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RAP02119.pdf (OUESSANT (29). mez notariou. rapport final de synthèse de fp3 2003-2005)
  • R A T E G I E S D E F O U I L L E 6.1. L A Z O N E N O R D D U SECTEUR 5 6.2. L A Z O N E SUD D U SECTEUR 5 6.3 L E SECTEUR 2 ET L A V O I E A N C I E N N E Us.63 C H A P I T R E 2 L E DÉPÔT - S A N C T U A I R E DU B R O N Z E M O Y E N : Us. 238 1. L ' O R G A N I S A T I O N
  • G E N E R A L E 1.1. TOPOGRAPHIE G E N E R A L E 1.2. LES L I M I T E S D U D É P Ô T Us.238 1.3. L A STRUCTURE D U D É P Ô T Us.238 2.1. PROFIL G E N E R A L 2.2. LES FOSSES : S4076, S.4081, S.4082 3. L E L I M O N Us.236 3.1. N A T U R E E T STRUCTURE 3.2. M O B I L I E R 3.3
  • . D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 4. L E S T E R R E S Us.245 4.1. N A T U R E E T STRUCTURE 4.2. M O B I L I E R 4.3. D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 5. S O L BRÛLE Us.250.275 - F O Y E R S. 4074 5.1. N A T U R E E T STRUCTURE 5.2. M O B I L I E R 5.3
  • . D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 6. L E S O L Us.272 6.1. N A T U R E E T STRUCTURE 6.2. M O B I L I E R 6.3. D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 7. L A C O U C H E D E T E R R E G R I S E Us.255 7.1. N A T U R E E T STRUCTURE 7.2. M O B I L I E R 7.3 D A T
  • A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 8. L E DÉPÔT D E C O Q U I L L A G E S Us.239 8.1. N A T U R E E T STRUCTURE 8.2. L E M O B I L I E R 8.3. D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 9. L E S T E R R E S G R I S E S F I N E S Us.271 9.1. N A T U R E E T STRUCTURE 9.2. M O
  • B I L I E R 9.3. D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 10. L E S S T R U C T U R E S S.3930, S.3921 E T S.4068 10.1 LES OURSINS DES STRUCTURES S.3930 E T S.3921. 10.2. L A P L A Q U E D ' A R G I L E S.4068 11. L E S S E D I M E N T S O R G A N I Q U E S Us.267/270 11.1
  • . L E SOL Us.270 11.2. L E D É P Ô T Us.267 12. L E S DÉPÔTS L I M O N E U X Us.234/242 12.1. N A T U R E E T STRUCTURE 12.2. L E M O B I L I E R 12.3. I N T E R P R E T A T I O N 13. L A C O U C H E D E T E R R E O X Y D E E Us.251 13.1. N A T U R E E T STRUCTURE 13.2. M O B I L I
  • E R 13.3. D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 14. L A C O U C H E D E T E R R E S O M B R E Us.252 E T OSSEMENTS Us.266 14.1 . N A T U R E E T C O M P O S I T I O N 14.2. L E M O B I L I E R 14.3. I N T E R P R E T A T I O N - D A T A T I O N 15. L ' H O R I Z O N D E S
  • E D I M E N T S Us.244/Us.264 15.1. L A C O U C H E D E TERRE OSSEMENTS ET POTERIES Us.244 15.2. L A C O U C H E D E SEDIMENTS Us.264 15.3. C O N C L U S I O N 16. L A C O U C H E D E C O Q U I L L A G E S Us.263 16. N A T U R E D E L A COUCHE 16.2. L E M O B I L I E R 16.3. D
  • A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 17. L A P L A Q U E D E T E R R E Us.262 17.1. N A T U R E D E L A COUCHE 17.2. L E M O B I L I E R 17.3. D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 18. L E L I T D E C O Q U I L L A G E Us.247 18.1. N A T U R E E T STRUCTURE 18.2. L E
  • M O B I L I E R 18.3. D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 19.1. 19.2. 19.3. 19.4. L A C O U C H E Us.249 L A C O U C H E D E PATELLES Us.226 L A C O U C H E D E TERRE Us.235 LES SECTEURS M E R I D I O N A U X PERTURBES Us.l46e-146.7 et 148 20. L E S S T R U C T U R
  • E S D E P I E R R E A S S O C I E E S A U X DÉPÔTS Us.238 20.1 LES PIERRES Us.258 ET US.257 20.2. LES D A L L E S S.3910 20.3. LES EMPREINTES D E PIERRES Us.227 20.4 C O N C L U S I O N 21. C O N C L U S I O N : R E F L E X I O N S A PROPOS D E L'Us.238 21.1. D A T A T I O N ET D
  • U R E E 21.2. O R G A N I S A T I O N 21.3. F O N C T I O N : U N E F O N C T I O N RELIGIEUSE A V E R E E A U C Œ U R D ' U N SANCTUAIRE CHAPITRE 3 L E S GRANDES F O S S E S D E L A Z O N E NORD DU S E C T E U R 5 1. L E S V E S T I G E S D E L A F O S S E US. 222 1.1. 1.2
  • . 1.3. 1.4. 1.5 LE PROBLEME LES DEPRESSIONS Us.222 (fig.25 à 29) L E R E M P L I S S A G E PROFOND Us.218 L E P L A N C H E R D E l'US.222 CONCLUSION 2. L E S V E S T I G E S D E L A F O S S E US.229 2.1. L A FOSSE Us.229 ET L ' E T A T DES CONNAISSANCES ( fig.25à 29) 2.2. L A F O
  • U I L L E ET L E REMPLISSAGE PROFOND 2.3. D A T A T I O N ET I N T E R P R E T A T I O N 3. C O N C L U S I O N S OU P E R S P E C T I V E S ? C H A P I T R E 4 : L E S V E S T I G E S D E L A Z O N E SUD DU S E C T E U R 5 1. L E S O L N A T U R E L E T L E S LIMONS Us.118 1.1
  • . N A T U R E D U SOL 2.2. E T A T A C T U E L D U SOL N A T U R E L 1.4. LES TROUS D E P O T E A U X 2. L E S SEDIMENTS Us.273 2.1. L A STRUCTURE 2.2. L E M O B I L I E R 2.3. I N T E R P R E T A T I O N - D A T I O N 3. L ' H O R I Z O N D E P I E R R E S Us.280 E T L A S T R
  • U C T U R E Us.279 3.1. L ' H O R I Z O N D E PIERRE Us.280 3.2. L A STRUCTURE Us.279 3.3. C O N C L U S I O N 4. L E S T E R R E S ANTIQUES Us.135 4.1. L A STRUCTURE 4.2. D A T A T I O N - I N T E R P R E T A T I O N 5. L E S SEDIMENTS Us.233 5.1. L A STRUCTURE 5.2. L E M O B
  • I L I E R 5.3. I N T E R P R E T A T I O N 6. L E S C O U C H E S S U P E R F I C I E L L E S 6.1. L ' U s . l l 5 6.2. L ' U s . l l 6 6.3. L'Us.OO 7. CONCLUSIONS C H A P I T R E 4. L E S V E S T I G E S D E V O I E Us.63, S E C T E U R 2 1. I N T R O D U C T I O N 2. L E S
  • gisement archéologique descend donc en pente douce vers le sud - sud-ouest. L'assiette du site correspond à un banc arénitique (Us. 17) d'une centaine de mètres de large du nord au sud étendu au pied d'une croupe de roches granitiques mais au-dessus d'un talweg creusé dans des
  • micaschistes. Ceci explique la formation du replat par érosion différentielle. Dans la zone fouillée, et semble-t-il sur une aire plus vaste d'après les observations faites le long des tranchées de prospection (1988), l'arène granitique issue de la décomposition des granités en place (Us
RAP03096.pdf (LAIGNELET (35). Rapport de sondage)
  • Fondation Américaine « History Flight » en Février 2012. 2  Recherche : Le recherche s’est effectuée par la Fondation Américaine « History Flight », fondation agréée par le gouvernement des Etats-Unis dans la recherche des disparus de guerres. Professeur PANTEL 3  Plan de
RAP00565.pdf ((56). quatre communes du Morbihan : carentoir)
  • and tile coul d indicate that this happened before brick and tile were in common use. Both trenches have shown that lynchets could have a complicated history, with their origins in other features. From the point of view of land-use history, the pottery suggests that this area of Ruffiac
  • EAST BRITTANY SURVEY: QUST-VILAINE UATERSHED REPORT ON FIELDWORK IN MARCH-APRIL 1985 The fourth season in a programme of fieldwork, itself part of a larger, multi-discipl inary study of the rel ati onshi p between land-use and seulement during the last two thousand years, took
  • covered, ail fields under plough and with young crop within the three transects were walked at 50m 1 intervais, using collection units of 100m; field conditions, features, présence of schi ste and local pronunci ations were noted on standardised recording forms. 463 fields were thus
  • . As in previous years there were considérable variations in the concentration of recovered material, and the same conventions are hereby used to distinguish between them: fields in which more than two neighbouring units each produced five or more sherds of the same broad period (or five
  • that are mapped, far less than in 1984, while a further 39% were up to 500m, and 25.6% more than 500m, away; it was largely sites in F that caused this anomaly. Comparison was systematical ly made with the early nineteenth-century pattern of land-use and settlement, as evidenced by the ancien
  • in nineteenth-century meadow and/or pasture (3.8%), marginal 1 ande (unculti vated land, not fallow - a high 8.6%), woodl and (0.5%), curtilage and areas of mixed land-use; ail but the latter suggest some measurable change in land-use by indicating pre-nineteenth-century arable or settlement
  • . In some parts cadastral land-use, naming and road patterns themselves indicate former settlement sites, especially where very small fields of very mi scell aneous^ land-use are arranged in relation to tracks, like the curti 1 agesand clos that surround settlements both now
  • tests suggested that thèse were only useful if taken at much narrower intervais. Schiste was collected, totally from A107, D221 and B216, and in a limited sample from B347 (from one square in every nine). This was subsequently classified in three colour catégories (black/grey, green
  • interests put their mark on this landscape. The bank, which lies in an area of nineteenth-century meadow and is not shown on the ancien cadastre, may therefore relate to earlier land-use; the lynchet lies at the edge of the château arable, about which - at least - it should furnish some
  • useful information. After three days préparation, excavation took place over eight days with a team of nine people, making a total of 52 working days. The weather during this period was appalling, with torrential rain and high winds: one complète day was lost and extremely difficult
  • conditions prevailed on another three. Excavation therefore had to be more limited than was intended. The excavation strategy was similar to that used by Martin Bell to sample lynchets and valley bottoms in the south of England (Bell 1977; 1983). A 2m-wide trench, 14m long, was eut across
  • the large lynchet (Site Tl), and a lm-wide trench, 18m long, across the bank (Site T2). This was done using a JCB, a method that would allow a preview of the stratigraphy . lm-wide trenches were excavated to the side of the machine cuts, and thèse were divided into mètre squares
  • to facilitate excavation and recording. Soil was excavated using trowels and ail the finds, with the exception of schiste, were three-dimensional ly recorded. Because of the quantities recovered and the lack of time, the schi ste was collected in 5cm spits. The bad weather prevented total
  • of the 18 mètre squares) was dug. Soil samples for micromorphol ogical and pollen analysis were taken in columns from the sections, using purpose-made meta! containers. Small test holes were also eut by machine at every 15m to the north of Trench 1 (up the side of the south-facing valley
  • area, with 11% of fabric 5, a soft cream fabric used for médiéval table wares. There was a small proportion of both Roman and early médiéval types (3% [fabrics 13 and 16] and 2% [fabric 10] respecti vel y; see below, 10). The absence of the highly fired quartz-tempered wares
  • practice. Since the two trenches showed différent amounts of soil buildup and material in the two areas, changes in manuring practice rather than lapse in cultivation may be more relevant in explaining the data from Trench 1. The land-use around Trench 2 clearly changed when
  • there, with some useful focussing on early modem, pre-cadastral use: the relevant problems are those of distinguishing manuring from settlement scatters and of determining the extent of scatter generated from inhabited buildings (Astill and Davies 1984c: 55-8). It is even clearer that crude
  • at the side of the field and not beyond; at the petit château of Gre'e Orlain there were fields that were 'blank' a short distance between inhabited buildings and 'probable sites'. Of course, it is not merely past settlement that is of interest but past land-use too. As demonstrated
  • -use can also be helpful here. Sites like Trench 2 - which fall in areas of early nineteenth-century meadow or 1 ande are likely to represent pre-nineteenth-century activity, and as the excavation clearly demonstrates sometimes cultivation, pace our earlier suggestion (Astill
  • as coniferous) can hardly be more than two hundred years old. In such ways surface scatters, in association with other évidence, are beginning to suggest precisely localisable changes in land-use, especially during the 1 ast millenium. This year also saw a major attack on the problem
RAP01926.pdf (OUESSANT (29). vestiges antiques et de l'âge du bronze : rapport intermédiaire de fouille programmée)
  • 2. LES SOLS ET HORIZONS ANCIENS DU BRONZE ANCIEN ET MOYEN 2.1. DANS LA PARTIE MERIDIONALE 2.2. DANS LA PARTIE SEPTENTRIONALE 3. LE DÉPÔT Us.238 3.1. L'ORGANISATION GENERALE 3.2. LA COUCHE DE PATELLES Us.239 3.3. LES COUCHES Us.252 ET 266 3.4. LES STRUCTURES.S.3921 ET 3930 ET LES
  • AIGUILLES D'OURSINS 3.5. LA COUCHE DE SEDIMENTS Us.264 3.6. LA COUCHE DE TERRE OSSEMENTS ET POTERIES Us.244 3.7. LA COUCHE DE COQUILLAGES Us.263 3.8. LA PLAQUE DE TERRE Us.262 3.9. LE LIT DE COQUILLAGE Us.247 3.10. LA SELECTION OSSEUSE AU SEIN DU DÉPÔT Us.238 3.11. CONCLUSION A PROPOS
  • DES DÉPÔTS Us.238 CH. 3 LES STRUCTURES D'EPOQUE GALLO-ROMAINE 1. LES VESTIGES DE LA FOSSE US. 222 1.1. LE PROBLEME 1.2. LES DEPRESSION Us.222 1.3. LE REMPLISSAGE PROFOND Us.218 1.4. LE PLANCHER DE l'US.222 1.5 CONCLUSION 2. LES VESTIGES DE LA FOSSE US.229 2.1. LA FOSSE Us.229 ET
  • et, à l'ouest, par un autre talweg moins marqué, orienté nord-sud, affluent du précédent. Le sol du gisement archéologique descend donc en pente douce vers le sud, sud-ouest. 5 L'assiette du site correspond à un banc arénitique (Us. 17) d'une centaine de mètres de large du nord
  • des tranchées de prospection (1988), l'arène granitique issue de la décomposition des granités en place (Us. 17) est recouverte par deux couches de formation complexe mais stériles en ce qui concerne la période de l'Age du Fer (Us.07 et Us. 16). Les analyses micro-morphologiques et
  • , brièvement, les principaux éléments archéologiques accumulés au fil du temps et redécouverts par les fouilles (fig.4) : 2.1.1. Un établissement néolithique Un établissement d'époque néolithique apparaît au cœur d'une épaisse couche de limon recouvrant la zone centrale du site (Us. 16
  • , secteur 1) : au fond de cette couche, des plaquettes de granité, à cassures fraîches, évoquent un arrachement de la pierre dans une zone proche du site ; l'existence d'une carrière est envisagée au nord de celui-ci. L'interface entre la couche Us. 16 et la couche supérieure (Us.07
  • site du Bronze final Les vestiges du Bronze final III apparaissent sous deux formes : - Une base de tumulus (Us.68) livrant quelques vestiges osseux du défunt et aussi d'animaux (bovidés) ainsi qu'un collier de perles de bronze, de verre et d'os. La base d'un autre tumulus, peut
  • -être contemporain (Us.76) est mise au jour. - Un lot de haches à douilles et de gouges miniatures est découvert. Les objets sont dispersés parmi les terres de vastes dépôts de terres antiques (une dizaine d'exemplaires). 2.1.4. Un village du premier âge du Fer Le 1er âge du Fer est
  • , 2001). 7 Depuis 1995, la fouille du secteur 5 découvre, parmi les terres de comblement de la dépression Us. 157, une très vaste lentille de sédiments du premier âge du Fer contenant de très abondants ossements et coquillages auxquels se mêlent des céramiques fines de qualité
  • caractère rituel du premier âge du Fer évoqué précédemment, ces vestiges sont découverts dans la dépression gallo-romaine Us. 157. Des monnaies et du mobilier métallique accompagnent cet ensemble. L'hypothèse de transferts tardifs de dépôts et d'accumulations de ces mobiliers à partir de
  • également de rappeler que quelques trous de poteaux avaient livré des tessons de la Tène finale au cœur du village du premier âge du Fer. 2.1.6. Les vestiges d'époque gallo-romaine Le creusement, sans doute à la fin du III siècle après J.-C., ou au début du IV , de la vaste dépression Us
  • : - La fouille du très riche dépôt de l'âge du Bronze moyen Us.238 et vérifier son éventuel caractère rituel. - le prélèvement de l'abondant et riche mobilier contenu dans le fond des fosses Us.222 et 229 au nord du secteur et, dans sa partie sud, celui des dépôts gallo-romains. Cela
  • 4.1.1. L'état des connaissances et la problématique de fouille La fouille du secteur 5 est amorcée depuis 1995. En 1998, l'hypothèse d'une unique dépression (Us. 157), creusée à la fin de l'époque romaine et comblée par des sédiments secondaires issus de zones de dépôts plus anciens
  • . supra). 2 er Les fouilles conduites en 2001 et 2002 montrent que le dépôt du 1 âge du Fer est, en réalité, un dépôt primaire ayant recoupé un dépôt plus ancien, datable du Bronze moyen. Ce dernier (Us.23 8) inclut une accumulation de strates composées essentiellement de coquillages
  • (Us.222 et 229) sont également découverte et presque totalement fouillées. L'objectif du programme trisannuel est d'achever la fouille des fosses romaines et de du dépôt du Bronze moyen. 4.1.2. La stratégie de fouille Fouille méticuleuse des dépôts du Bronze et relevé par m 2 13
  • Fouille de squelettes de poissons (bars) Repérage d'ossements de poissons par ensembles cohérents En ce qui concerne les fosses gallo-romaines Us.222 et 229, il reste à ôter les gros blocs de pierres qui occupent leurs parties profondes et à fouiller les terres et les structures en
  • des vestiges et des fosses gallo-romaines. En revanche, il est impossible d'achever celle du vaste dépôt Us.238. Les couches Us.247, 244, 262 et 263 ont été intégralement fouillées. La couche Us.252 est fouillée partiellement. Une partie des dépôts du Bronze ancien-moyen Us.236
  • sud du secteur 5 se fondent sur les résultats des fouilles exécutées depuis 1995. Une vaste dépression, creusée par l'homme jusqu'au substrat, est comblée de terres et de d'un très abondant mobilier archéologique (us. 157 et Us.233). Ce mobilier, très disparate, inclut de la
  • du secteur 5, en particulier celle du dépôt à caractère rituel du Bronze moyen (Us.238), représente l'objectif essentiel de la campagne 2003. Toutefois, d'autres structures de même époque, ou légèrement plus anciennes, sont mises en évidence. 1. LES TROUS DE POTEAUX DU BRONZE
RAP03493 (QUIBERON (56). Beg er Vil : un habitat du Mésolithique sur le littoral du Morbihan. Rapport intermédiaire de FP)
  • d’ouverture, mais aussi à foyers ou à des vidanges de foyer. L’objectif est de fouiller indépendamment chacune de ces unités stratigraphiques (US), puis de les assembler en phases successives. Il importe également d’enregistrer précisément tous les éléments archéologiques et tous les
  • rapidement. 3. La fouille est réalisée par passes successives au sein des différentes US, avec un tamisage à sec puis à l’eau par quart de mètre carré. Les passes se calent sur la base des pierres, qui correspond peu ou prou aux niveaux de circulation des anciens occupants du site. 4. Le
  • les US 4, 101 et 120. Les pièces archéologiques ont été relevées et conservées néanmoins. 3.3. CONSIDERATIONS TOPOGRAPHIQUES, STRATIGRAPHIQUES ET GEOMORPHOLOGIQUES Les fouilles de 2017 ont concerné la zone sableuse de Beg-er-Vil, qui peut se résumer à un niveau sableux
  • de la fouille (US 120 et 121), d’autre part de retrouver des unités précédemment décrites en 2016, lorsque nous avions étendu la zone de fouille (essentiellement les US 4, 100 et 101). Les unités 120 et 121 pourront être globalisées lors des études des mobiliers. Elles
  • correspondent à une même réalité, à savoir les 10 cm de la base de la couche SOUS le niveau de fonctionnement principal du site (qui est – rappelons-le encore – la base de l’US 101). Les nouvelles unités stratigraphiques sont décrites dans le tableau 2. US Année 113 2017 120 2017 121 2017
  • brûlées (max 5 cm), différencié de l’US 101 pour mieux approcher le fond de la couche Limon noir chargé en gravillons et en micro-galets issus de la plage fossile, posée soit sur le socle granitique, soit sur la plage fossile. 23 Campagne 2017 US Année 122 2017 123 2017 Position
  • OSL en 2018. Si cette hypothèse d’altération de la partie supérieure de la couche (US 4) est la bonne, les cartes de répartition des objets – en cours d’élaboration en octobre 2017 – seraient à prendre avec des pincettes, de même que les dates par le radiocarbone. C’est en tous les
RAP03345.pdf (QUIBERON (56). Beg-er-Vil : Un habitat du Mésolithique sur le littoral du Morbihan. Rapport de FP)
  • . Vous pouvez également être confrontés à des remplissages et déblais de fosses, toujours complexes à détecter à leur niveau d’ouverture, mais aussi à foyers ou à des vidanges de foyer. L’objectif est de fouiller indépendamment chacune de ces unités stratigraphiques (US), puis de les
  • site. Cette configuration apparait comme idéale, car elle permet une grande souplesse dans l’organisation de la fouille, tout en assurant la correction des données rapidement. 3. La fouille est réalisée par passes successives au sein des différentes US, avec un tamisage à sec puis à
RAP00568.pdf ((56). quatre communes du Morbihan : carentoir)
  • of the relationship between land-use and settlement during the 1 ast two thousand years, took place from 25 August - 1 October in the communes of Ruffiac, Tréal , St-Ni col as-du-Tertre and Carentoir, in the department of Morbihan in eastern Brittany. The ai m of the study is to détermine when
  • . The square T36 was excavated in the same way as H 145 and A92 in 1986: a 5% sample was taken for sieving to check recovery rates and l'iand tools were used (Asti 11 and Davies, 1987). The excavation took 85 working days, with a team of five. Trench 36 The plough soi 1 (1) was excavated
  • ) of introduced stone pink siltstone (K-01M) , Brioverian shale (B2-3) , sandstone (02) and many lumps of fine black siltstone (03-4), of a quality often used for roofing, material which occurs natural ]y about lkm, away (58kg, 317. of stone excavated ) . A layer of yel 1 owi sh-brown sandy
  • an agr i cul tural phase at a time when the topography of the field was not so pronounced. The pits eut into this layer represent a change in land-use and presumably indicate the présence of a nearby Iron-Age settlement. The clean and pottery-free fills would argue against use
  • was used as a dump , such that a ridge or mound was -formed (context 2); the trench opened (T36) was too small to establish the character o-f this dump, but it indicates the continued existence of a nearby settlement. The sise of the dump, and the character and relatively small amount
  • Roman site in the vicinity, and a few sherds in the topsoil, there is no trace of Roman settlement on this field and little to suggest Roman agricultural use. Présent évidence might suggest that the médiéval pottery in the plough soil derived from very heavy manuring, although
  • was not présent in such quanti ti es. Although the area excavated was so small, it is sufficient to reveal that this zone is of exceptional importance as a long-used settlement area - Iron Age, Roman nearby to the south east, two seigneurial sites hardby (Le Bois Guillaume and La Touche au
  • Roux) documented from eighteenth and fifteenth centuries respect! vel y , with a possible médiéval structure near T36 (see fig. 2). It is potentially of the highest significance for long—terni settlement history and would merit a much more extensive investigation. A92 (Ruffiac
  • and ear 1 y Roman pottery in its fills, and the virtual absence of roof tile, implies that it had been filled before the buildings went put of use; the pebbly, foreign, nature of the fills shows that thèse were deliberate. This ditch may have been in existence before the structure
  • to the cadastral settlement pattern. The excavation method was the same as that used on K446 in 1986 (Asti 11 and Davies 1987, 112-13). A lm-wide trench was eut by machine from the ridge down the slope so that it went through the tile concentration and sectioned the earthworks (T39
  • . The pottery was abraded, which implies that some time and/or distance separated its use as pottery from its place of déposition in A31/79. Now, the pits were largely confined to the ridge while a séries of approx i mat el y parai lel ditches, most with the same profile, extended from
  • , it looks as if the field was used for agriculture at a time when firstand second-centur y pottery was being discarded; in this case the ditches are likely to have been field or enclosure ditches of the first and/or second century. It is clear from the worn condition of the pot
  • that this phase of agricultural land-use lasted for some time without fresh sherds being added; indeed, at least. two ditches were reçut. There is, however, one ditch R (64) and its reçut (3) that do not fit this pattern for they were larger and were dug at right angles to the other
  • was probably used for agricultural purposes in the Roman period and hence that the distribution of Roman pottery on the surface derived from manuring. However, the concentrations of brick and tile found in 'total' collection cannot be expiai ned in this way, since the material occurs
  • quantities of tile in most of the ditches therefore suggests that tile was dumped on A31/79 after the f i el ds/encl osures (and associated buildings from which the material may have been derived) had gone ont of use. The amounts of brick and tile were not, however, very great
  • ., that of A92 being cl oser to the excavation than that of A31/79. The date range of the pottery from both sites is the same. Excavations on A31/79 suggest that the résidence was near the field, but not necessarily on it, and that the field itself was used for agricultural purposes while
  • the résidence was occupied; this at times involved some recutting of ditches. The résidence appears to have gone out of use before the late Roman period, as is implied by the fill of the ditches; if the field continued to be worked for a time it was either not manured or manured directly
  • by folding animais. After an interval of non-arable use A31/79 was later turned to arable again and médiéval and post-medi eval pottery was distributed on the field through manuring. The small quantities of médiéval pottery suggest that this was after some considérable i nterval . Surface
  • interesting to discover that the results o-f excavation here suggest precisely the opposite: early Roman use, both résidentiel and agricultural, and then an interval bef Dre later médiéval agricultural use. ^1 H132 (Ru-f-fiac ZL40) H132 was classi-fied as a 'médiéval site' after
  • with the wall. Perhaps, but not certainly, after the wall had gone out of use and maybe had been parti ail y démoli shed, foundation trenches (64 and 40) were dug into the buried soil (20 and 29) for two wall s to the south of 9/17. The trenches were of unequal depths but were clearly
RAP00391.pdf (SAINT-SULPICE-LA-FORÊT (35). l'abbaye. rapport de sondage.)
  • Plantagenet abusant de la faiblesse du prince régnant Conan IV se hate d'envahir la Bretagn et essaye de la tranformer en province anglaise(1166-1181 ) Ses troupes prennent d'assaut les villes,ravageant les campagnes et portant au loin la terreur esrt 1 ' épouvante .Huit fois les bretons
  • batiner.ts isolés subsistent au iniliei du désastre. Il s'agit maintenant de réparer 1er. dégâts et de réédifier cftr qui a été détruit. Le roy de France Henri 11 avisé i. cette cruelle infortune se hâte de secourir les religi* uses en les exemptant de payer les décimes pendant huit
  • ans et er ].u: à prendre da le bois de Sévaille accordant 1^0 pieds d'arbres i eut à une dizaine de kilomètre« à vol d'oiseau. Un quart de siècle s'écoule,L mors itère de Saint Sulpice renouvellé,agrandi,fier d'abriter us essaim de novices venues de tous les pays pour écouter
RAP01709_2.pdf (QUIMPER (29). Les vestiges des places Laennec et Saint-Corentin et l'histoire de l'urbanisme médiéval de quimper. Rapport de fouille)
  • CH.4. DU XlVe AU XVe SIECLE : LE TEMPS DE LA PLACE PUBLIQUE I. INTRODUCTION 1.1 UNE PRESENTATION CHRONOLOGIQUE DE LA PLACE Fig. 38 à 52. l'abandon des cimetières et son recouvrement par une grande esplanade Us.37-68, la partie septentrionale du Tour du Chastel s'organisait
  • en fonction d'un axe central nord-sud représenté par les prolongements de la rue Obscure, c'est-à-dire ses états successifs US.24, 61, 40 et 30. Cette étude mit également au jour des sols médiévaux, précédant des destructions et aménagements très récents déjà évoqués (cf. supra
  • importe, par exemple, de se poser la question des relations entre le sol Us.69 et ceux qui, par la fouille et la stratigraphie, lui semblent très proches, sinon identiques. Il partie orientale de la fouille montre nettement que, bien souvent, le degré de conservation du site, le
  • niveau topographique des sols et l'identité de structure que ces derniers présentent, interdisent de les différencier et de les identifier avec certitude. Seules des accumulations locales particulières, des inclusions ponctuelles ou des absences de sédiments communs sous-jacents (Us
  • .26) permettent, au coup par coup, de distinguer et d'identifier ces La sols. difficile de distinguer les sols Us.69, Us.68 et Us.58 les uns des autres sur certaines parties de la place. Même s'il est certain qu'ils ont existé et ont fonctionné dans un ordre chronologique
  • d'empierrements ou de damages antérieurs. - que un niveau atteint afin de le ramener à vaudront pour des périodes plus tardives et, en dépit d'indices et de signaux stratigraphiques significatifs, il sera parfois difficile de différencier les sols Us.3 7, Ces remarques U.39 et Us.25. 2
  • . LE RECOUVREMENT DU CIMETIERE ET LE SOL US.37-US.68 C'est à la fin du XHIe siècle que le cimetière en place abandonné. D'importantes transformations se produisent alors. depuis la fin du Xle siècle est 2 1. LA FOSSE Us. 17 ET L'ABANDON DU CIMETIERE Fig.31, 56 eî 70. grande
  • fosse, Us. 17, fut découverte au sud-est du site, à l'est de la tranchée sondage méridionale (sondage B). Un sondage profond put être réalisé sur le flanc sud-est de cette fosse, ménageant une coupe au travers ses éléments de remplissage tout en dégageant son flanc oriental. Ainsi
  • des limites du sondage B, sous le sol Us.37-68 avant d'amorcer un retour vers l'est. par longueur de 8 m au diamètre à la fosse si relevé. En fait, la stratigraphie du flanc oriental montre également que, plus qu'en présence d'une excavation circulaire, nous sommes face à une
  • vaste zone dépressive et polylobée de plusieurs dizaines de m' comblée d'un seul jet. En conséquence, nous pouvons attribuer une l'on s'en tient à la lecture de la coupe et du plan En tout cas, avec une profondeur minimum de 1 m, contiguës Us. 17, a pu engloutir plusieurs centaines
  • de tonnes 2.1.2. L'affaissement des sols et des niveaux 129 la fosse ou l'ensemble de fosses de remblais et de gravats. plus récents stratigraphique est-ouest met en évidence une rupture des sols Us 37-68 Us.58 et Us.07 qui recouvraient le remplissage de la fosse. Un
  • affaissement de ces sols dans les remblais de la grande excavation Us. 17 peut parfaitement expliquer une telle situation. La forme de la couche S.65 (argile grise et sable) montre qu'elle fut déposée sur ces sols effondrés. Il est impossible de savoir si cela accompagna un effondrement
  • ). apparaissent 2.1.3.3. Des tombes dans le au sommet des gravats. Il s'agit des tombes remplissage de la fosse Us.17 Cliché 4.2.1. Deux tombes sont découvertes au sommet - la tombe T. 3 : Le du remplissage de la fosse Us. 17 : squelette est découvert par la pelle mécanique. Le
  • 2 ou 3 cm sous celui du sol Us.37-68 affaissé dans la fosse Us. 17, la tombe T. 47 : cette sépulture apparaît dans la coupe nord-sud ménagée la fosse Us. 17. Elle se manifeste par une fosse recreusée dans le sédiment - longs apparaissent dans la coupe pour cette tombe tranchée
  • avant le recouvrement du site par le sol Us.37-68. Qu'elles se trouvent parmi les remblais de comblement d'une grande fosse, dont on se demande si elle n'est pas liée à un état du chantier de construction de la cathédrale, renforce encore leur intérêt. La simplicité apparente de
  • peu d'humanité à un dossier qui demeure très anonyme. un peu Aussi intéressante est l'altitude de la tombe T.3. Elle affleure, juste sous le sol Us.37 affaissé. C'est, d'une certaine manière, anormal. C'est, en revanche, un argument pour suggérer que les sédiments de ce
  • partiellement doute postérieur aux niveaux Us.74 et Us.26. Il est également postérieur à la mise en place de la très vaste couche composite que constitue l'Us.04, c'est à dire la terre du cimetière des Xlle et XHIe siècles. De cette couche émergent des sépultures en coffres de pierre et en
  • dépression Us.38-81 et dans toute la partie orientale du site, mais Us.37-68 marqué par les ornières de charrois (cf. infra). Son remplissage de gravats est antérieur aux Us.37-68 et 07. Vers l'est l'ouest, ce remplissage se glisse également sous ces sols de l'Us.07. sous le sol comme
  • antérieures à la mise en place du sol Us.37-68 datable de l'extrême fin du XHIe siècle (cf. infra). 2.2. LE SOL Us.37- 68 2.2.1. Le sol Clichés 4.2.2. à 4.2.7. ;fig.31, 38, 54 à 69. Longtemps le sol 37 et le sol 68 furent fouillés séparément : le premier s'étend à l'ouest de l'axe de
  • la 131 rue Obscure et le second à l'est de cette chaussée. Une observation attentive permit de les réunir, notamment après le démontage de la chaussée Us.24 qui les recouvrait Ceci est parfaitement visible dans la partie méridionale du site, là où la voie Us.24 est bien
RAP00567.pdf ((56). quatre communes du Morbihan : carentoir)
  • EAST BRITTANY SURVEY 1987 PU EAST BRITTANY SURVEY - OUST/VILAINE WATERSHED EASTER 1987 The seventh season in a programme of fieldwork, itself part of a larger, mul ti -di sci pl i nary study of the relationship between 1 and-use and settlement during the last two thousand
  • (see fig. 1). M was in 1986, and six fields walked then: the alignment transect was slightly changed in 1987 to ensure coverage of a cross-section of land-use types Carentoir and the Vilaine. to the started of this adéquate between Sui table fields under plough and with young crop
  • within thèse transects were walked at 50m intervais, using collection units of 100m; some were too sodden for effective and damage-free surface collection. Field conditions, features, présence of varieties of schi ste and local pronunci at i ons were noted on standardi sed recording
  • there were considérable variations in the concentration of recovered pottery, and the usual conventions are hereby used to distinguish between them: fields in which more than two neighbouring units each produced five or more sherds of the same broad period (or five or more fragments
  • used locally for building, especially roofing, materials was also recorded for each field (though not collected). Thèse materials were not carried for long distances (10—20km maximum) but can usually be clearly di st i ngui shed from local natural , and o-f ten have nail holes
  • . Previous work suggests that they reached the fields in the course of manuring and are therefore probably a useful indicator of pre-twenti eth-century manuring patterns. As in the core communes and in Transect N, it is again notable in thèse sample transects that there are some areas
  • north east to Comblessac, as also north from Comblessac to the Lande de Craon. The pattern of occurrences of the schi stes in thèse transects suggests that the pink schi stes . i.e. material from the Guer quarries, may wel 1 have been the earliest to be used in the roofing industry
  • further. This is not the place -For comprehensi ve considération o -F contrasts between the core communes and the transects sampling the surrounding area o-F the Oust/Vilaine watershed. However , it may be useful to make one or two observations about the material, prior to sustained
  • quarries has allowed the provenancing of the few remaining unprovenanced local schi stes used for building in the core area. During the months of March and April 19B7 a team of four, under the supervision of Mog Tingle, worked fui 1 -time at intensive surface collection within the core
  • , adding a further 13 fields to the 26 from which 'total collection' has been made. Transcription of land-use information from mi scel 1 aneous thirteenth- to ei ghteenth-centur y archives in Vannes, Rennes and Nantes was completed in August and September 19B6 by Lesley Ritchie, who
  • Academy; we are deeply indebted to thèse bodies for their support. We are also especially p grateful to M. Plaine of the Musée de Géologie in the University of Rennes for assistance with identification of local schi stes and to Bill Campbell for use of his software 'Mapics'; to Pat
  • provided financial support. G. G. Astill Department of Archaeology University of Reading Whi tekni ghts Reading RG6 2AA Wendy Davies Department of History University Collège London Gower Street London WC1E 6BT 9 July 1987 REFERENCES Astill, G. and Davies, W. 1982 'Un nouveau programme
RAP01008.pdf (MELRAND (56). Talrest. rapport de fouille préventive)
  • a : participé au déga^ aient : J» Looorne~,oe3 'té trois journées de travail «Ont nt ae la otion, jadré,correspondant de la Direction des Antiquités Histori —, Ph* Le Breton,professenr à Auray,Ces Le Verger. A l'issue des travaux le remblsieiaont a été effectué par les
RAP01314.pdf (CARNAC (56). les alignements. rapport de diagnostic)
RAP02009.pdf (OUESSANT (29). vestiges antiques et de l'âge du bronze à mez-notaroiu. rapport intermédiaire 2004 de fp 3 (2003-2005))
  • FOUILLE 3.1. LES MOYENS MATÉRIELS 3.2. LES MOYENS HUMAINS ET SCIENTIFIQUES 3.3 LA DUREE DU CHANTIER 3.4. LES RELATIONS PUBLIQUES 4. ETAT DES CONNAISSANCES ET STRATEGIES DE FOUILLE 4.1. LA ZONE NORD DU SECTEUR 5 4.2. LA ZONE SUD DU SECTEUR 5 4.3 LE SECTEUR 2 ET LA VOIE ANCIENNE Us.63 CH
  • .2 LE DÉPÔT - SANCTUAIRE DU BRONZE MOYEN : Us. 238 1. L'ORGANISATION GENERALE 1.1. TOPOGRAPHIE GENERALE 1.2. LES LIMITES DU DÉPÔT Us.238 1.3. LA STRUCTURE DU DÉPÔT Us.238 2. LE LIMON Us.236 3.1. NATURE ET STRUCTURE 2.2. MOBILIER 2.3. DATATION - INTERPRETATION 3. LES TERRES Us.245
  • 3.1. NATURE ET STRUCTURE 3.2. MOBILIER 3.3. DATATION - INTERPRETATION 4. LE SOL Us.272 4.1. NATURE ET STRUCTURE 4.2. MOBILIER 3 4.3. DATATION - INTERPRETATION 5. LES TERRES Us.271 5.1. NATURE ET STRUCTURE 5.2. MOBILIER 5.3. DATATION - INTERPRETATION 6. LE DÉPÔT DE COQUILLAGES Us
  • .239 6.1. NATURE ET STRUCTURE 6.2. LE MOBILIER 6.3. DATATION - INTERPRETATION 7. LE SOL Us.270 7.1. NATURE ET STRUCTURE 7.2. MOBILIER 7.3. DATATION - INTERPRETATION 8. LE DÉPÔT Us.267 8.1. NATURE ET STRUCTURE 8.2. MOBILIER 8.3. DATATION - INTERPRETATION 9. LES COUCHES DE TERRE Us
  • .250 / Us.251 9.1. NATURE ET STRUCTURE 9.2. MOBILIER 9.3. DATATION - INTERPRETATION 10. LES STRUCTURES DE PIERRES ET LES DÉPÔTS Ls.242 / Us.234 10.1. LES DÉPÔTS 10.2 LES STRUCTURES DE PIERRES 11. CONCLUSION : REFLEXIONS A PROPOS DE L'Us.238 11.1. DATATION ET DUREE 11.2. ORGANISATION
  • 11.3. FONCTION : UNE FONCTION RELIGIEUSE AVEREE AU CŒUR D'UN SANCTUAIRE CH.3. LES VESTIGES DE LA ZONE SUD : VESTIGES ANTIQUES ET HABITAT DU BRONZE MOYEN 1. LES COUCHES SUPERFICIELLES 4 1.1. L'Us.116 1.2. L'Us.115 1.3. CONCLUSION 2. LA COUCHE ROMAINE Us.233 2.1. LA STRUCTURE 2.2
  • . LE MOBILIER 2.3. INTERPRETATION 3. LA COUCHE Us.273 3.1. LA STRUCTURE 3.2. LE MOBILIER 3.3. INTERPRETATION 4. LES ETUDES DE MOBILIER DU SECTEUR V 4.1. LE PROBLEME 4.2. LE PROJET MIS EN OEUVRE 5. CONCLUSION 5.1. LA VOCATION RELIGIEUSE DU SITE 5.2. PROBLEME DE LA DATATION ET LA FIN
  • DU SITE 5.3. LE RÔLE DE LA RELIGION DANS L'HISTOIRE ANCIENNE D'OUESSANT CH.4. LES VESTIGES DE VOIE Us.63, SECTEUR 2 1. INTRODUCTION 2. LES OBSERVATIONS 2.1 UNE CHAUSSEE SABLEE 2.2. UNE CHAUSSEE EMPIERRE 2.3. UNE EXCAVATION LIEE A LA CIRCULATION 3. CONCLUSION 3.1. DEUX NOUVELLES
  • ouest et, à l'ouest, par un autre talweg moins marqué, orienté nord-sud, affluent du précédent. Le sol du gisement archéologique descend donc en pente douce vers le sud - sud-ouest. 7 L'assiette du site correspond à un banc arénitique (Us. 17) d'une centaine de mètres de large du
  • long des tranchées de prospection (1988), l'arène granitique issue de la décomposition des granités en place (Us. 17) est recouverte par deux couches de formation complexe mais stériles en ce qui concerne la période de l'Age du Fer (Us.07 et Us. 16). Les analyses micro
  • établissement d'époque néolithique apparaît au cœur d'une épaisse couche de limon recouvrant la zone centrale du site (Us. 16, secteur 1) : au fond de cette couche, des plaquettes de granité à cassures fraîches évoquent des arrachements massifs de pierres dans une zone proche du site
  • ; l'existence d'une carrière est envisagée au nord de celui-ci. Une datation par radiocarbone livre une date de 3600 B.P. à un niveau proche de celui de ces étendues de pierres. L'interface entre la couche Us. 16 et la couche supérieure (Us.07), accumulée dès l'âge du Bronze moyen, livre de
  • d'épaule droite dans plusieurs strates du dépôt, soit par la répartition symétrique de ces épaules dans une même couche : épaules droites d'un côté et épaules gauches de l'autre. Dans ce cas précis (Us.244 et 264) la présence d'un poignard en bronze entre les deux espaces, prend encore
  • plus de relief. Deux éléments de bracelet en bronze, un rasoir type Rosnoën et un fragment de tôle d'or sont également mis au jour dans le dépôt. 2.1.3. Un site du Bronze final III Les vestiges du Bronze final III apparaissent sous deux formes : - Une base de tumulus (Us.68) livrant
  • quelques vestiges osseux du défunt et aussi d'animaux (bovidés) ainsi qu'un ou deux colliers de perles de bronze, de verre et d'os. La base d'un autre tumulus, peut-être contemporain (Us.76) est mise au jour. - Un lot de haches à douilles et de gouges miniatures est découvert. Les
  • âge du Fer contenant de très abondants ossements et coquillages auxquels se mêlent des céramiques fines de qualité (Us. 166). L'état de conservation de ce mobilier est excellent. Le caractère sélectif des ossements est assuré (70 à 80% des membres supérieurs droits chez les
  • est représentée par un abondant lot de céramiques de belle qualité mais très fragmentées. Le mobilier à caractère rituel du premier âge du Fer évoqué précédemment, ces vestiges sont découverts au-dessus la lentille du premier âge du Fer Us. 166 et parmi les vestiges de la vaste
  • dépression gallo-romaine tardive Us. 157. Des monnaies et du mobilier métallique accompagnent cet ensemble. L'hypothèse de transferts tardifs de dépôts et d'accumulations de ces mobiliers à partir de structures primaires assez voisines est envisagée. Il pourrait s'agir de vestiges issus
  • Tène finale au cœur du village du premier âge du Fer. Enfin, notons que c'est à cette époque que le porc apparaît de manière significative dans le cheptel de Mez-Notariou. 2.1.6. Les vestiges d'époque gallo-romaine Le creusement de la vaste dépression Us. 157, dans laquelle un
  • liées à un sanctuaire. 10 La date de creusement de la dépression Us. 157 pose problème dans la mesure où des éléments très tardifs sont découverts en profondeur. Aux côtés de vestiges tels qu'un demi torque d'or du Bronze Moyen se trouve une monnaie du Ve siècle ayant pu circuler
RAP03967 (QUIBERON (56). Beg-er-Vil à Quiberon. Un habitat du Mésolithique sur le littoral du Morbihan. Rapport de fouille programmée 2020 )
RAP02005.pdf ((29). le mésolithique en Bretagne. rapport de projet collectif de recherches)