertes lors du diagnostic
  • un système parcellaire antérieur au XIX eme siècle. Lieu de dépôt du mobilier : Dépôt de fouilles de Guingamp. Trélivan - Bobital - La Mare et la Douettée Mai 2005 Figure 2 : superposition des traces d'enclos repérées en prospection aérienne sur le fond cadastral napoléonien
  • , (section C dite de Quamur). 7 Trélivan - Bobital - La Mare et la Douettée Mai 2005 CONCLUSION Identifiés à partir de clichés aériens, les enclos de la parcelle 1896 semblent en fait s'intégrer pour la plupart dans un système parcellaire, qui se prolonge dans les terrains voisins
  • , Daire 1988 : LANGOUET (L.), DAIRE (M.-Y.). - La civitas gallo-romaine des Coriosolites, le milieu rural, Rennes, Institut culturel de Bretagne (coll. Patrimoine archéologique de Bretagne), 1989. 17 Mai 2005 Trélivan - Bobital - La Mare et la Douettée Tranchée Faits 1 6 8 21 22
  • récapitulatif du mobilier découvert lors du diagnostic. 468 Trélivan - Bobital - La Mare et la Douettée / origine probable : Bassin sarthois Fragment de bracelet en schiste. Figure 6 : Mobilier lithique découvert lors du diagnostic. Mai 2005 Trélivan - Bobital - La Mare et la
  • céramique à glaçure verdâtre. Enfin, d'après la similitude des orientations, les fossés retrouvés dans la parcelle 1896, hormis F. 6, appartiennent selon toute vraisemblance à ce système parcellaire. 11 Trélivan - Bobital - La Mare et la Douettée Mai 2005 C'est au cours de survols
  • réalisée sur un support papier. 2 Celle-ci prévoyait une ouverture de 7 % à l'emplacement des indices de site et un maillage plus lâche dans les parcelles environnantes. Trélivan - Bobital - La Mare et la Douettée Mai 2005 1-LE CADRE DE L'OPERATION Situées dans les Côtes d'Armor
  • , les communes de Trélivan et de Bobital sont localisées à moins de 10 km au sud-ouest de Dinan (fïg. 1). Une prescription de diagnostic a été émise par le Service Régional de l'Archéologie, au lieu-dit « La Mare » et « La Douettée », suite au dépôt d'un permis de construire d'une
  • points de la localité de Trélivan (CAG 22). 1 Les parcelles 1896,1897,1904,1757, 1576, 697, 1563, 1562 et 1565 sont sur la commune de Trélivan. Les parcelles 931 et 936 sont situées sur Bobital. 472 Trélivan - Bobital - La Mare et la Douettée Mai 2005 3-LE MOBILIER Le matériel
  • découvert dans le cadre du diagnostic effectué à Trélivan, « La Mare » et « L a Douettée», est relativement pauvre. Il se résume principalement à des tessons de céramiques, au nombre de 203, et à de nombreux fragments de terres cuites architecturales plus ou moins érodées (fïg. 8). En
  • (en rouge) (source : carte de promenade IGN Rennes - Granville 16). Trélivan - Bobital - La Mare et la Douettée Mai 2005 Au terme de l'intervention, la totalité des ouvertures a été rebouchée selon les modalités exprimées dans la convention. La phase de post-fouille a mobilisé
RAP03020.pdf (RENNES (35). 59-61 rue d'Antrain. rapport de diagnostic)
  • Sujets et thèmes Fosse, Fossé parcellaire, Mare. Diagnostic archéologique La parcelle concernée par le projet est située en limite d’un secteur de la ville de Rennes particulièrement sensible du point de vue archéologique. Le terrain se situe à mi pente sur le flanc peu
  • diagnostic les données recueillies montrent qu’à l’exception d’une mare sur laquelle nous reviendrons plus loin, il n’existe pas de vestiges d’aménagements antiques dans ce terrain. Aucun prolongement de la chaussée observée en 2011 au n°43 de la rue d’Antrain n’a été observé. L’hypothèse
  • la plus vraisemblable semble être que cet aménagement ne se prolongeait pas jusque là et aboutissait au decumanus le plus septentrional de la ville situé juste au sud de la parcelle. Les vestiges d’une mare dont le fonctionnement remonte à l’époque romaine doivent être signalés
  • Age Trou de calage de poteau Anthropologie Moyen Age Fossés parcellaires Paléontologie bas Moyen Age Architecture Zoologie Temps modemes Puits Anthracologie Epoque contemporaine Jardin Palynologie Mare Macrorestes Ere industrielle An. de
  • . A l’issue de ce diagnostic les données recueillies montrent qu’à l’exception d’une mare sur laquelle nous reviendrons plus loin, il n’existe pas de vestiges d’aménagements antiques dans ce terrain. Aucun prolongement de la chaussée observée en 2011 au n°43 de la rue d’Antrain n’a été
  • observé. L’hypothèse la plus vraisemblable semble être que cet aménagement ne se prolongeait pas jusque là et aboutissait au decumanus le plus septentrional de la ville situé juste au sud de la parcelle. Les vestiges d’une mare dont le fonctionnement remonte à l’époque romaine doivent
  • 36,67m 36,25m 36,00m F6 Hôtel des Demoiselles 36,93m F1 Emplacement du prélèvement pour étude palynologique 36,79m 35,73m F2 35,74m 36,08m 35,34m Tr 2 Zone occupée par des gravats de démolition 37,17m F3 35,79m Mare antique 36,60m 36,34m 36,08m 36,37m 36,83m Sol
  • Inrap 27 II -Résultats archéologiques Tr1 F4 O Tr1 F5 E O E 36,00m 35,89m Tr1 F6 O E 36,25m Tr2 F1 Tr2 F2 S-E N-O N-O S-E 36,08m 35,74m Tr2 F3 N-O S-E 36,34m Tr3 F7 Tr3 F8 S S-E N-O 36,73m 36,90m Tr3 F9 S-E N-O 36,99m Sol géologique Terre végétale
  • du mur arrière de l’hôtel des Demoiselles sont présentes. fig.11  : Vue d’ensemble de la mare depuis l’est. Les restes du sol aménagé constitué de pierraille et fragments de tuiles compactés apparaissent à gauche au premier plan © Dominique Pouille Inrap A l’extrémité nord-ouest
  • de la tranchée une vaste structure excavée se prolongeant à l’ouest en dehors de l’emprise concernée par le diagnostic a été repérée. Cette dernière correspond à une mare, dont la profondeur maximale atteint 0,75m. Elle s’étend vers le sud, l’ouest et le nord, en dehors de
  • particulièrement damée et semble avoir été aménagée en vue de faciliter l’accès à la mare voisine (fig. 11). Le comblement de cette dernière présente deux niveaux distincts. L’US 1 correspond au fond de la structure et est matérialisée par un sédiment grisâtre vaseux très compact d’une bonne
  • structure. Le matériel antique y est également présent sous la forme de tessons de céramiques datables du milieu du IIe s, mais également de fragments de tuiles (ces derniers n’ont pas été conservés). La mare ainsi que l’aménagement de berge qui lui est associé sont directement scellés
  • . Il n’existe pas sur le plan 1fi48 de la fin du XVIII e siècle, figure sur le cadastre de 1812 mais n’existe plus ou seulement en partie sur celui de 1842 (fig. 1213-14). fig.12 : Localisation du diagnostic sur le plan 1fi48 datant de la fin du XVIIIe s © Dominique Pouille Inrap
  • parcelle renvoient principalement à deux grandes périodes. L’époque antique est illustrée en limite sud de l’emprise du projet par l’existence de la mare et de sa berge aménagée. Les nombreux fragments de tuiles observés au niveau de l’interface entre le terrain naturel et les terres de
  • limite de la zone urbanisée antique et de la trame urbaine (fig. 15). Ceci pourrait expliquer l’absence totale de vestiges de constructions antiques ainsi que l’existence de la mare mentionnée plus haut, qui évoque davantage un milieu sub-urbain, voire rural. Si l’on excepte les
  • pour ces restes céramiques. 4.2. Catalogue par contexte de découverte Us 1 Cet espace de mare sondé a livré un lot de 34 tessons de céramique correspondant à 32 tessons de panse et fond de cruche en céramique commune à pâte oxydante, 1 tesson de bord de mortier à lèvre en
  • d’ensemble de la tranchée 2 depuis l’est © Dominique Pouille Inrap fig.10 : Vue du fossé F1 © Dominique Pouille Inrap fig.11 : Vue d’ensemble de la mare depuis l’est. Les restes du sol aménagé constitué de pierraille et fragments de tuiles compactés apparaissent à gauche au premier plan
  • Lorho SRA Bretagne. Sujets et thèmes Fosse, Fossé parcellaire, Mare. Inrap Grand-Ouest 37 rue du Bignon CS 67737, 35577 Cesson-Sévigné cedex Tél. 02 23 36 00 40, grand-ouest@inrap.fr Octobre 2014 Diagnostic archéologique La parcelle concernée par le projet est située en limite
  • anciennes, diagnostics positifs et fouilles préventives ayant permis d’appréhender l’agglomération antique sont nombreux. A l’issue de ce diagnostic les données recueillies montrent qu’à l’exception d’une mare sur laquelle nous reviendrons plus loin, il n’existe pas de vestiges
  • ville situé juste au sud de la parcelle. Les vestiges d’une mare dont le fonctionnement remonte à l’époque romaine doivent être signalés dans l’angle sud-ouest de l’emprise concernée. L’étendue de ce point d’eau, dont les abords sont sommairement aménagés (cailloutis), n’est pas
RAP02056.pdf (BELZ (56). "Kerdruellan". dfs de diagnostic archéologique)
  • l'éventualité d'une fouille. 3 Photo 2 : nettoyage de la parcelle 638 du projet immobilier en Juillet 2003 (Photo Mariette Huido). Photo 3 : mise en place de paille pour la protection des blocs en cas de redécapage. E. Mare, INRAP 3 - Contexte L'emprise du projet immobilier se situe de
  • ïustitui Nat'.onal de Recherches Archéologiques Préventives BELZ (56) Lieu-dit " KERDPITELLAN" Rapport d? Diagnostic Par Hervé f lorzadec et Eric Mare Direction Régionale des AtMres Culturelles de Bi etagn ; Service Régional de ''Archéologie Mars 2G05 Institut National de
  • Recherches Archéologiques Préventives l DRAC-SRA - 5 AVR, 2005 COURRIER ARRIVEE BELZ (56) Lieu-dit " KERDRUELLAN" Rapport de Diagnostic Par Hervé Morzadec et Eric Mare Direction Régionale des Affaires Culturelles de Bretagne Service Régional de l'Archéologie Mars 2005 Sommaire
  • National de recherches Archéologiques Préventives 37 rue du Bignon CS 67737 - 35577 Cesson-Sévigné (0223 360040) Gilbert Aguesse (chef d'antenne) Michel Baillieu (assistant technique et scientifique) Equipes de fouille : Hervé Morzadec, Eric Mare Topographie : Vincent Pommier, Texte
  • : Hervé Morzadec DAO : Eric Mare et Hervé Morzadec 2005 Site n° L Département : Commune : Lieu-dit ou adresse : 0> - • 1—t on Cadastre actualisé : Année : 2004 ë arc iqu J AH Morbihan BELZ Kerdruellan Section, parcelle : AH.153, 155, 547, 572p, 638p, 639p, 641p
  • malgré l'absence de mobilier archéologique caractéristique. Belz (56) Lieu-dit « Kerdruellan » Rapport de diagnostic Hervé Morzadec et Eric Mare 1 - Introduction Dans le cadre d'un projet d'implantation d'un lotissement au lieu-dit « Kerdruellan » (Section AH n° 153,155, 547, 572p
  • sondages mécaniques. Sur l'ensemble des tranchées, 11 se sont avérées négatives et 3 positives Photo. 4 : Vue d'ensemble des tranchées positives.E. Mare, INRAP 5 Les trois tranchées positives ont livré un ensemble de bloc de dimensions variables (Fig. 4, 9) (Photo. 4). Malgré la
RAP02104.pdf (LOCMARIA-PLOUZANE (29). "Kerelleau". dfs de diagnostic)
  • Institut National de Recherches Archéologiques P r é v e n t i v e s ^ ^ r a - 5 AVR, 2005 COURRIER ARRIVEE LOCMARIA-PLOUZANE (29) Lieu-dit " KERELLEAU" Rapport de Diagnostic Par Hervé Morzadec et Eric Mare Direction Régionale des Affaires Culturelles de Bretagne Service Régional
  • : Institut National de recherches Archéologiques Préventives 37 rue du Bignon C S 67737 - 35577 Cesson-Sévigné (0223 360040) Gilbert Aguesse (chef d'antenne) Michel Baillieu (assistant technique et scientifique) E q u i p e s d e fouille : Hervé Morzadec, Eric Mare Topographie : Vincent
  • Institut National de Recherches Archéologiques Préventives LOCMARIA-PLOUZANE (29) Lieu-dit " KERELLEAU" Rapport de Diagnostic Par H ei vt Mcrzadec et Eric Mare Direction Régionale des Affaires Culturelles de Bretagne Service Régional de l'Archéologie M a t s 2d*);" HOLi
  • : Implantation du projet immobilier sur le cadastre au 1 / 2 000 ème. 9 Fig. 3 : Plan des sondages. 10 Fig. 4 : Coupe et photographie du fossé 102. 11 Fig. 5 : Plans, coupes et mobiliers archéologiques des structures sondées. 12 Locmaria-Plouzane D é p a r t e m e n t d u Finistère
  • Pommier, Texte : Hervé Morzadec D A O : Eric Mare et Hervé Morzadec 2005 0> • Siten 0 | | i | | i AH Département : Finistère Commune : Locmaria-Plouzane Lieu-dit ou adresse : Kerelleau ( 1/3 Cadastre actualisé Année : Section, parcelle : F. 142 ^
  • Eric Mare 1 - Introduction Dans le cadre d'un projet immobilier au lieu-dit « Kerelleau » (section F n°142) sur la commune de Locmaria-Plouzane (Fig.l et 2), un diagnostic archéologique a été prescrit par le service régional de l'archéologie. Le projet est localisé sur et à
  • pour les 2 phases les plus anciennes un profil en U bien marqué et pour les 2 phases plus récentes un profil en V à fond arrondi. Le comblement du fossé est constitué de limon sablo-argileux. Les couches B, D et E présentent un rejet plus important de petits blocs de micaschiste. La
  • pour 4 cm de largeur maximale. (Fig. 5-E) 5 éclats corticaux de silex dont 1 brûlé 1 éclat 1 éclat laminaire retouché à une extrémité (Fig. 5-E) 1 petit galet ayant pu servir de percuteur 1 percuteur en quartzite utilisé sur trois cotés 49 fragments de céramique appartenant
  • sablo-argileux bran 2 : limon sablo-argileux bran E : limon sablo-argileux bmn, l e : interface 2/1 b l b : idem l a , plus altéré quelques cailloux F : limon sablo-argileux brun, 1 a : argile d'altération du micashiste hétérogène, quelques cailloux G : mélange d'encaissant (la
RAP00387.pdf (SAINT-SULPICE-LA-FORÊT (35). l'abbaye. rapport de fouille programmée annuelle.)
  • r i g i n a l Eglise St Sulpice) L'INFLUENCE D'UNE FAMILLE ET DE SES ALLIANCES SUR L'HISTOIRE CIVILE ET RELIGIEUSE DE LA FRANCE ET CELLE D'UNE ABBAYE BRETONNE Lorsqu'on s'attache à l ' H i s t o i r e de l'Abbaye de Notre Dame du Nid de Merle en St Sulpice l a Forêt e t que l
  • ' o n parcourt l a longue l i s t e des Abbesses q u i l ' o n t dirigée, l e regard s'arrête sur un nom, c e l u i de MARGUERITE D'ANGENNSS q u i l ' a d m i n i s t r a durant 5^ ans de 1608 à 1662 e t en f u t a i n s i l a personnalité l a plus marquante. S i l'on ajoute à c e
  • t t e considération q u ' e l l e e s t l a seule dont nous possédions l e p o r t r a i t , actuellement à l ' E g l i s e de S t Sulpice, l a curiosité vous prend de connaître un peu plus l e s o r i g i n e s et l a v i e de c e l l e q u i a marqué s i profondément de son
  • empreinte l a v i e de ce Monastère dont i l ne r e s t e p l u s que des r u i n e s austères e t mélancoliques. Partant donc de ce tableau, dont l e visage q u ' i l r e présentait nous i n t r i g u a i t par son a t t i t u d e à l a f o i s r e c u e i l l i e , résolue e t pleine d
  • ' i n t e l l i g e n c e , nous avons commencé n o t r e quête. Le hasard, providence des chercheurs, nous ayant f a v o r i sé, nous ne tardions pas à f a i r e des découvertes importantes dont l a succession, l e s unes après l e s autres, nous a entraîné à une v i sion plus
  • vaste e t plus étendue de l ' h i s t o i r e que nous souhaitions montrer. C'est a i n s i que nous nous sommes trouvés en présence de deux f a m i l l e s , l'une percheronne, l ' a u t r e bretonne dont l a longue h i s t o i r e au Service de l a France e t du Duché de Bretagne
  • s'est révélée une ascension continue dans l e s honneurs, l a g l o i r e , l a f o r t u n e et l a r e l i g i o n . [. Aussi, avons-nous pensé qu'un préliminaire s'imposait e t q u ' i l était opportun de r e l a t e r dans ses grandes l i g n e s l'épopée de ces .deux f a m i l
  • l e s dont l ' i n f l u e n c e p o l i t i q u e e t r e l i g i e u s e a été prépondérante, c e c i aidant à mieux cerner l e s o r i g i n e s e t l a personnalité de MARGUERITE D'ANGENNES, ses hautes r e l a t i o n s , sa v i e r e l i gieuse e t son i n f l u e n c e
  • réelle e t o c c u l t e . Rappelons que MARGUERITE D'ANGENNES e s t née vers 1580, probablement hors de Bretagne. Ses parents étaient Jean d'ANGENNES et Marguerite THIERRY de BOISORCANT, eux-mêmes issus des Familles T h i e r r y e t d'Angennes. FAMILLE d'ANGENNES Les d'Angennes
  • que nous étudierons en premier étaient une Maison ancienne du Piérche t i r a n t son nom de l a t e r r e d'Angennes située dans les paroisses de Brezolles e t de Grucey, elles-mêmes dans l e Thimerais, région de Senonches. Très ancienne puisqu'on en retrouve l a trace, sans qu'on
  • puisse l a s u i v r e , dès l e XIV ème siècle, e l l e e s t connue par Regnault d'Angennes, Ecuyer, l e premier du nom que l'on puisse c i t e r dès 1304. Dès c e t t e époque apparaissent également : - Guillaume d'Angennes, Ecuyer - Jean d'Angennes, Chevalier - René d'Angennes
  • , Seigneur d e J / i t r a y puis, - Robert d'Angennes dont on ne peut exactement préciser les l i e n s de parenté ou de f i l i a t i o n pouvant e x i s t e r entre eux. En f a i t , l e premier dont on s u i t l a descendance jusqu'à Marguerite d'Angennes est Robert d'Angennes, déjà
  • Seigneur de Rasbouillet e t de Marolles dont l e s quatre descendants : Hugues, Jean d i t Sapin, Regnault, Jeanne commencent l'ascension de c e t t e f a m i l l e q u i ne cessa de s'élever jusqu'au XVIIIème siècle. Tandis que Jdan d i t Sapin, en r a i s o n de sa haute t a i l l e
  • et de sa minceur, meurt sans postérité'et léguera ce sobriquet à d'autres membres de sa f a m i l l e dont i l semble que ce s o i t une caractéristique physique, Hugues, épouse. Jeanne de B r o u l l a r d , dame de Marconville e t du parc de Maintenon dont i l a deux enfants
  • : - Jean d'Angennes, déjà aux côtés du Roi, tué à l a b a t a i l l e d'Azincourt en 1415 e t , - Jacqueline d'Angennes Jeanne épousera Gharles de Vendôme dont naîtra Jean de Vendôme. Regnault, 3ème f i l s de Robert avancera plus l o i n dans l a course aux honneurs e t parviendra l e
  • premier dans l'entourage imméd i a t du Roi Gharles V, entourage r o y a l que l a f a m i l l e ne q u i t t e r a plus. On l e r e t r o u v e en e f f e t Capitaine du Louvre à P a r i s en 1392, p u i s en 1398, Chevalier e t Chambellan du Roi. Ses services sont appréciés e t
  • on l e q u a l i f i e à p a r t i r de 1399 non p l u s de "pri- mus v a l e t u s scindent coram régi" mais "dominus Reginaldus Cambellanits régis". En dépit de péripéties inévitables, on peut dès l o r s a f f i r m e r qu'à p a r t i r de c e t t e époque l a f a m i l l e
  • d'Angennes sera p a r t i e intégrante de l'entourage immédiat du Roi e t de sa Cour e t q u ' e l l e y f e r a l a preuve de son habileté, de son sens des a f f a i r e s e t d'un opportunisme dont l a continuité e s t assez r a r e . Continuateur de l a lignée, Regnault, par son a l l
  • i a n c e avec Anne d ' A n g e l l i e r s , f i l l e de Louis d ' A n g e l l i e r s e t de Marie de Harcourt ( a u t r e f a m i l l e devenue aussi célèbre) en eut deux enfants : - Jean d'Angennes, l u i a u s s i appelé Sapin - Louis d'Angennes Représentant c e t t e
  • troisième génération, Jean d'Angennes, 1er du nom, d e v i e n t f a m i l i e r de Charles V I . Qualifié dès 1414 de Seigneur de l a Loupe, Gouverneur du Dauphin e t Chambellan du Roi e t du Duc de Guyenne, i l a s s i s t e au Concile de Constance au t i t r e d'envoyé du Duc de
RAP01115.pdf (MOLAC (56). un atelier de sidérurgie antique (?) en Lanvaux : le site du chapeau de Roche. rapport de sondage)
  • 29 avril 2004 relatif aux pouvoirs des préfets,à l'organisation et à l'action des services de l'Etat dans les régions et les départements ARRETE Article 1er : M OILLIC Jean-charles est autorisé(e) à procéder, en qualité de responsable scientifique, à une opération de sondage à
  • l'organisation et à l'action des services de l'Etat dans les régions et les départements ARRETE Article 1er : M OILLIC Jean-charles est autorisé(e) à procéder, en qualité de responsable scientifique, à une opération de sondage à partir de la date de notification du présent arrêté jusqu'au
  • magnétiques ponctuelles que constituent les amas de scories (B e sur la figure) et qui atténuent en partie le signal induit par la structure de combustion liée four. Cette concentration des anomalies magnétiques dans une zone impliquant de multip sources de plus ou moins forte intensité
RAP01207.pdf (VANNES (56). 55 rue de Verdun. rapport de diagnostic)
  • 29 avril 2004 relatif aux pouvoirs des préfets,à l'organisation et à l'action des services de l'Etat dans les régions et les départements ARRETE Article 1er : M OILLIC Jean-charles est autorisé(e) à procéder, en qualité de responsable scientifique, à une opération de sondage à
  • l'organisation et à l'action des services de l'Etat dans les régions et les départements ARRETE Article 1er : M OILLIC Jean-charles est autorisé(e) à procéder, en qualité de responsable scientifique, à une opération de sondage à partir de la date de notification du présent arrêté jusqu'au
  • magnétiques ponctuelles que constituent les amas de scories (B e sur la figure) et qui atténuent en partie le signal induit par la structure de combustion liée four. Cette concentration des anomalies magnétiques dans une zone impliquant de multip sources de plus ou moins forte intensité
RAP02595.pdf (PLOUER-SUR-RANCE (22). le Boisanne. une ferme du deuxième âge du fer. rapport de sauvetage urgent)
  • c . la mare p. 32 d. les constructions p.33' e. la fosse 102 p. 34 2 e m e phase : l e r e extension de la ferme *************************************** a. les limites ; évolution typologique p.36 b . extension de l'enclos d'habitat, avec construction de nouveaux
  • bâtiments p.39 c . création d'un enclos à bétail p.41 d . comblement de la mare p.41 3 ® m e phase : 2 ^ m e et dernière extension de la ferme *************************************************** a. les limites ; évolution typologique p.43 b . extension de l'enclos d'habitat p.48
  • p l i q u é e à ce s i t e . La fouille d e s trous de p o t e a u x et p e t i t e s fosses a été de beau menée avec les o u t i l s h a b i t u e l s et l o r s d e s p é r i o d e s temps. Quant aux structures imposantes (fossés, souterrain, mare), leur f o u i l l e a é t é r
  • Direction des Antiquités de Plouer sur le Bretagne Ranee Boisanne une ferme au deuxième Age du Fer DIRECTION DES ANTIQUITES DE PLOUER SUR RANCE BRETAGNE (Côtes-du-Nord) L e B o i s a n n e - F e r m e du 2 è m e A g e du F e r Rapport de fouilles - juin/juillet
  • Yves MENEZ - Conservateur des fouilles C l a u d e LE P O T I E R - V a c a t a i r e 1 1987 SOMMAIRE LE CADRE DE L'OPERATION : LA R.N. 176 - DEVIATION ENTRE DINAN ET LA RANCE 1. 2. _ l ' £ t £ d £ d/ i 1 m£a£t_ar_c]2é£l£gj L qjje_ a. recensement et cartographie
  • contexte historique P.9 2. problématique de la recherche P-^ 3. possibilités d'intégration du chantier archéologique au programme des travaux routiers 11. le_charvt£e r_ ar£he§ol£gi£U£ p.12 £S£e£t£ méth£d£l£g£que£ deJLa fi0£ilie 1. organisation du chantier a. moyens mis en oeuvre
  • p. 14 b. planning des opérations p..17 2. essai d'évaluation de la perte d'information due à la rapidité de la fouille p . 23 III. £é£ul t at £3 sc^e£tj^fjjquejs de_lJj3£éj?a_t ion ********************************** a. les fossés de limite p. 27 b . le souterrain p. 28
  • : agriculture, élevage, chasse et pêche p.49 C . les éléments chronologiques : étude du mobilier a. la céramique p.52 b. le bois p.54 c. le fer p.55 d. le bronze p.55 e . le verre p.55 IV. Jtr£n£miLS£i£n_d£s_rj§s£l_ta_ts_a£ £ublic_ V. VI. 1. journées "Portes ouvertes" p.56
  • 2. émissions télévisées et radiophoniques p.59 3. exposition; catalogue p.59 4 . panneaux sur les aires de service p-59 ' 5. congrès de l'Association Française pour l'Etude de l'Age du Fer (A.F.E.A.F. ) p.59 bilan de_JT_0£é£at_ion_ p.60 élém£nts_e£ £a^e£r_d^u£e_p£u£s
  • £i_te_d£ P £ p £ r £ t i o n d e _ f £ u i n e p.63 Fi£ure£ p.66 A^n£ex^e_l_:_C£r£ct.é£i£tiLqije£ £e£hni£ues_dtj mobi_li£r_ p.106 /\nnexe 2 : Pré-rapport d'études palynologiques et sédimentologiques p.143 TABLE DES PHOTOGRAPHIES ph. n°l : vue générale des travaux p.2 ph. n
  • 3 du souterrain p.84 fig.19: Coupe de la mare p. 85 fig.20: Coupe de la fosse 102 p . 86 fig.21: Plan de la phase 2 p. 87 fig.22: Coupe du fossé 81 p. 88 fig.23: Plan de l'intersection des fossés 81, 114 et 119 p. 89 fig.24: Coupe du fossé 114 p. 90 fig.25
  • .35: Coupe du fossé 81 p. 101 fig.36: Coupe du fossé 100/B p.102 fig.37: Coupe du fossé 125, montant le recoupement de la mare 61 fig.38: Localisation cadastrale des extensions prévues fig.39: ... p. 103 pour la fouille p. 104 Assiette en bois mise au jour dans le
  • fossé 84 p. 105 LE CADRE DE L'OPERATION La R.N.176 - DEVIATION ENTRE DINAN ET LA Photo n° 1 : vue générale des travaux fouille archéologique. 2 ; RANCE à l'arrière plan, la L ' a m é n a g e m e n t e n c o u r s e n t r e D I N A N e t L A R A N C E d e la R . N . 1
  • 7 6 s'inscrit d a n s la m i s e e n p l a c e d u p l a n R o u t i e r B r e t o n a u titre de l'axe S T - B R I E U C - N O R M A N D I E . Il c o n s t i t u e la p o u r s u i t e d ' u n e 1 è r e s e c t i o n m i s e e n s e r v i c e en 1 9 8 3 e t s e r a c o m p l é t
  • é p a r l e f r a n c h i s s e m e n t d e L A R A N C E e t la l i a i s o n R A N C E - D O L D E B R E T A G N E e n p r é p a r a t i o n p a r la D . D . E d ' I l l e et-Vilaine. D'une longueur de 9800 m, la r o u t e s e r a c o n s t i t u é e d'une c h a u s s é e b i
  • - d i r e c t i o n n e l l e , sauf au d r o i t de F L O U E R S U R R A N G E , où il y a u r a u n c r é n e a u à 2 x 2 v o i e s d e 3 k m s . Le s'élève volume total à 65 MF. 1) L ' E T U D E D'IMPACT A) Recensement des travaux, ouvrages d'art compris
  • , ARCHEOLOGIQUE et cartographie Les plans de l'opération ont des Antiquités d e B r e t a g n e le 3 I'opération de recensement et partir d e la c a r t e a r c h é o l o g i q u e la D . D . E . d e s C ô t e s - d u - N o r d . archéologique é t é c o m m u n i q u é s à la Direction
  • avril 1986. Le 11 a v r i l 1986, de cartographie des sites à était achevée et communiquée à Six s i t e s é t a i e n t localisés d a n s une bande de 100 m . de part et d'autre de l'axe du p r o j e t , datés pour quatre d'entre eux de l'époque gallo-romaine (fig. 1), l'un é t a n
  • t m é d i é v a l (motte castrale de La P r é v a u t a i s en T A D E N ) et l ' a u t r e n é o l i t h i q u e (allée couverte de Bel E v a n ) . B) Prospection systématique En mai 1986, une p r o s p e c t i o n au sol s y s t é m a t i q u e du tracé é t a i t r é a l i s
  • é e p a r l e s s e r v i c e s d e la D i r e c t i o n d e s A n t i q u i t é s d e Bretagne. M a l g r é la p r é s e n c e d e q u e l q u e s v e s t i g e s a r c h é o l o g i q u e s (tessons de céramiques et fragments de tuiles) dans certaines parcelles, aucun site
RAP01390.pdf (CARHAIX-PLOUGUER (29). centre hospitalier. rue du Docteur Menguy. rapport de fouille préventive)
  • SIGNALETIQUE LOCALISATION DE L'OPERATION SITE N°: Département : . COMMUNE: Lieu dit ou adresse : MlL... Année cadastre : . /m Coordonnées Lambert Zone : Section(s) et parcelle(s): ... Altitude xl = ./Û... f&S>... x2= yl= jp$û. $û.0.. y2= y3= r I D E N T I T E DE L'OPERATION
  • par l'opération) (om) (OUJy / ouT) NON NON Sinon, altitude du fond de fouille : R E S U L T A T S SCIENTIFIQUES MOTS CLES : (3 à 5par rubrique) *A • /y. A - Chronologie ~IC*k...Cl*OuWWU......6k/fc*AmGtW - Vestiges immobiliers :. Vestiges mobiliers : J s / ...... /fa&P
  • «(MW./\/0w(flté.:. COMMENTAIRE: LIEU DE DEPOT : du mobilier : ÛK/$. M . / # W < . ' des fonds documentaires: N° des 10 à 20 diapo. les plus représentatives fouille et mobilier) : R E F E R E N C E S BIBLIOGRAPHIQUES DU DFS ANNEE : . J.f.jll COLLABORATEUR(s) AUTEUR (nom
  • ). Le non restect de ces régies constitue un déiit de contrefaçon puni par l'article 425 du code pénal. SOMMAIRE VOLUME 1 F i c h e signalétique I - INTRODUCTION - C a d r e d e l'opération Historique et contexte archéologique Historique d e la fouille Résultat du diagnostic
  • Problématiques d e la fouille Méthode O r g a n i s a t i o n d e l'équipe s u r le terrain Générique d e l'opération documentation // - OCCUPATION A L'EPOQUE p. 1 p. 1 p. 4 p. 4 p. 4 p.7 p. 9 p. 11 p. 12 ANTERIEURE GALLO-ROMAINE p. 13 11.1 - LES DECOUVERTES p. 14 Les structures p
  • . 14 Le mobilier. p. 17 11.2 - INTERPRETATION p. 17 Identification Environnement p. 17 p. 17 /// - PRESENTATION DE LA CHRONOLOGIE 111.1 - PRESENTATION ANTIQUE p. 24 111.2 - ORGANISATION ET EVOLUTION DE LA RUE III -2 - 1 - P h a s e I p. 2 5 III - 2 - 2 - P h a s e III-2
  • -3-Phase III-2 - 4 - P h a s e III-2 - 5 - P h a s e III -2 - 6 - P h a s e III-2 - 7 - P h a s e p. p. p. p. p. p. II III IV V VI VII, VIII, IX 26 28 30 31 34 37 IV-ORGANISATION ET EVOLUTION DE L'ILOT OUEST IV -1 - PREMIERE OCCUPATION GALLO-ROMAINE : PHASE I IV - 1 - 1
  • - S é q u e n c e 1 IV - 1 -1 - 1 - S e c t e u r I et II, z o n e 1 p. 51 IV -1 - 2 - s é q u e n c e 2 IV -1 - 2 - 1 - S e c t e u r I et II, z o n e 1 p. 5 3 IV -1 - 3 - s é q u e n c e 3 IV -1 - 3 - 1 - S e c t e u r I et II, z o n e 1 I V - 1 - 3 - 2 - S e c t e u r III
  • IV - 1 - 4 - Interprétation p. 5 5 p. 5 5 p. 6 4 IV - 2 - CONSTRUCTIONS A. B et C : PHASE II IV - 2 - 1 - s é q u e n c e 1 IV - 2 - 1 - 1 - Description d e la construction A IV - 2 - 1 - 2 - N i v e a u x a u nord du bâtiment A IV - 2 - 1 - 3 - Description d e la construction
  • B p. 6 6 p. 69 p. 7 0 IV - 2 - 2 - s é q u e n c e 2 IV - 2 - 2 - 1 - Description d e la construction A IV - 2 - 2 - 2 - Description d e la construction C IV - 2 - 2 - 3 - Description d e la construction B p. 77 p. 80 p. 81 IV - 3 - CONSTRUCTIONS D. E et C : PHASE III IV - 3
  • - 1 - s é q u e n c e 1 IV - 3 -1 - 1 - A b a n d o n temporaire d e la construction A IV - 3 - 1 - 2 - A b a n d o n temporaire d e la construction B p. 8 5 p. 8 5 IV - 3 - 2 - s é q u e n c e 2 IV - 3 - 2 - 1 - Description d e la construction D IV - 3 - 2 - 2 - Description d e
  • la construction E p. 88 p. 9 4 IV - 3 - 3 - s é q u e n c e 3 IV - 3 - 3 - 1 - R e p r i s e s a u s e i n d e la construction D IV - 3 - 3 - 2 - R e p r i s e s a u s e i n d e la c o n s t r u c t i o n E p. 102 p. 105 IV - 3 - 4 - s é q u e n c e 4 IV - 3 - 4 - 1 - I n c e
  • n d i e a u s e i n d e la c o n s t r u c t i o n D p. 108 IV - 3 - 5 - s é q u e n c e 5 IV - 3 - 5 - 1 - N o u v e l l e s r e p r i s e s a u s e i n d e la construction D p. 108 IV - 4 - Abandon et r é o c c u p a t i o n de la construction D et E : PHASE IV IV - 4 - 1
  • - A b a n d o n et réoccupation d e la c o n s t r u c t i o n D p. 112 IV - 4 - 2 - A b a n d o n d e la construction E p. 117 IV - 5 -1 - s é q u e n c e 1 IV - 5 - 1 - 1 - R e c o n s t r u c t i o n du bâtiment C bis p. 1 1 8 IV - 5 - 2 - s é q u e n c e 2 IV - 5 - 2 - 1
  • - R e c o n s t r u c t i o n du bâtiment D IV - 5 - 2 - 2 - R e c o n s t r u c t i o n du bâtiment E IV - 5 - 2 - 3 - Evolution a u s e i n d u bâtiment C bis p. 121 p. 1 2 3 p. 1 2 3 IV - 5 - 3 - s é q u e n c e 2b IV - 5 - 3 - 1 - Evolution a u s e i n du bâtiment C bis p. 1
  • 2 4 IV - 5 - 4 - s é q u e n c e 2c IV - 5 - 2 - 1 - Evolution a u s e i n du bâtiment C bis p. 1 2 4 IV - 6 - REPRISES DES BATIMENTS D et C : PHASE VI. IV - 6 -1 - s é q u e n c e 1 IV - 6 - 1 - 1 - R e p r i s e a u s e i n du bâtiment C bis IV - 6 - 1 - 2 - R e p r i s e
  • a u s e i n du bâtiment D p. 1 2 7 p. 1 2 7 IV - 6 - 2 - S é q u e n c e 2 IV - 6 - 2 - 1 - Réoccupation et a b a n d o n du bâtiment D p. 1 2 9 IV - 6 - 2 - 2 - A b a n d o n d e la construction E p. 1 3 6 IV.7 - SEPULTURE : PHASE VII p. 137 IV.8 - INTERPRETATION p. 1 3 9
  • p 150 V.1.2-INTERPRETATION Mise en évidence d'un cadre parcellaire p. 160 p. 1 6 0 Nature de l'activité Datation V.2 - DEVELOPPEMENT p. 160 p. 160 ARCHITECTURAL DE L'ILOT AU Ile ET llle SIECLES p. 161 V.2.1 - L E S DECOUVERTES p. 161 - AMENAGEMENT D'UNE M A Ç O N N E
  • R I E DANS LA PARTIE SUD Localisation p. 161 p. 161 -ENSEMBLE F - p. 1 6 3 Organisation Construction p. 1 6 3 p. 169 - ENSEMBLE G - p. 172 C O N S T R U C T I O N PRINCIPALE Organisation Construction S T R U C T U R E EN BOIS AU NORD p. 172 p. 1 7 2 p. 1 7 2 p. 179
  • - L E S ESPACES EXTERIEURS - p. 183 Zone empierrée Aménagements p. 183 p 191 et zone de terre végétale particuliers V.2.2 - INTERPRETATION Organisation générale p 193 de l'îlot Indices d'une occupation artisanale au nord Organisation Organisation Etablissement générale
RAP02498.pdf (PLOUER-SUR-RANCE (22) - une ferme de l'armorique gauloise : le boisanne. rapport de fouilles préventives et rapports d'analyses 1988-1989)
  • . 3.4. 49 La mare la zone "à de m i s e en é v i d e n c e bâtiments statuettes" p. des structures périphériques et t r o u s de p o t e a u x Etude du mobilier 66 des successifs fosses p. 68 p. 71 : 3.4.1. La céramique protohistorique p. 74 3.4.2. La
  • a n de détail n' 6 p. 59 F i g . 57 : p l a n de détail n° 7 p. 58 F i g . 58 : coupes à t r a v e r s l a mare p. 60 F i g . 59 : intérieur du s o u t e r r a i n p. 62 F i g . 60 : p u i t s d'accès du s o u t e r r a i n , d e p u i s l a s u r f a c e . , p. 62 F i
  • UNE FERME DE L'ARMORIQUE GAULOISE LE BOISANNE A PLOUER-SUR-RANCE ( Côtes d'Armor ) Par Yves Menez rapport de f o u i l l e p l u r i a n n u e l l e À la mémoire de J e a n - Y v e s COTTEN SOMMAIRE AVANT—PROPOS P- 1 AVERTISSEMENT p. 3 PREMIERE 1 - 2 - PARTIE
  • Les 2.2 2.3 - n é c e s s i t é s - l'intervention Contraintes inhérentes de f o u i l l e d ' u r g e n c e ... p. 11 ... p. 13 Méthodologie adoptée l ' o p é r a t i o n d'urgence à la situation pour conjoncturels et scientifiques l a p o u r s u i t e de l a f
  • o u i l l e en programmée Bilan de l ' o p é r a t i o n en d'urgence p. Problématique et méthodologie adoptée l a d e u x i è m e p h a s e de l ' o p é r a t i o n critique Evaluation de des l ' o p é r a t i o n 4.2.1. Les 4.2.2. Le Préambule à de la p
  • . perte p. 17 p. 17 p. 18 p. 19 d'informations mobilier des 16 archéologique structures l'analyse 14 pour coûts 4.2. Essai d ' é v a l u a t i o n méthodes u t i l i s é e s - du 10 Analyse aux 5 p. p. 4.1. 5 de L'ETUDE . .. Eléments faveur de opération
  • 3.2. due DE O b j e c t i f s s c i e n t i f i q u e s et méthodes i n i t i a l e m e n t pressentis pour l'opération 3.1. 4 GENESE Aspects conjoncturels et scientifiques c h o i x d ' u n e s t r a t é g i e de f o u i l l e en conditions d'urgence 2.1 3 - données Les
  • DEUXIEME PARTIE 1 - - A N A L Y S E - S B » STRUCTURES Description ^^-H-'-^rr fini•!i• A 2.1. Les fossés > fM n 1) fi d 1 o q i g u p ^ f ' H i é - A n e r t j s e ^ des 2.1.2. Essai 2.1.3. A n a l y s e s des r e l e v é s intersections de stratigraphies typologie
  • en plan 20 • ^M 2.1.X- p. p. 20 p. 39 p. 43 des 2.1.4. 2.2. Les C h r o n o l o g i e r e l a t i v e de l a m i s e p l a c e d u s y s t è m e de c l ô t u r e t r o u s de p o t e a u x plans 2.3. Les fosses 51 de q u e l q u e s excavations 59
  • 2.3.2. Le p. 61 p. 64 souterrain L a f o s s e 102 Fosses de p l a n t a t i o n ou f o s s e s d ' a r r a c h a g e : i n d i c e s en f a v e u r d'une a r b o r i c u l t u r e ? 3.2. Essai Etude p. 65 sanctuaire D e s c r i p t i o n de 3.5. p. des p. 3.1
  • c é r a m i q u e gallo-romaine p. 75 3.4.3. Les statuettes p. 77 3.4.4. Les restes p. 78 3.4.5. Le m o b i l i e r m é t a l l i q u e p. 79 p. 80 p. 82 Faut-il parler en t e r r e . . . . . . . . . . . blanche animaux de s a n c t u a i r e ? 4
  • - L'enclos 5 - Les chemins p. 84 6 Les c a r r i è r e s p. 91 - funéraire TROISIEME PARTIE RECUEILLIS 1 - 2 - sur : analyse p. 2.3.1. Un p o s s i b l e 3.3. recherche de b â t i m e n t s 2.3.3. 2.3.4. 3. - en ANALYSE DO M O B I L I E R ET DES PRELEVEMENTS Les
  • c o n d i t i o n s de d é p ô t du m o b i l i e r tentative d'interprétation Etude du m o b i l i e r céramique : : tentative p. de chronologie 2 . 1 . I n f l u e n c e des c o n d i t i o n s de d é p ô t du m o b i l i e r l ' é t u d e de l a c é r a m i q u e : n é
  • c e s s i t é d ' u n e analyse globale p. 2.2. 2.3. Méthode d'analyse 95 du m o b i l i e r T e n t a t i v e de phasage basée s u r l ' é t a t a c t u e l de l a c o n n a i s s a n c e de l a céramique r é g i o n a l e e t une a n a l y s e de d i s p e r s i o n de
  • critères typologiques p. 98 99 2.3.1. Principes généraux de l ' é t u d e 2.3.2. Méthodes d ' é l a b o r a t i o n d'une synthèse, p . 1 0 2 p.101 Synthèse des données et comparaisons typologiques p.103 2.3.3. 2.3.4. Phasage céramique et c r i t i q u e de l a méthode 2
  • . 4 . Etude s t a t i s t i q u e de quelques c r i t è r e s l i é s à l a f a b r i c a t i o n ou l ' u t i l i s a t i o n des céramiques p.137 p. 1 3 8 2 . 5 . Les matériaux des céramiques : étude p é t r o archéologique p.144 3 - Les céramiques d'importation 3 . 1 . Les
  • amphores p. 1 5 0 3 . 2 . L'olpé en céramique ampuritaine p.151 4 - Le mobilier m é t a l l i q u e p. 1 5 1 5 - Le verre et l e l i g n i t e p. 1 5 4 6 - Pesons et f u s a ï o l e s p. 1 5 5 7 - Le mobilier l i t h i q u e p. 1 5 5 8 - Le creuset de bronzier p. 1 5 6 9
  • - La faune 9 . 1 . Préambule : note sur la conservation d i f f é r e n t i e l l e des os sur le s i t e p. 1 5 7 9 . 2 . Etude de la faune 9.2.1. Analyse du m a t é r i e l osseux p. 1 5 7 9.2.2. Bilan de l ' é t u d e p. ÎO - Les coquillages 166 p. 1 7 0 11 - La ferlag
  • ^ d u ^ t o î ^ r a g e ^ ^ a n a l y o g s palynologiques^ët jan^ïr^^5ïogiq^es~~ 1 1 . 1 . Analyses polliniques p. 1 7 0 1 1 . 2 . Analyses anthracologiques ^ p.171 f 1 2 - (La ferme- du^go^aimej^^nalyse^ carpologique^f . . p. 1 7 6 13 - Analyses sédimentologiques et
  • micromorphologiques 1 3 . 1 . Analyses sédimentologiques p.178 1 3 . 2 . Analyses micromorphologiques p.181 14 - De l a r e p r é s e n t a t i v i t é du mobilier et des prélèvements r e c u e i l l i s : une analyse c r i t i q u e de l ' é c h a n t i l l o n a g e p.185 ET EVOLUTION
RAP03509 (AUCALEUC (22). La Mégrais, lotissement Le Castel d'Anne. Rapport de diagnostic)
  • correspondre à la pars rustica du domaine. Tr 1 10 1 9 8 2 6 7 5 4 3 2 mare O Tr 1 - F2 terre végétale E arène jaune-orangée 0 1m Echelle : 1/50 1 0 5 10m Echelle : 1/500 1 - Sédiment argilo-graveleux brun-gris avec quelques blocs de quartz et fragments de tuiles. 2
  • ). Commune d’ Aucaleuc (22), La Mégrais, Lotissement «Le Castel d’Anne» N= 7263100 1342 208 1376 E= 1320800 Inrap · RFO de diagnostic E= 1320700 30 1344 1343 1345 1346N= 7263100 du 1347 1350 Pré 209 1351 1348 Meffray 210 1352 1349 1359 DF E du Pré Meffray 1165
  • 4 00 2 1. 10 1 16b 17 3 4 1 2 1 957 15 211 1 1 1358 10 2 7 .5 N= 7263000 1357 562 1 290 N= 7262900 N= 7262900 864 291 292 1124 1123 50 100m Emprise du diagnostic 1125 293 E= 1320800 Echelle : 1/1250 E= 1320700 0 Fig. 2 Plan général du
  • - Sédiment argilo-graveleux brun-gris clair marbré orange avec quelques blocs de quartz et fragments de tuiles, hydromorphie. Fig. 5 Tranchée 1, coupe stratigraphique est-ouest dans la mare F2 attribuée à l’Antiquité (© A. Desfonds). À l’extrémité sud de la tranchée Tr1, une dépression
  • comblée de sédiment argilograveleux mêlant blocs de quartz et nombreux fragments de tuiles (tegulae) est interprétée comme une mare. Au sud, un petit fossé se greffe sur cette structure qui a donc pu servir de collecteur d’eau pluviale. Les limites de la mare ne sont pas cernées mais
  • structure, une mare sans doute comblée dans un second temps par des apports de blocs de quartz et rejets de tuiles architecturales concassées. L’hypothèse que ces matériaux aient pu servir à renforcer 34 Inrap · RFO de diagnostic Commune d’ Aucaleuc (22), La Mégrais, Lotissement «Le
  • Castel d’Anne» les berges de la mare dans le cas d’une utilisation comme abreuvoir à bestiaux est également envisageable. Cette mare est la seule structure autre que les fossés que nous attribuons à la période gallo-romaine. L’absence totale de trous de calage de poteau, de fosses ou
  • cadastre napoléonien ou les entités archéologiques repérées par prospection aérienne. (© A. Desfonds). À l’issue de l’intervention, il semble que l’Antiquité ne soit représentée que par un réseau de fossés parcellaires et une mare comblée participant probablement de la pars rustica de
  • supplémentaires. Bibliographie Égal E., Le Goff É., Schroetter J-M., Hallégouët B., 2011 - Carte géologique de la France au 1/50000e, feuille Dinan (245), notice explicative, Orléans, BRGM, 196 p. Hamon A.-L., 2015 - Aucaleuc et Quévert (Côtes-d’Armor - ZAC de Bel Air), Charbonnage et bas
  • , section B, feuille 1) (© A. Desfonds). Fig. 4 Tranchée 16, coupe stratigraphique dans le fossé F6 attribué au parcellaire napoléonien (© A. Desfonds). Fig. 5 Tranchée 1, coupe stratigraphique est-ouest dans la mare F2 attribuée à l’Antiquité (© A. Desfonds). Fig. 6 Tranchée 16bis