Rechercher sur le site

  • Chercher les documents contenant un mot OU un autre : tapez simplement les mots à la suite => bracelet bronze
  • Chercher les documents contenant un mot ET un autre : utilisez le mot-clef AND => bracelet AND bronze
  • Chercher les documents contenant une expression exacte : taper l'expression entre guillemets => "bracelet en bronze"

Limiter votre recherche

Auteur
Type d'opération
Commune
Département
Date (Année)

3710 résultats Exporter les résultats

Trier par Titre : ascendant / descendant
RAP00666.pdf (GUENGAT (29). Kervouster. rapport de fouille programmée)
  • é p a i s en n u c l e u s ) 1 - percuteur à éclats.. ( b o u l e de g r a n i t é ) sont repris' b) couche 2a - çarré_A2 - encoche 1 - éclats 26 - éclats de t a i l l e - débris - nucleus i n f o r m e s " 72' 377 305 2 çarré_A3 - den t i cul é 1 - encoches 3
  • J . L . M O N N I E R + + + + R A P P O R T SUR DU S C I E N T I F I Q U E LA G I S E M E N T F O U I L L E DE G U E NG AT K E R V O U S T E R ( 2 9 ) + + + + AOUT - S E P T E M B R E 1 9 7 5 rôr DJrecîïon de la Circonscription îles Antiquités PréliislGrips de
  • ) . Le s o u s - s o l Aucune f o u i l l e n'avait .i § I été e f f e c t u é e a u p a r a v a n t , connu depuis l a f i n carrés f u t e n t r e p r i s e . sait du s i è c l e Nous n ' a v i o n s à cet e n d r o i t . pas v i n g t La t e r r e centimètres Au
  • -dessous l ' i n d u s t r i e était gra- de l a campagne 1974 ; elle alors labourée contenait a p p a r u t en p l a c e . un l i m o n f r i a b l e , brun-jaune, b i e n que dernier. septembre 1974, une e x c a v a t i o n d ' u n e s u p e r f i c i e tigraphie est à
  • deux m i c a s ) . 2) Rappel des r é s u l t a t s l e gisement f u t (fig. En a o û t - de h u i t mètres aucune idée de l a (couche stra- 1) ne dépas- beaucoup d'éclats. La couche 2a (15 cm) avec des é c l a t s ; la couche 2b (10 cm) é t a i t à peine p l u s a r
  • g i l e u s e e t compacte, r i c h e i n d u s t r i e . Plus bas, l e s couches 3a à 3 f , s a b l o - a r g i 1 e u s e s , en se présentaient ni- comme une a l t e r n a n c e veaux s t é r i l e s . deur, é t a i t L'origine Sur t o u t La couche 4 , a t t e i n t e
  • un sable f l u v i a t i l e loessique le p r o f i l , l'industrie tils retouchés recueillis recueillie ; il était l a couche 2b, un n i v e a u j a l o n n é e t des t r a î n é e s c o n t e n a n t encore de acheuléenne, des d i f f é r e n c e s cendreuses f u t
  • possible que l a q u a n t i t é insuffisante. d'où Vers l a base du par des gros n u c l e u s , une enclume remarqué. il La f o u i l l e n'avait pas dépassé l a couche 3a, sauf dans deux c a r r é s où un sondage a v a i t é t é e f f e c t u é j u s q u ' à de p r o f o n
  • d e u r . reboucher En f i n l'excavation de campagne, i l pour r e n d r e p l u s de 2 mètres a v a i t été i n d i s p e n s a b l e le t e r r a i n aux 3) Campagne 1975 - Mise en oeuvre de l a f o u i l l e - cultures. Participants Nous tenons à r e m e r c i e r
  • ses champs. Monsieur Roger JULES, Maire de Guengat, a b i e n v o u l u nous ger dans des l o c a u x dépendant de l a La f o u i l l e s'est Sont venus se j o i n d r e héber- Mairie. d é r o u l é e du 18 août au 13 septembre à moi 1975. : - Mme Anne-Marie AUDIER - M. P
  • FOUILLE La p r o f o n d e u r du gisement ne p e r m e t t a i t en une s e u l e campagne ; d'autre part pas de l'explorer l a moindre p l u i e transfor- m a i t l e c h a n t i e r en b o u r b i e r impraticable. installer démontable récemment a c q u i s par un a b r
  • pouvait être choisi mais a u s s i (fig. travailler la (M. efficacement atmosphériques, cette cabane l e m a i n t i e n du c h a n t i e r ouvert de c e t a b r i de t e r r a i n en f o n c t i o n nécessitait fut des s e u l s c r i t è r e s donc i m p l a n t é
  • de sa l i m i t e 5). A l ' i n t é r i e u r dans l a p a r c e l l e avec l a p a r c e l l e de l ' a b r i 3 m sur 4 m f u t mis en p l a c e . la dont l ' e m p l a c e m e n t ne agricoles. 47 mais au 48, dans un l é g e r métallique, loca- archéologiques, de
  • métallique. Fig. 4 : extrait ( En p o i n t i l l é du cadastre : é t e n d u e du g i s e m e n t ) • F l'Eure I m ct^l'al'roi^ p^g \ Borne Parcelle U Fouxuc E M A P c x r c e 1U 4? Borne ° ecVi. 4/5oo c Fig. 6 - Dégagement des éclats de quartzite. Un g r a t t
  • o i r en matière plastique est u t i l i s é . Fig. 7 - La position de chaque o u t i l ou éclat important est notée. La t e c h n i q u e port de f o u i l l e 1 9 7 4 ) . Le décapage se f a i t tites truelles. remarquables Un c a h i e r n ' a pas v a r i é à l'aide
  • - que l e s (fig. en p l u s du c a h i e r ainsi rapéclats 6 et de 7). fouille que des l e v é s de p l a n s renseignements. - ETAT D'AVANCEMENT DE LA FOUILLE A LA FIN DE LA CAMPAGNE 1975 ( f i g . 8, 9 et 10) La couche remaniée ou couche 1 e s t beaucoup p l u s qu'à
  • l'endroit suivi fouillé de l ' a r a s e m e n t en 1974. La cause en e s t l e des t a l u s . Plusieurs été r é u n i e s pour f o r m e r l ' a c t u e l l e trouve approximativement t i o n e t de l ' e n t r é e ainsi petites parcelle remembrement parcelles 47. Le c h a n
  • dépasse pas 15 cm (couche l a ) , reconnaissable e s t une t e r r e g r i s au l i t d'herbe enfouie. brun (25 cm) assez homogène. La couche l e mélangée de mottes j a u n e s a r r a c h é e s à l a couche Il ne f a i t été r a p p o r t é e pas de doute que l a t o t a l i
  • permi; retou chées. La couche 2a ne d i f f è r e pas de ce que nous a v i o n s l o r s de l a p r é c é d e n t e campagne. C ' e s t brun j a u n e c l a i r (10 YR 6 . 5 / 6 ) un l i m o n f r i a b l e , avec encore des p e t i t e s trouvé de c o u l e u r taches d
  • e c o u v e r t e dans l e c a r r é C4. (a La couche 2b un peu p l u s son é p a i s s e u r e s t d ' u n e q u i n z a i n e de c e n t i m è t r e s . est argileuse e s t i 3-1 ili d'une f o s s e dé- i l La c o u l e u r L'industrie la r é p a r t i t i o n
RAP00667.pdf (GUENGAT (29). Kervouster. rapport de fouille programmée)
  • éclats tronqués 2 po i n te (?) 1 encoches 5 den t i c u l é s 2 ébauche de b i f a c e sur bloc éclats 1 21 nucleus i nformes 3 nucleus divers 1 éclats de t a i l l e ou de r e t o u c h e débris 110 947 b) çarré_C_l encoches 3 éclats 16 éclats de t
  • i s e m e n t Le s i t e du m o u l i n de K e r v o u s t e r du même nom e t ( " Kervouster environ 4 km au N o r d - O u e s t du bourg (fig. 4 hectares d o u c e , au c o n f l u e n t déchets principal, dispersés 2) la utilisée Rappel plus 3a à 3f viatile de
  • . Mais La quartzite montré en i n d u s t r i e . de n i v e a u x encore recueillie vers outre fréquents, n'avait avait une couche 2 a très éclats fragmentées. deux m è t r e s d'occupation, repéré des du se r e n c o n t r a n t 1974 aucune f o u i l l e
  • couche 2 a p p a r a i s s a i t ne p e r m e t t a i t moins La couche 2b (10 cm) é t a i t vers . En des campagnes de f o u i l l e s pas s e u l e m e n t contenant tradition livré paléolithique tertiaire , sablo-argileuses, l'industrie labours est compacte e t 4
  • foyer, la de c e t t e d'un remplie structure dans de couche de q u a r t z i t e . nord-est couche 3 e t de c e t t e s'agir décrets l'angle dans l a La s i g n i f i c a t i o n et s'agissait sondage. l'implan- d'éclats après enlèvement . Il avec de nombreux
  • n u c l e u s fut cette beaucoup de apparut du remembrement r e c o n n u en 1974 f u t surface et remaniée concerna e s s e n t i e l l e m e n t d'occupation du de t r a v a i l l e r constituant compacte mais c o n t e n a n t néanmoins La f o u i l l e
  • distance de t e r r a i n 1 ou couche : à la le à quelque carrés pour 1975 une f o u i l l e permettaient La couche à cet e n d r o i t fut En a o û t rebouchée Sociale Infirmière LE PROVOST, I n s t i t u t e u r , Circonscription, Stagiaire de Correspondant Fouille
  • /ande Garenne "H ia ro eu O B) CL Q) v> r+ -s 0) Fig. 3 Fig. 4 : p l a n de l a A B fouille C © fosse N A ~ ** ...• "1 _ _ - _ e (S 1 o lm - Mlle Zofia LIPECKA , Etudiante en H i s t o i r e de l'Art (Pologne) II - Mme Lydia NAPPER
  • sont cette place et les limite douze mètres C4. à la carrés avec B2, B3, B4, C2, C3 e t travée 1 (fig. décapage du c a r r é fosse qui 4). C4 e t a ainsi de été fouille, très intéressant. (voir se f a i t à l'aide les pièces retouchées de grande taille
  • - numéro de l a à la Toutes général. et n'a Le décapage Un c a h i e r Le m a t é r i e l : KV 7 6 . B4. Quelques utilisée débris de p l a n s par l e s immatriculées formule la été la truelles. de f o u i l l e ces r e n s e i g n e m e n t s . sur le précédentes
  • ). coordonnées. que des l e v é s trié qui implanté avaient fouille de f o u i l l e éclats suivant ainsi est le témoin. ou de p e t i t e s que l e s la C3, c o m p r e n a n t des années grattoirs neuf mètres interrompu La t e c h n i q u e rapports Il du t a l u s
  • A2, A3,A4, des permet de m a i n t e n i r p e r m e t de f o u i l l e r En 1975 s e u l s les la C i r c o n s c r i p t i o n années de s u i t e . au v o i s i n a g e 48 ( f i g . soit par de B r e t a g n e plusieurs à l'abri. ouverts, acquis Préhistoriques
  • ? ) . vers alors horizontal, assez c o n s t a n t e leur est correspon- un r é s e a u de Ces f e n t e s par de l a par couche le Nord-Ouest, dans l e de l a r g e u r la vers sensiblement découverte dans d'occupation pendage (2b) (effet s'amincit plus
  • n'atteignent flous Nord 3a orangé, se d i s t i n g u e n t descendent le elle moyenne assez 3 e s t marquée et Vers que ferrugi- ferrugineux de p o l y g o n e s . sont sableuse de l a un f o r t fosse stérilité. séparée localement niveau de parfois discontinue. à
  • la à distinguer généralement C2 e t de d'argile une r e l a t i v e Sud p o u r d i s p a r a î t r e au c o n t r a i r e , et pour e f f e c t u e r carrés sableuse que c e l l e que p a r dans l e s sépare grise de s a b l e très guère neux o r a n g é vers
  • . à 3b, En e f f e t d'occupation, a pu d é f o r m e r paléolithique. reusement assez suite le dénomination. des g r o s n u c l e u s la sous-jacente Tous l e s n i v e a u x s'est Seule l a indique fait nous devant une couche 4 a . sont n'est des i n j e c t
  • i o n s profondes. couche qui en 1 9 7 4 , En r é a l i t é , comme un n i v e a u En f a i t , " sols de l a des m a i n t e n a n t très et la important du sondage e f f e c t u é niveaux sont d'occu- malheu- IV - INVENTAIRE SOMMAIRE DE L'INDUSTRIE Nous
  • - ébauche abruptes alternes minces de b i f a c e .. 1 1 - éclats 56 - lames 3 - lamelles 2 - éclats - nucleus de t a i l l e levallois - nucleus - ou de r e t o u c h e (?) informes débris 134 1 4 395 b) racloir çarré_B_l simple droit 1 ( à retouches r i f o
  • b a) çarré_A_l_ - g r a t t o i r a t y p i que - c o u t e a u à dos naturel - encoche - den t i c u l é s - pointe pédonculée - biface sur - biface nucleiforme (?) éclat .. - éclats 35 - éclats - éclat de t a i l l e d'avivage et de r e t o u c h e de
  • l l e ou de r e t o u c h e nucleus informes nucleus divers 1 . 95 16 3 débris 1131 f) çarré_A_3 racloir simple convexe 1 racloir simple concave 1 grattoir 1 burin 1 c o u t e a u à dos n a t u r e l 1 (?) 2 encoches 30 éclats éclats de t a i l l e
RAP00477.pdf (PLÉDRAN (22). le camp de Péran. rapport de fouille programmée et rapport de restauration d'un corpus d'objets en fer)
  • ) Médiéval Potterv i n B r i t a i n AD 900-1600. Leicester University Press, 1988, 521 p.,297 f i g . , cartes. MONTELIUS O. n°525. (1871) Antiquités suédoises. Stockolm, 1871, f i g . MONTELIUS O. (1906), Kulturgescheschichte Schwedens von den. ältesten Zeiten b i s zum e l f t e n
  • : rapport de r e s t a u r a t i o n du L.A.M. p.28 1. Présentation du Camp de Péran à PLEDRAN (Côtes-d'Armor) Le Camp de Péran est une enceinte fortifiée s u b - c i r c u l a i r e (diamètre Est-Ouest = 120 m env. e t diamètre Nord-Sud = 130 m env.), dont l a f o n c t i o n
  • ouvrages défensifs, mais e l l e s ont montré que c e t t e enceinte a été établie sur l e rebord d'un plateau déjà fréquenté au cours du Deuxième Age du Fer. C'est à l a f i n des temps carolingiens q u ' i l f a u t s i t u e r l a destruction de l a forteresse. Les mobiliers
  • archéologiques retrouvés s'accordent typologiquement avec les datations archéométriques obtenues selon les méthodes du radiocarbone e t plus particulièrement par c e l l e s de l'archéo-magnétisme qui s i t u e n t l a v i t r i f i c a t i o n du rempart aux environs de 915 plus ou moins 20
  • calcinés, armes de c a v a l i e r s , o u t i l s e t ustensiles de f e r , de bois ou en céramique, restes de végétaux e t d'animaux, témoins des activités guerrières, domestiques e t agricoles, retrouvés à l'intérieur de l a forteresse. En cours d'étude par notre équipe depuis 1983
  • , l'enceinte fortifiée carolingienne d i t e Camp de Péran, implantée sur un substrat d'habitat protohistorique gaulois (La Tène moyenne e t f i n a l e ) , a f a i t l ' o b j e t de recherches en 1990 sur les s t r u c t u r e s médiévales de l ' h a b i t a t . En conformité avec l a p r
  • t e section de f o u i l l e s est située l e long du parement interne du rempart intérieur, dans l a p a r t i e médiane ouest de l'enceinte ( c f . pl.3 e t 4), E l l e a permis de reconnaître une importante p a r t i e du parement intérieur du rempart, sur une longueur- de 40
  • m a i n s i que les constructions q u i l e jouxtent. Ces travaux de t e r r a i n ont été exécutés sous couvert d'une a u t o r i s a t i o n de f o u i l l e programmée, assortie d'un crédit de fonctionnement limité à 10.000 F. Les études de l a b o r a t o i r e
  • a rassemblé une t r e n t a i n e de personnes, membres du Centre Archéologique de Péran, professionnels, étudiants e t bénévoles. L'encadrement a été assuré par Jean-Pierre Nicolardot, t i t u l a i r e de l ' a u t o r i s a t i o n de f o u i l l e s , Ancien Elève Diplômé de 1'Ecole
  • Pratique des Hautes Etudes (E.P.H.E. devenue E.H.S.S.), Docteur en H i s t o i r e (3e c y c l e ) , Chargé de Recherche au C.N.R.S. membre du Conseil S c i e n t i f i q u e de l'U.A. 880 du C.N.R.S. au Musée des Antiquités Nationales, Chargé de Mission des Musées Nationaux, Ancien
  • membre des Missions Archéologiques Françaises au MoyenOrient (archéologue e t a r c h i t e c t e des f o u i l l e s de Ras ShamraUgarit Syrie e t d'Enkomi-Alasia Chypre dirigées par l e Professeur Cl. Schaeffer), Membre du Conseil e t du Bureau de l a Société Préhistorique Française
  • l a f o u i l l e . Les s t a g i a i r e s , étudiants e t bénévoles ont été invités à p a r t i c i p e r aux différents travaux de recherche sur l e t e r r a i n e t en l a b o r a t o i r e : décapages stratigraphiques, prises de notes, topographie, photographie, s a i s i e
  • informatique des données de f o u i l l e s , travaux préliminaires sur les mobiliers mis au jour. Jean-Louis Paute, Ingénieur, Directeur-Adjoint du Laboratoire de l'Equipement de Saint-Brieuc, Président du Centre Archéologique de Péran e t Paula G i a u f f r e t , Vice-Présidente
  • , Professeur d'Art Plastique, ont assuré l e s démarches nécessaires à l a bonne organisation des t r o i s campagnes de f o u i l l e s qui se sont déroulées en Mai, Août, Septembre e t Novembre 1990. I l s ont facilité notamment les rapports avec l a municipalité e t l'équipe technique
  • municipale de PLEDRAN dont les concours ont été très précieux, notamment par l ' i n s t a l l a t i o n , sur l e chantier, d'une l i g n e électrique en basse tension pour l a f o u i l l e d'un p u i t s de 10 m de profondeur, e t l a p r o t e c t i o n contre les intempéries des
  • surfaces étudiées. C'est à c e t t e même équipe municipale que l a f o u i l l e est redevable d'un chemisage métallique i n t e r n e du p u i t s qui a assuré l a sécurité des travaux. On notera l a p a r t i c i p a t i o n de plusieurs chercheurs qualifiés, appartenant à l'U.A. 880
  • au C.N.R.S. ou à d'autres l a b o r a t o i r e s : Mme F. Douau, U.A. 880, Restauratrice des Musées Nationaux S.R.O.A., Mlle F. Le Boulanger, archéologue c o n t r a c t u e l l e à l a D i r e c t i o n des Antiquités de Bretagne, MM. J.-Y. Hunot, Archéologue municipal à Angers
  • de M. Guigon sur l e chantier médiéval q u ' i l d i r i g e sur "La Montagne du Prieuré" à Locronan (Finistère), résidence a r i s t o c r a t i q u e occupée également durant l a période des invasions S c a n d i n a v e s en Armorique à l a f i n du IXe s, e t début du Xe s
  • : Mme S. Branche-Guillaume A r c h i t e c t e D.P.L.G., ancien membre de l a Mission Archéologique Française en Egypte, MM. R. Guillaume, D. Guillaume, M. Houeix, M. Bréger, P. Domalain, L. Perrigniaux. I l f a u t mentionner l a p a r t i c i p a t i o n très active de deux
  • d'établissements s c o l a i r e s de Plédran, Quintín e t Saint-Brieuc) a i n s i que par t r o i s conférences f a i t e s par l e responsable de l a f o u i l l e , une à Plédran, dans l e cadre d'une assemblée générale du Centre Archéologique de Péran, e t deux autres à Saint-Brieuc, l'une
RAP00475.pdf (PLÉDRAN (22). le camp de Péran. rapport de fouille programmée)
  • 7 jusqu ' en avr i1 1 9 £3 8 P ii E •§ g n n e 1_ s _ d e __ f g u .i 11 e s s van den B E U K E L Kar1i en U T R E C H T ( P a y s - B a s ) Etudiante BIJMAN Marietta UTRECHT (Pays-Bas) Etudiante BLEJEAN Loïc PLERNEUF Etudiant BREGER Maurice SAINT-BRIEUC Professeur de
  • qui provoqu a 1 ' e-f f o n d r e m e n t du rempart au Xe s. de notre ère. Dans ces c o n s t r u c t i o n s et à p r o x i m i t é , a été d é c o u v e r t un i m p o r t a n t mobilier métallique pr inc i pa1emen t en f er et p1us ex c ep t i o n n e 1 1 e m e n t en b r o n z
  • recherches menées depuis 1983 sur le Camp de Péran p e r m e 11. e n t m a in tenant de date r du Xe s i èc 1 e de notre ère 1a c o n s t r u c t i o n et la destruction de cette enceinte implantée sur une hauteur dominant la baie d ' Yf f i ni a c . De tracé sub-circulaire (diamètres
  • = 140 m et 120 m) le système défensif se compose, de 7 ev ée de terr e ' e x t. é r i e u r v s r s i nt ér i eur, d u n grand f é, d ' u n e s u r l a q u e l l e il n ' a p a s é t é r e l e v é d e t r a c e d e p a l i s s a d e , d ' u n grand •f a s s é e n V, d * un g 1 aci s
  • e s ér ie de f osses r e c o u v e r t e s en partie par un petit b â t i m e n t aux angles arrondis, c o n s t r u i t en p i e r r e s liées par de l'argile. Cette construction est c o n t e m p o r a i n e d e l a v i o 1 e n t e d e s t r u c t i o n d e 1 ' e n c. e i n t e
  • p a r 3. e f e u q u i a provoqué le phénomène de vitrification que l'on observe sur l'ensemble du périmètre de l'enceinte. Dans ce secteur, étudié ju squ ' en 1987, 1 es d éco uver tes de mo b i1i ers a r c h é o 1 o g i q u e s o n t. é t é p e u n o m b r e u s e s . 0 n p e u
  • K, i d e n t i f i é p a r J . D U P L E S S I S - C a b i n e t d e s M é d a i 1 1 e s d e la B i b 1 i o t h è q u e Nati onale de PARIS (NICQLARDOT J„~P., JAUBERT A.N., W.H. WIMMERS, 1987) frappé entre 905 et 925 de notre ère (pl. 6 P l a n et. coupe section 2 avec situation
  • . 2 9 - 4 3 ) o u d e l ' A g e d u F e r ( W H Ë Ë L E R M. , R I C H A R D S O N K.M'. ( 1 9 5 7 ) H i 1 1 - F o r t s of N o r t h e r n France, C om m i 11 ee o f t h e S o c i. e t y o f A n t i q u a r i e s of R eports of the Research London, XIX, 1957, p.112) (GIOT P . - R
  • 6226 GIF 6434 GIF 6435) et la datation archéomagnétique obtenue par L. LANGOUET de l'Université de RENNES s u r 3. e s r o c h e s v i t r i f i é es; d u r e m p a r t c o n -f i r m a i e n t. 3. ' e x i s t e n c e des rapports possibles entre l'enceinte de Péran et les
  • l i n a i s o n é t a n t d e 2 4 ° E s t » C e t t e v a 1 e u r d e 1'i n c1i na i s o n , a s s o c i é e à un e f o r t e d é c1i n ai s o n Est indiquent sans ambiguïté, pour la période historique, la c o m b u s t i o n du r e m p a r t en 915 + ou - 20 après J.-C» . Une
  • A N G O U E T ) » Ll„Age__dy_Fer.„et^ ; 1 ' A g e d u F e r d e F é r a n r e p o s a i t. c e p e n d a n t L. ' a 1 1 r i b u t i o n à s u r d e s o l i d e s p r é s o m p t :i. o n s » D a n s 1 e s r a p p o r t s d e s t r a v a u x d u s ièc I e d e r n i e r , P
  • r i n c i p a l (pl.16, fig.l et 2 ) , nous a u r i o n s p u aussi c o n c l u r e q u e la f o r t i f i c a t i o n a v a i t été é l e v é e au 2 e Age du F e r . En effet, ce glacis est entièrement composé d'argile c o n t e n a n t u n e t r è s g r a n d e q u a n t i t. é
  • d e f r a g rn e; n t. s d e c é r a m i q u e g a u. 1 o i s e (souvent g r a p h i t é e et p a r f o i s à d é c o r o n d é - p l . 1 7 ) . En r é a l i t é , les c o n s t r u c t e u r s m é d i é v a u ;•: o n t p r é l e v é l e s m a t é r i a u x p o u r c:: o n s t r u
  • r o t o h i s t or i q ue du p 1 a t. e a u d e P é r a n , o c c u p a t i o n q u ' i I r e s t e à in i e u x d é f :i. n i r „ 2. - iILAN„DES„RECHERÇHES„en_19|8 ! a) . - Qrgani.satign__des_re£biL£bg§.....§Q_i?ii " L e s __ f g y i „ll.es __ d y _ C a ni g __ d e __ P é r
  • a n s. _ y n e _ g a r m i. _ e s a c t i. y i t é s g f £ e r t e s 2! §? !l! b L § ..._ d y __ Ç e n t r e _ A r c h é o 1 g g i. g y e d e _ P é r a n s ay x L e s r e c h e r c h e s au C a m p de P é r a n en 1988 ont été effectuées en étroite liaison avec le Centre
  • Archéologique de Péran ( A s s o c i a t i o n 1 9 0 1 ••- P r é s i d e n t s J . - L . F A U T E , I n g é n i e u r a u L a b o r a t o i r e de 1 E q u i p e men t de S A I N T - BR I E U C ) e t 1a c o o r d i n a t ion de J P» NÏCQLARDQT - conseiller archéologique de l'Association
  • - titulaire de 1 * a u t or i s a t ion d e f o u i l l e s . C e t t e A s s o c i at i on p ar t i c i p e d a u tr e p ar t à une ac t i on d'In vent a ire Ar c hé o 1 o g i q u e de 1 ' A r r o n di s s e m e n t cJ e S A 1 N T - BR I E U C , I n v e n t a i r e p o r t a n t p 1 u s s
  • p é c i a 1 e m en t s ur 1 e s monument s c omp r en ant aussi 1a r é a1i sat i on d'un f i c h i er m égalithiq ues ma i s informatisé portant sur des reçherches_systémati_gues - t o u s t y p e s de v e s t i g e s - et d i a c h r o n i q u e s - t o u t e s p é r i o d e s c
  • h r o n o l o g i q u e s - visant à f a i r e 1 e p o i n t d e 1 a c on n a i s s a n c e 1 a p 1 u s ex h a u s t i v e p o s s i b 1 e cl a n s 1 a 1 i m i t e d e 1 ' a r r a n d i s s e m e n t d e S A I N T - BR I E U C „ A u d é p ar t , c e travai 1 p or ter que sur les
  • . Ces travaux feront l'objet d'un r a p p o r t c o u r a n t. j a n v i e r 1989 et 1 a documentat i on sur les si t e s comprend déjà un f i c h i e r d e 400 fiches auquel vient s'ajouter un autre important fichier bibliographique. b ) C a 1 e n d r i. e r d e s f g y i 1.1 e s
RAP00760.pdf (PLOUASNE (22). le clos Lory. rapport de sondage)
  • praefurnium, mais se trouve décalée vers le Nord d'envi- Ut *r M * ^ S Pi r z * tu j J J w lu I < ^ A » « < O * < (0 0 Qu
  • de 0 m 70 sur une longueur de 3 m 20,il devient ensuite très épais pour atteindre I m 20. Le mur Ist, à l'extrémité de la pièce a 0 m 93 de large. La hauteur des substructions est seulement la plupart du temps de 0 m 50 à 0 m 60. Dens l'angle Nord Est, elle est nulle,les
  • morceaux de tuiles sont nombreux,d'environ Qm20 d'épaisseur La partie supérieure est faite d'une couche de ciment solide et lissé. I ~ tv » * £ b ' fìxe^iFt £ P l a h - 3 ft f e s C H A AJ T reí /tn ¿ E T U S CAr^AU mrnm A A ç, ]> £ , 8 J> ti & t L, £ T T~ J>t , f
RAP01225.pdf (LANNILIS (29). Kerfrichoux. rapport de fouille préventive)
  • LÉTIOUE Siten-r^L^j Département : Commune : L±lLi_JLi L^JLAJLAJ A[_J L_JL_J Fi^istj^c -LA^m^liL. \r\" £ ft F ft i c - H A u Lieu-dit ou adresse : Cadastre : Année : A113z ou Z. n Section et parcelle : Coordonnées Lambert : Zone : A Abscisse : 5X5" Ordonnée : "H^ K~er f r î r
  • li n u r ilO 00 Altitude : ^ ^ Propriétaire du terrain : Léoniine Protection juridique : -Ué-A WT v\ii ^ OQO^ Autorisation n * : Valable du o-f/of / 9 4 a„ 3 4 /o £ 199^ Titulaire : H / f . U I L E G, O F F i ç Organisme de rattachement : CoviSe.il ^ Raison de
  • - sur la nature des vestiges immobiliers : S E P U LT U PYG. - sur la nature des vestiges mobiliers : ' / ¿ s e fimir^Are.—f ^^n^d. * Notice sur la problématique de la recherche et les principaux résultats de l'opération archéologique : , y Loi ricltiir ilti ri'uvu kidlgfL vm t"r
  • ^fc-c/ oL L C f ^ e.lr fï\lr li ÎF)\A IMOIE, I VJU«- u^fe. Jr -Umilile C»UNRU U^ r u L l .T rit; cAVtA.U A. (ITFRT U VI TF&TQ. y^Tj^A^ci I>A* Lieu de dépôt du mobilier archéologique : Le f A o o Ç^? W ^ y 2 SOMMAIRE 1 Page 1. Circonstances de la
  • février 1934. Bulletin de la Société Archéologique du Finistère, LXI, X. TT A U T O R I S A T I O N u. ^ soussigné, J < J » ~ * . domicilié à : Qui" « t 1 e 1 a« Í M f e H N e C . p r o p r i é t a i r e d u t e r r a i n c a d a s t r é : Se.c. /i'oh ^ A í Lieu-dit
  • : tCcr Commune de : 0Ç0< , pàjrc e/4 c h 0 U¿< NNlLlS d é c l a r e c o n s e n t i r à ce q u e des f o u i l l e s a r c h é o l o g i q u e s soient e n t r e p r i s e s sous le c o n t r ô l e d u S e r v i c e Régional d ' A r c h é o l o g i e , d a n s le t e r r a i n c
  • v i g u e u r . A s u e e w e c Signature. Bfo^ le. d l . . ^ À ^ y l ^ f . •«•35' r 54,00 gr tfcP-oullòc.' -Rare à'/fuitres S te+Mar guariti. VJ^^ÙP^" )/ 70'^ Clégueof Miyr i 7f ^euì Appontemepis' tóKermenguy Ste-Marg^jt^J^ I St-Antoirie Usine". " Croaz-'Autre,P
  • transversale effectuées f + % 4- + -1- + F 4- 4- + + + + + * + 4- + -I- + -r-T "I + + + + + + + +- + + + + Coupes transversale et longitudinale du caveau Dessin du vase funéraire Silhouette du poignard après mise en connexion des 4 fragments Mobilier
  • l'urgence : T r a v ^ o x ¿jrCcolej Maître d'ouvrage des travaux : ï \ . ÇceuKV€fV, Ç-im'ytève, Surface fouillée :. Surface estimée du site : — ^ ^ a^ * Mots-clefs (thésaurus DRACAR pour la chronologie et les vestiges immobiliers) : - sur la chronologie : A se. p u S ^ o m ^ e
  • , rendant ainsi le terrain à nouveau exploitable. 4 - Le transect Nord - Sud Lors d'une visite sur le chantier, M. Le Den, ancien propriétaire de la parcelle 1532, nous a assuré qu'à l'endroit du bombement actuel, cette partie de la parcelle était en lande car la roche y affleurait et
  • que, lorsque le talus séparant les parcelles 1532 et 1531 a été arasé, une partie des terres constitutives de ce talus a été étendue sur cet affleurement rocheux pour rendre cultivable cet endroit du champ. Il s'est avéré que les dires de M. Le Den étaient exacts et, si nous avions
  • n'oublierons pas les bénévoles sans qui la fouille n'aurait pu se conduire dans les mêmes conditions : Mlles Florence Peuziat et Valérie Jestin, MM. Josick Peuziat et Mathieu Créac'h. 11 9 - Bibliographie A B G R A L L , 1883 - Bulletin de la Société d'Emulation des Côtes-du-Nord, 59
  • (U.P.R. 403 C.N.R.S.), Université de Rennes I, 96 p. DU CHATELLIER, P., 1889 - Le Bronze dans le Finistère. Bulletin de la Société Archéologique du Finistère, XXVI, 287-288 et 294. D U C H A T E L L I E R , P., 1907 - Les époques préhistoriques et gauloises dans le Finistère. Rennes
  • i - d e s s u s d é s i g n é . d u r a n t l ' a n n é e 1994- Le t e r r a i n sera remis en é t a t à l ' i s s u e des t r a v a u x . Les o b j e t s et é c h a n t i l l o n s mis au j o u r s e r o n t déposés d a n s une c o l l e c t i o n p u b l i q u e d u D é p a r
  • t e m e n t , en a c c o r d avec le S e r v i c e Régional d ' A r c h é o l o g i e . Les d r o i t s d u p r o p r i é t a i r e s u r les o b j e t s en métaux p r é c i e u x , éventuellement d é c o u v e r t s , seront préservés conformément à la L é g i s l a t i o n en
  • .^PoulcaiKQt 'Kèrdreas •A-, erennoPf^-^- Ilockh^J. ^fratAllan^ J—Kergleuc 1 - - er ^Kervenn^ le Guéboc ÌMaz'Huella"* Kerséné, Kerizac ¿^fer/ilL&dèven- \\ > TroméneC' ,Kervéleyen 2421 /fines. 'Blockh. ,, kerhue|guerì^g//r, Jradrapìwy 1122 Lohodan HÍL-leurioü GSTriquéarCoum
  • ^ Penn ar ( C'tìréac'li Mescataíec Kernévez les Fos'ses/C=^ _Een al JulifcEoum Goùlicou-j 4i'\ KergoniralJ 1120-1 Kerhernicll Carnean Kervasdoué .CKerhuzal •Drêzidôu Penhato .. AKertanguy Xm\euir~-Ji \ i \\ r Keramoal Kerasquer 2419- r 5381 y/i Kerdraan \N • /_-,fenhoat
  • 24 +w+++w Horizon B en place Horizon A p Horizon A enterré Limon déplacé Jl X + Lever du transect Nord-Sud Gneiss altéré Gneiss massif 0 1m c c Terriers A r è n e de teinte j a u n e - r o u g e Horizon A p Horizon A enterré E&8&I A déplacé [••-';'/' Limon jaune
  • i l l i l Limon jaune perturbé Horizon AB enterré Horizon B enterré R o c h e altérée Lever de la coupe CC', orientée Nord-Sud en bordure Est du carré de fouille 0 50cm Implantation des tranchées de fouille et localisation des coupes levées Décapage de surface faisant
RAP00888.pdf (ERDEVEN (56). la commune. rapport de prospection inventaire.)
  • Commune = ..A de I^.ÔO^É******, Lieu-dit (de l'I.G.N.) : Nom du site : Cadastre I 4 (Anr>ée de demlere mWe * (our) : ^1 o\ Section(s) et parcelle(s) : ... HC. . f rs^ïrKlw
  • Lambert Centre site : Contours ].rm X = Y □ Zone = i i i i i.rrn J Rayon du site (mètres) : m Xa Ya Xb Yb Xc Ye Xd Yd Xa Ya Circonstances de la découverte : ..f/S^. Techniques de repérage : Informateur : .tb+rr* . .
  • .«*->....«»... jxf.. ...fl*..Â..Û**^..d..ékdc.*c~i~ Description des vestiges : ..f^^.^.f^M Etat de conservation : .Sk&Cfr..
  • : Bibliographie : | Non | /C| Lieu de conservation : ..^y*?.. .^^r^*. CADRE RESERVE CELLULE CARTE ARCHÉOLOGIQUE. N° de site attribué N° d'enregistrement DRACAR _J Code AP / AH Modification f 5 - Bosquet près du CE 181 (gauche) . File de blocs et de menhirs. YC - Le Belano, 43a
  • découverte : ^^^^«vk «r>....^î«A*f^'ï.c„ Techniques de repérage : Informateur : C&ii) 1».. C +^l*à> c^Urrfo^Jp ta Description des vestiges : . . . . fte». .-yrzid***. . . . é. . .J~ffe>. . . Ac . ,o. .j£^T7.*k...(L!*^ ■ .«r^ ■ .Vh^^.o#rSX . .t?. J. . (?*c?^. .Aca. A ".va
  • Centre site : Y - MM i.pza Rayon du site (mètres) : ] m Xa Ya Xb Yb Xc Yc Xd Yd Xa Ya Circonstances de la découverte : .j^
  • : fe**r>-. Eléments de datation : Chronologie proposée : . . Mobilier Oui £ Documentation : Bibliographie : | Ut.*»» A JC Sk^-.^-.-rrr^. . Non | /C| Lieu de conservation : ..^f^. .^-^T. CADRE RESERVE CEIXULE CARTE ARCHÉOLOGIQUE. _J N° de site attribué N
  • *tt....\?>.&.
  • Coordonnées Lambert Centre site : Nom Année d'édition OT TZP7S O /fe* Zone : t □ i.rm X = v= i M i i.n-n Rayon du site (mètres) : Circonstances de la découverte : «r « Î » Contours Xa Ya xa Yb Xc Yc Xd Yd X* Y» ...d .^.^.&A«?rrr??r^ f/jf) Techniques de repérage
  • : ...^>rff/.|»*.frA>.'rr>'....«feT»... J. Informateur : Description des; vest i g es : . . A*£fn.'?n*i . . .«A . r .rC ..Zi*«/.«:i\ Etat de conservation : .U.ift .«va . . n£.f^Ca*S>. . . â.**,
  • ....'>«^^ Eléments de datation : Chronologie proposée : . lU^à^f^um^wf^f. . .fcïimJr. .^«rf. . \cx . ^n .->r
  • complémentaires = [j H £j Nature de l'opération = Responsable = . C\..€. {£...-. Année première mention = ywcti. Js
  • : ...
  • : y^^;jve *-V\«rrt...j*.
  • ^vs^x. Eléments de datation : ^^jfry^.J'iM^^SL .^^,.^>r^T^. Chronologie proposée : Mobilier Oui ] pit^b^Ç^tïXf-** Non[] Lieu de conservation : ....(2 «r.^?..A
  • : Contours ].rm Centre site : Y= | | | Ya Xb |,1 | Rayon du site (mètres) : Yb Xc Yc Xd Yd Xa Ya Circonstances de la découverte : ../^*A£^ér7TT«^^..Xr^ Techniques de repérage : ..sçroyj^f^ ^...jç^^.j.if., K L /Vm«^k^..^U^..À.^i »...^.i.«fI.L) Informateur : . r
  • ..£.r.\jS&.fb*.fSC* Techniques de repérage : ^S.ycJ^^....^^* ,..i/^. ...\ç r Informateur : Description des vestiges : ..(aaMU r
  • >rf r -I I* -w ?.c H « . . .C .u y ( .U^h.À*^>.. .^rrrTT. Eléments de datation : Chronologie proposée : ....f}/!^^^^:^^^...^^^.^^^. Mobilier Oui £ | Non | )f | Lieu de conservation : _*rrtT. Documentation : Bibliographie : CADRE RESERVE CELLULE CARTE
RAP00013.pdf (LANGUENAN (22). la chapelle de l'Iff. rapport de fp 1 )
  • en Mars-Avril, un labour profond pouvant détruire d'éventuelles structures superficielles* F i g . î - Plan cadastral montrant la position du c e r c l e . Le talus entre les parcelles 645 et 646 a été supprimée. 3 2. PROSPLCTIÛNS AU SOL. La prospection aérienne avait panais
  • pouvait être que le bienvenu. L'enclos protohistorique de Languenan se situe à une centaine de mètres au Sud du village de La Chapelle-de-1'If f, à une cinquantaine de mitres â l'Ouest de la route menant de Quevert à La Chapelle-de-1'Iff (coordonnées Lembert Mord : x : 272,02 j y: 9ë
  • , Hr 1. COCHET, nous a donné toutes facilités pour les travaux ce dont nous le remercions, de même que Hr F . I0UÏEE, le fermier exploitant la parcelle. Le champ était en pâture au début de l'année et devait être labouré profondément pour la culture du maïs, ce qui motiva la fouille
  • végétale, 40 cm puis 90 cm de limon argileux riche en charbons avant le sous-sol rocheux. C'est un des passages du fossé dens sa plus grande profondeur. Le sondage est aussitôt rempli d'eau, révélant la présence de fortes venues d'eau dans le sous-sol. 5 - Terre végétale : 40 cm» limon
  • prairie qui sert de pâturage avant sa mise en culture. Début des mesures dans le carré de 20 m sur 20 m par L. IANG0UET et L. GOULPEAU. 5 LANGUENAN - La Chape!le-de-1 1 Iff HéVinNË' COftF.lSEE H?" = •-'-i-r jf.s C jSE.¿SEcá Bi» 5ÏTE DE lANSUENAN MSRS-81 H " ! "r H H -K W\ i
  • : 25 : 36 ; i I - 5 : -Ici . -i«i : i -i* ¡ - n 3 - 1 3 I - 1 2 I - 1 2 '-li. 3 r i i I - 1 4 ! - 1 4 3 - 1 4 -X )C "5j "M - -i'i "V : ; -14 : -J-; i -i? ; -15 } -ri * ; h- \ ¡4 : h. : iMs -je" V m ^ l  l M . -il- i - s * K 0 -V -i4
  • de 2 m vdpc 1 p Nnrrl nac rannnrt an trarp rppl LANGUENAN - La Chapelle de T i f f 6 Mars 1981 Limite parcellaire 10m 8m 4 carré prospecté magnétiquement Fig. 4 - Plan de prospection avec indications des sondages à la tarière. 57 3. ORGANISATION U£ LA FOUILLE. Après la
  • &as C. lilCOLARBOÏ, dessinatrice cCSRS, Paris «r J.P. HÏCOLA1D0Ï» Chargé de Recherche au CNRS, Paris Hr J.F. *RI«ATORI, Conseiller pédagogique, La Baconniére m ¥. CiMMME» Dessinateur CMRS, Rennes Hr J.Y. t W & t m , étudiant en Hiatoire, Rennes île lie » . REMOISAR, Conseillère
  • sources situées à peu de profondeur à proximité du fossé. LANGUENAN 3 La Chapel1e-de-1'Iff t Plan et coupe du massif de pierres et de rejet de sous-sol secteur Nord-Est. 16 6. LA GRANDE R I S O U . La zone 4« fouille centrale n'a montré aucune trace de structure funéraire
  • et 14). Dans cette rigole au remplissage brun humique, le mobilier archéologique était rare, limité à quelques tessons et éclats de silex, proportion constrastant avec la richesse du f .ssé circulaire. Seul élément assez curieux, la présence de quelques pierres assez régulièrement
  • globuleuse. C'est un type de décor que l'on connaît surtout au sronse fine! et au aallstatt en Bretagne et ce tesson trouvé dens les couches supérieures du carré 12 est peut-être plus récent que l'ensemble général qui évoque des poteries Bronxe ancien-moyen ce mime que le matériel
  • . Parmi eux a été recueilli une petite noisette carbonisée également. 23 LANGUENAN s La.Chapelle - d e - V l f f Fig. 18 - Ensemble G1-G2 de la partie Sud du fossé circulaire, a : anse de l'urne ; b et c : fragments de l'urne d : fragment de vase à fond plat ; e : ossements brûlés
  • ; f : charbons de bois ; g : pierres. LANGUENAN, La Chapelle-de-TIff Fig. 19 - Détail du fossé, côté Ouest, montrant une veine rocheuse. Fig. 20 - Ensemble G1-G2 dans la boue du fossé, côté Sud. 24 25 LANGUENAN, La Chape!le-de-1 1 Iff Fig. 21 - Vue générale du chantier de
RAP01478.pdf (CARHAIX-PLOUGUER (29). la Villeneuve. dfs de sdiagnostic)
  • * / schists plus fig. dens coupe dans te foss6 fe 7.21 14 Es i 3 SO :r Fig. dans te fosse sondage T.35 dans !'•*.' J; 0 coupe dans un des fosses T.17 Fig. 9 : Fosses au jour dans la T.17 dans la d'un foyer Le sondage T a livre important decouvert de intervention
  • x2= x3 = y1 = 1080.820 y? = y3 = DE 1997/73 du su 28/11 1997 EV SP SU f Gaetan LE CLOIREC terrain de communes : de Motif de ( Maitre : global de Surface Surface 62 fouillee : (3 a par reparation) NON OUI MOTS NON Sinon, attitude du fond de par
  • fonds les plus representatives, REFERENCES I * au devts du dans la ou Emprise f : 1997 e! : SRA Bretagne (Ronnes). Film 1, 36 photos ; film 2, 4 photos DU LE CLOIREC Gaetan GAUBERT La Neuve D.F.S. de volumes ; 1 nbre de pages : 24 qu'elle site nbre fig.: 14 nbre
RAP01363.pdf (BÉDÉE (35). bretelle rd 62. villa antique. rapport de fouille préventive)
  • essentiellement fossoyés apparaissant alors. Cependant, là où des fondations de pierres sont reconnues, le décapage est nettement plus fin : cela est le cas ici quand les f o n d a t i o n s d'un b â t i m e n t (secteur 2) sont c o n s e r v é e s immédiatement sous la semelle de labour. Il
  • voulons respecter le temps qui nous a été imparti. En même temps que le décapage, l'équipe de fouille a r e p é r é , n e t t o y é e t e n r e g i s t r é la t o t a l i t é des f a i t s archéologiques. Pour la réalisation du plan de masse au l/100e et de plans plus détaillés, un
  • les mentionner durant la suite de la démonstration et de c o m m e n c e r à c l a r i f i e r le plan g é n é r a l . Puis les faits a r c h é o l o g i q u e s a p p a r t e n a n t à la période antique seront présentés. I)-Les structures et les faits archéologiques post
  • d'une petite excavation à sa proximité. Elles n ' o n t p a s d é t r u i t d ' i n f o r m a t i o n s i m p o r t a n t e s p o u r la compréhension de l'organisation du site. II)-Les faits archéologiques et les structures antiques ; 2.1. Les fossés : Les fossés antiques se
  • /nord-est. Cependant, quelques autres fossés p r é s e n t e n t encore des d i r e c t i o n s d i f f é r e n t e s (nord-nordouest / sud- sud-est ; ouest-nord-ouest/est-sud-est, etc.). Les orientations variées mais nuancées des fossés indiqueraient une évolution permanente du
  • et des fosses ont été relevés. 2.1.Les bâtiments sur fondations : Pour la c l a r t é du discours, nous avons décidé d'appeler le bâtiment situé sur l'emprise routière bâtiment 1, et le second repéré sur l'emprise foncière bâtiment 2. 2.1.1. Le bâtiment 1 : Le bâtiment F.28, F
  • cuivreux @ clou en fer | [cuir Tf M _ Photo 9 : Fragments d'une semelle en cuir (US.475.02-Bâtiment 2 Par ailleurs, il n'est possible de fournir que la seule description des différentes unités stratigraphiques et de quelques f a i t s n o t é s en p l a n à l ' i n t é r i e u r de
  • mur pignon F.477. Ils ont la particularité d'être constitués de schiste et de délimiter une surface semi-arrondie (L=0,90m; 1=0,78m) (photo 13) . L a disposition de ces deux faits, la forme et la nature du r e m p l i s s a g e (U.S 475.02) de l'espace qu'ils délimitent
  • .479) Photo 13 Vue de détail des faits F.472 et F.473 placés perpendiculairement à la fondation F.477 (prise du NNO) Photo 14 : Aperçu de la mise en place de la protection du bâtiment 2 r/ t ? £ •S-S33.05: L imonatr9ilf bois de re icé -mpac t. ch *rbo.ns détaj.ll
  • . 54 4, p a r m i l e q u e l apparaissent des clous et un peu de terre brune (figure 13) . Il a été perturbé par quelques labours en planches et surtout par le creusement des fossés modernes F.479 et F.489. De plus, cette concentration de tuiles (1=1,00m à 1,20m ; p=0,20m) n'est
  • BEDEE " B é z i e r s " (35 023 023) (Ille et Vilaine) DFS DE SAUVETAGE URGENT 21/08/1995 - 15/04/1996 Sous la dir. de Françoise LE BOULANGER Avec la collaboration d'Eric GAUME SUPPRESSION DU CARREFOUR A NIVEAU ENTRE LA RM 12 ET LA RD 62 Avec le concours de la D.D.E. d'ille
  • 2.2.2 autour du bâtiment 2 2.2.2.a Les faits archéologiques antérieurs au bâtiment 2 2.2.2.b Les faits archéologiques postérieurs à l'occupation du bâtiment 2 2.3.La fosse F.18 52 2.4.Conclusion 54 III)-Le secteur 3 : un espace de transition ? 55 IV)-Le secteur 4, révélateur d'une
  • mise en valeur dès l'époque gallo-romaine précoce : 58 4.1.Approche de l'évolution du paysage antique grâce à 58 l'étude des fossés 4.1.1 Le fossé F.150 4.1.2 Le fossé F.266 4.1.3 Les fossés F.174 et F.178 4.2.Les fosses 67 4.2.1 Une fosse au creusement soigné : la fosse F.117 4.2.2
  • La fosse F.180 : une simple fosse-dépotoir ? 4.2.2.a Description 4.2.2.b Tentatives d'interprétation 4.2.2.C Etude du mobilier de la fosse F.180 4.3.Conclusion 93 V)-Le secteur 5, révélateur de l'évolution complexe du paysage autour d'un établissement rural gallo-romain : 94 5.1
  • .Une multitude de fossés : approche de la chronologie relative d'une section du site 95 5.1.1 Le fossé F.199 et les fossés qui l'environnent : les vestiges d'une limite pérenne 5.1.2 Les fossés F.217 et F.276 et les fossés qui les environnent 5.1.3 Conclusion 5.2.Un bâtiment sur
  • poteaux 11-0 5.3.Quelques fosses 113 VI)-Le secteur 6 : mise en valeur du système de clôture d'une exploitation agricole gallo-romaine ? 118 6.1.La limite méridionale de l'exploitation rurale 119 6.1.1 Les fossés F.272, F.340 et F.335 6.1.2 Les fossés F.315, F.316 et F.396 6.2.Les
  • fossés F.307 et F.459, vestiges de la limite occidentale de l'exploitation gallo-romaine ? 124 6.3.Des fossés-limites échelonnés dans le temps 126 6.4.Les fossés F.265 et F.388 : limites de parcelles ? 133 6.5.Quelques fosses 138 VII)-Les secteurs 7 et 8 : mise en valeur du
  • L'équipe des contractuels tient à les remercier de leur aide, m a i s a u s s i de leur b o n n e h u m e u r m a l g r é des conditions atmosphériques médiocres et souvent difficiles. LISTE DES FIGURES Figure 1 : Localisation du site de Béziers dans son cadre local (cartes IGN de
  • : Plan de détail du secteur 1 Figure 10 : Plan de détail du secteur 2 Figure 11 : Coupes transversales des faits F.28 et F.57/F.462/F.23 (Bâtiment 1 et ses environs) Figure 12 : Légendes des coupes de la figure 11 Figure 13 : Plan du bâtiment 2 et de ses environs Figure 14 : Plan
  • détaillé du fait F.471 avec l'emplacement et la datation des huit sesterces. Figure 15 : Coupe transversale du bâtiment 2 (après avoir vidé le fossé moderne F.479) Figure 16 : Plan détaillé de la fosse F.533 avec emplacement du récipient en bronze Figure 17 : Coupes AA' et BB4 de la
RAP00597.pdf (RENNES (35). 4-4bis rue Saint-Martin. rapport de fouille préventive)
  • K3NNRS 1969 et 1970 Résidence St-Martin : Fouille de sauvetage An mois d'octobre 1969, l a la.^action des Antjouités ïïistoTicmes de B r e tagne était avisée ou'une entreprise fie travaux "oublies e f f e c t u a i t d'importants travaux de terrassement au l i e u - d i t
  • i , en >>ien des endroits, avaient a t t e i n t l e sol vierge. Cependant, une étude stratigrarhique a nu être réalisée dans 1° s e c t e u r sud du s i t e . Une série de sondages, effectués dans l a zone est s'est révélée i n f r u c - tiTeuse7~étant donné l a présence à cet
  • caractère indigène très marqué (cabanes ou huttes de t e r r e et de branchages ; l e f a i t qu'aucune trace de fond de cabane n ' a i t été remarquée s'explique sans doute par les engins de terrassement qui ont raclé l a p a r t i e haute de cette couche). La grande majorité du
  • ou décorés de baguettes moulurées ( P l . I I I , f i g . 1a et 1b) ( 2 ) . Les autres formes représentées sont des bols'hémisphériques à flancs l i s s e s ( P l . I I I , f i g . 2) e t des gobelets ovoïdes ou cylindriques à col d r o i t e t à rebord faiblement versé ( P l . IV
  • , f i g . 1a, 1b, 1c, 1d). * céramique grise f i n e : cette céramique est caractérisée par une pâte g r i s c l a i r et par une f i n i t i o n p a r f a i t e de sa surface exécutée au l i s s o i r . Le3 formes représentées sont : assiettes demi-creuses à rebords d r o i t s et
  • à lèvres en biseau ( P l . I I I , f i g . 3) ou a rebords moulurés ( P l . IV, f i g . 2a e t 2b). Fragments d'ovoïdes à p r o f i l élancé, à fond p l a t ou dotés d'un pied balustre. SE .'••Ns>* Photographie n° 3 - w Dégagement en escalier d'une section de la couoe II
  • soigneusement lissé est orné d'une bande rouge horizontale. Tesson appartenant à l a panse d'une cruche globulaire à pâte rose peinte en rouge v i f du type "Rothemalde" ( 3 ) . b) La céramique i n d u s t r i e l l e . La céramique dite i n d u s t r i e l l e ne se présente sur l e s i t
  • e qu'en très f a i b l e quantité. - rebord d'assiette de l a forme Drag. 15-17 ( a t e l i e r de l a Graufesenque). - rebord d'assiette de l a forme Drag. 16 ( a t e l i e r de Lezoux, époque claudienne). - assiette 18-31 à pâte rose-orangé légèrement micacée recouverte d'une
  • réductrice), pâte brune ou noirâtre à cuisson très irrégulière. Les formes de ces vases (à destination culinaire) sont dans l a majorité des cas issues de l a Tène I I I . Les lèvres sont directement attachées à l a panse, et leurs p r o f i l s très variés (lèvres rondes, lèvres obliques
  • à p r o f i l t r i a n g u l a i r e ) . Un vase de ce type a été r e c u e i l l i convplet en stratigraphie entre l e s p.m. 5 et 6. L'axe de modelage est considérablement oblique, ce qui implique que ce vase n'a pas été rectifié à l a tournette. Le c o l très rentrant est
  • mica. - rebord de mortier à lèvre ronde e t à panse moulurée en t e r r e jaune (dégraissant d'assez gros calibre) ( P l . IV, f i g . 4 ) . - t i e r s supérieur d'un gobelet cylindro-conique à pâte très f i n e de couleur rouge-orangé. Sa p a r t i e extérieure de couleur brunâtre
  • est enduite de mica Cinq bandes moulurées séparent l e col de l a panse, elle-même ornementée de chevrons incisés (molette ou poinçon)(5). Ce gobelet, de par sa f o r me particulière et l e type de son décor, est une i m i t a t i o n locale des gobelets d i t s "d'Aco" (photo n
  • ° 5 ) . - parmi l e s autres tessons r e c u e i l l i s , aucune autre forme n*a pu être reconnue. d) Les amuhoreSo Fragments de cols, d'anses et de fonds d'amphores à pâte rouge, appartenant aux types 1, 2 e t 4 de l a c l a s s i f i c a t i o n de Dressel (Auguste-Claude) ( 6
  • ) .
  • et à panse côtelée ( l e r siècle) (9). Quels sont donc, à travers ces divers éléments, l e s caractères principaux de cette première occupation du aite ? L'habitat de "type p r i m i t i f " caractérisé par l'absence de constructions réalisées a l'aide de matériaux durs (pierres
  • est placé sous l e signe de Bacchus (silènes portant des grappes de r a i s i n et des paniers, femmes drapées aux postures lascives, lièvres courant). Ce vase est à classer parmi l e s produits t a r d i f s de l a Graufesenque (début du I l e siècle)(Pl. V, f l g , 2
  • (Antonins). Morfcarium : variante de l a forme Curie. 21-Dra^ 0 43 ( f i n du I l e siècle). Un exem- p l a i r e de ce type a été trouvé à Plémy (Côtes-du-Nord) (lu). Coupes de l a forme Drag. 46 et fragment de bec verseur sur c o l de vase de l a forme Drag. 37 ( f i n du I l e
  • i r un assez grand nombre de scènes de chasse du style de Paternus et de Cinnamus ( f i n du I l e siècle). Nous avons également identifié un type de rinceaux propre au style de Ranto et S i l v i o ( i l ) (début du I l e siècle). Estampilles : Paternus sur flanc de Drag. 37
  • (scène de chasse). - A t e l i e r s de l»Est< estampilles - REGALIS (Rheinzabern : époque antonine). Une estampille,trouvée dans l e remblai inférieur, pose un problème d'ident i f i c a t i o n . On peut l i r e dans un cartouche rectangulaire les l e t t r e s suivantes : r
  • e r i t a l i e n t a r d i f ) . Cette estampille ne semble pas répertoriée jusqu'à ce j o u r . ( l 2 ) * céramique d i t e métallisée : tessons de vases ovoïdes à décors variés exécutés s o i t à l a barbotine ("peau de crapaud", imbrications d'écailles, ou à décor d i t "en
RAP01331.pdf ((56). entre l'Oust et le Blavet. rapport de prospection inventaire)
  • ou en V). f||JI ? 5 °Mr]o}(|)fpff) mm _ lit PI PI 1 1 1 \ 1 ! i l 1 t \ I \ i \ Ç ! r V \ 1* 1/ V V V K y I if \ or or K lr ■ m ! 1 )t 1 1 1 1 1 | I t ( t ! 1 m ir If If If ir )f ff ? f )f F s y.- A o & o Se Is ?o % 5 '©i 1g 1 |! foc S 1 soc y o° --/Y
  • - ■ ■ -.- 1ï >'.-. t> o C /t>0 i ».! o c o*. 1 N?g?»0o $J g 3 • o» =o O Kg i3>i 'a °o °/ R '°; ■oP. d i% ?»' * :2 c '.0. 0 : o. « V.C
  • : \).Ml...: S>..k.^!&*M, SX^^ Î^M, S... •..u Informateur : Description des vestiges : dU....Jpa .wr^U
  • premières campagnes de prospection systématique au sol datent de 1985. La prospection aérienne à basse altitude a débuté en 1989, un financement stable intervenant à partir de 1990. Le financement de la campagne 1995 a été assuré principalement par le Ministère de la Culture (30000 F) et
  • complété par une participation du Conseil Général du Morbihan (5000 F). 1.2 Les caractéristiques de la zone prospectée et leur influence sur l'acquisition des données. La zone prospectée s'étend du littoral jusqu"à la limite septentrionale qui sépare le Morbihan des Côtes d'Armor
  • géré par le service de la Carte Archéologique du S.R.A. à Rennes ont permis de formaliser les résultats obtenus dans et au voisinage (en incluant la vallée du Scoff prospectée par R. Bertrand) de la zone prospectée (voir carte "enclos" , données cumulées au 30/06/1993, fig.3). En
  • ungestort auf maximale Tiefe © wachsen. Nur don erreichen dieWurzeln mit ihren Spitzen auch dasjenige Niveau der im Fortgang des Friihsommers abgesunkenen Bodenfeuchte ©, die den so begunstigten Pflanzen optimales Hôhenwachstum und spàtere Fruchtreife mit làngerem Griin © ermôglicht
  • . Uber der ungestôrten, kargen Schotterschicht © und ihrer dùnnen Humusauflage © bleibt das Hôhenwachstum des Getreides © am stàrksten zuriick. Nicht selten werden von hier bis zu den Kopfen der positiven Merkmale © 30 bis 50 cm Hôhenunterschied gemessen. Der Bôschungswinkel des
  • antiken Grabens ® bestimmt in einer Ubergangszone den Anstieg der Wurzeltiefe und damit auch die Fig.9 La formation des anomalies phytologiques (d'après Otto Brasch, Luftbildarchàologie in Suddeutschland, 1983) n Mais, ce schéma ne permet pas d'expliquer entièrement les variations
  • importantes du tracé des "fossés" d'une anomalie à l'autre. En effet, les anomalies pédologiques révèlent à la fois le fossé et le talus (ou rempart) associé.Cette observation avait déjà été avancée par R. Agache à propos du retranchement romain de Folleville (Agache, 1978 - La Somme pré
  • d'enclos E o 0100 100200 200300 300400 Distance (m) 400500 500600 600700 >700 29 - KERGUEH (LA CHAPELLE- NEUVE): HACHES NEOLITHIQUES F 32 Annexe 1 .1 Déclaration de découverte archéologique A retourner Service Régional de l'Archéologie de Bretagne BU 6. me du
  • Chapitre, 35044 Rennes Cedex. Première mention Données complémentaires 3 Année = : □ Année première mention : Nature de l'opération = .,M&fi£ Responsable = f Département : s:G Organisme ■ Cu) Commune ^rSc(O^K...rT....^kcSanK\ Lieu-dit ( du Cadastre) : ...]t \Ôs.Q
  • datation ..WCMJ~....! Chronologie proposée : As^\fau*À.hd>.&« Mobilier Oui Q Non : : Lieu de conservation : Documentation : Bibliographie : CADRE RESERVE CELLULE CARTE AP:XOLOGKX>E N* de site attribué |$ |tp | |Q f~î |Q I lOlQ 9 N* d'enregistrement DRACAR \-\ |Q \3 1 1
  • dernière mise « jour) ! 2».i Section(s) et parcelle(s) : ^y^\...Ci... Observations : Propriété : Etat : □ Carte I.G.N. Collectivité : □ Privé : [3 Numéro Coordonnées Lambert Centre site: Y= Nom | Contours gjp L5 I , [>TÔTÔ1 12.1 »>I^I4I . KlQlOI 1 Ol ? I .^f] Rayon du
  • site (mètres) : Circonstances de la découverte : Année d'édition |"TL| Zone : X= Propriétaire : m .AM£\MA& A. Xa Ya Xb Yb Xc Yc Xd Yd Xe Ye k [}^^^^.....(L ^
  • attribué |5 l£ I N° d'enregistrement DRACAR I Oh? \\ jO \L I OO Q I | -f | ~-j [ Code AP/ AH Modification | | Q 56 - Kerscaouët (Guénin) Annexe 1 .1 Déclaration de découverte archéologique A retourner BU Service Régional de l'Archéologie de Bretagne 6. rue du Chapitre
  • DX \9 Coordonnées Lambert . Centre site site: («jurJco Zone : X= j j Contours g] Q|f I , f^-WTÔI S~lf31 m Rayon du site (mètres) : Xa Ya Xh Yb Xc Yc Xd Yd Xe Ye ftkQ.y^eltl. l^teLgrî.^ Circonstances de la découverte : Techniques de repérage : .m î,.nù
  • Informateur : X^JL^ .^Lttjù^sA^ ^..kt.fM, z±..c£&; Uu.rrxu*i^...«gum.(L.^c^ ..Fo. i^ ...pLu ..§..E: ^J^i ..c^.uu^e £«A4U Description des vestiges : Etat de conservation Eléments de datation .( A^dCLc Chronologie proposée : Mobilier Oui 1 | Non IrC^C .L^^ to?.' . [^0?.l???r
  • ^.....ÙO.VWe.' D: „ r lw> r-, in * Etat de conservation : Eléments de datation Chronologie proposée : Mobilier Oui Documentation : Q ...\pjuJl... Non Lieu de conservation : ....sS. Bibliographie : CADRE RESERVE CELLULE CARTÎ AROHEOLOGIOUE N' de site attribué |S |6 1 10
  • mention = Données complémentaires = H|q R \S I Année = ; Nature de l'opération = .$C&..tf>J\.M^ÏQ*r^. Responsable = ... Département : Année première mention Organisme = .... SEL QUEUÀH. Commune : Lieu-dit ( du Cadastre) : .C.?....: Lieu-dit (de H.G.N.) : !..ÇîL.: Nom du
RAP00476.pdf (PLÉDRAN (22). le camp de Péran. rapport de sauvetage urgent)
  • y *! mhm Ï Î A F T P O R T D E S F O U I K L E S E X E C U T E E S E N 1 9 8 9 A U P L E D R A N C A M P D E P E R A N (C Ô t t ; s - c l u - N o i - d ) N° d'inventaire: 22 176 002 AH Musée des Antiquités Nationales Saint-Gérmain-en-Laye, le 15 décembre 1989
  • l'Urbanisme et du Logement .Service D é p a r t e m e n t a l de ¡'Architecture des C û t c s - d u - N o r d R é f . n° 3 9 30 octobce Saint-Bricuc, ic I £ i 4— ¡9 89 L'Arciiitcctc des Bâtiments de France Chef d u Service D é p a r t e m e n t a l de l'Architecture, 429 à M S o c
  • 30JE'j Mo C a m p de P é r a n (Cl. M . H . ) Restitution du parement intérieur rempart. —Ì 0 3 H O V . 1989 C O U H n i t i n r.r ••A : ,.j •*i "s %" Monsieur, J e vous s e r a i s o b l i g é rie bien v o u l o i r me fournir u n e é t u d e c h i f f r é e sur le p r o j
  • témoins en p l a c e , a v e c b l o c a g e en a r r i è r e du p a r e m e n t en g r o s béton de c a i l l o u x . tivement Il f a u d r a i t e x é c u t e r le t r a v a i l p a r t i e par p a r t i e a l t e r n a avec terrassement, fouilles et blindage indispensables. La t
  • r a n c h é e p r i s sur p l a c e . drains et nerie. au Sud serait comblée avec les remblais Il f a u d r a i t s a n s d o i t e p r é v o i r la m i s e en place de b a r b a c a n e s sur 2 o u 3 n i v e a u x en arrière du bloc de m a ç o n - Cet Je ouvrage vous
  • L'Architecte des Bâtiments. de F r a n c e : C o p i e à Mme le C o n s e r v a t e u r R é g i o n a l d e s M o n u m e n t s H i s t o iniques o p i e à M . l ' A r c h i t e c t e en C h e f d e s M o n u m e n t s H i s t o r i q u e s P . MO'.'ERIE ' *f A M,; r a ^ " / y
  • - A ^ U M f • / r r f W — : y i f/Vasyr «=j / j 4- D LL-^'I- ^ h V y' xï 'CJ — ^-'(î c V ' - r - i ^ u ' / „ R E S U L T A I S P K E L 1 M 1 N A 1 R E S A L ' E T U D E D E S UHAKBUNtJ DE P R O V E N A N T D U C A M P DE PERAN { P L E D R A N , 2 2 ) BOIS J.-Y. HUNOT
  • eu gérer floristique. j f et d'affiner ces le site même et sur comprendre comment leur environnement h K-r —4*i S »f6i*ii Iç'î-irqis-fohtâinerv ,') O o r Houçsaye«' d e » P, "CoITlrbeau SaT-L^aurIent- les landes la Ville Wfrày; 'le$ Villes Janets \(y iP) W £ ." jJ
  • aÀaÀ - ; - - . - (i
  • — : iSTTE^rrfl-/W,"': L> ~ "i" ' - r" V» V 5.- Réduction de l'original des relevés cotés des structures de bois et des grains dans la section 8. — > — f -h H 44ZLir » i' « > 'i A T - 1. I en {•:-•! "Il -:1 ' | .. !- y. HV
  • ; : Outtt Fit ftf iff) 7 * . .51! /520 :... ;iI C •f •• • i • Cuti t. et 6 U- u. jx.tr J '.iV. 5>.é>a * V \ ÎSrt* •8 J a -AifiS : »W 7 : .VfiSIrMr* r ;—- V -1 4-t - ! i:iKS .3" -h Li- \i ¥ zt Cr .:.. il . . ij]À:u \ : JiijK. i» I»«* f 6.- Réduction de
  • u clst % LT - U S I p e r c6 ÍWJU.&T G*^ ß V LUiü^l 1% Oti^cT h o s djtteAy^r^e 1 M
  • Sflai:' • l a r | l i - ^ ¿ ' ^ r ; ¿a ; _ :: î S •>.-:. '•; : l S f i i i : l i m « - Jï El\ ••• < ivi-A-::... v*: I I^ tes i • •• i i 11 r : ^mip . ^ • : 16.- P E R A N Croquis d'étude d u récipient en aulne Pt. n° 1187 CT> Ii, _ B o , : . 4 t«C. í e - r c K
  • l'épée Pt. n° 1295, élément de baudrier ? ou pièce de harnachement ? 3 15"{ P E R A - N â ô . 8. J 7 . 1159 3 cm 32.- Céramique: 1 PERAN Bol Pt. n° 1159 2 F Y R K A T céramiques de types approchants .!-• : UIUU K L M M C. 1 iyby-ii-ii yyzac/u u a.
  • novembre 1989), assortie d'un crédit de fonctionnement de 5000 F. Les études de laboratoire (anthracologie et. carpologie) se sont vu attribuer une subvention de 15.674 F (notification transmise le 4 septembre 1989) et le crédit de 10.000 F. attribué en 1988 pour travaux archéologiques
  • présence de fortes nervures concentriques qui ornent le bord d'un autre fragment de vaisselle en bois. On peut rappeler qu'à York, de nombreux récinients, coupes et bols, en bois tourné ont été retrouvés (HALL R., 1984, p.76-78, il 1. ). Il faut noter que les pièces de bois décorées ont
  • de l'Ile de Groix, Bulletin de la Société Archéologique du Finistère, t.XXXV. 1908, 98 p., 60"fig., 3 plï 7 "" ~ " " HALL R. (1984) Jhe Excavations at York the viking dig. 1984, 158p., ill. MONTELIUS 0. (1871) Antiquités suédoises. Stockolm, 1871, fig. n*525. MONTELIUS 0. (1906
  • ), Kulturgescheschichte Schwedens.......von den ältesten Zeiten bis zum elften Jahrhundert nach Christus, Leipzig, 1906, 540 fig. MULLER-WILLE Ein Exkurs Fundmaterial in Haithabu. M. (1978) Das Schiffsgrab von der Ile de Groix (Bretagne) zum ' 'Bcotkammergrab von Haithabu", Das archäologische III der
  • comparaison: n°3 épée du Xe s. (Suède) comparable à 1'épée trouvée à Péran au Pt. n° 1295. ANNEXES: - Document restauration rempart de Péran (M. Monnerie) - Document Marguerie) carpologie et anthraco logie (Mme Ruas et MM. Huot et r. Ministère de la Culture Ministère de
  • i é t é A r m o r i c a i n e de Restauration Entreprise MOULLEC M o n s i e u r M i c h e l BLOUET ISTtRE DE L'URBANISME ET DU LQGEMÉNI MINISÎÈRF DE LA CULTURE RYI-Ct DEPARTEMENTAL OE L'ARCHITECTURE MONUMENTS HiSTO iQUES ET SITES 9, piace G a i S A I N T Bl D R AC Tél. *ï-î
RAP02055.pdf (BAZOUGES-SOUS-HÉDÉ (35). un probable nymphée. rapport de sondage)
  • COMMUNICATION P R E F E C T U R E DE L A REGION BRETAGNE La Préfète de la région Bretagne, préfète du département d'Ille-et-Vilaine, chevalier de la Légion d'honneur, Officier de l'Ordre national du mérite VU les titres III et IV du livre V du code du Patrimoine ; VU le décret n° 65-48 du 8
  • INVENTAIRE NOTES Base de données Dendrochronoiogiques F N D R (•) tGCin :*- r v. «• • . ; ~ Bâtiment ou Site - — ~ . N° Inventaire DT-2007-30 Bretagne Région Commune BaZOUgeS-SOUS-Hédé : Département CodelNSEE 35020 ; Lieu-dit ou A d r e s s e Coordonnées G P S 1
  • L'ÉTABLISSEMENT R O M A I N DE BAZQUGES-S/S HEDÉ : . DRAC SRA 1 3 JAN. 2005 U N PROBABLE NYMPHEE COURRIER ARRIVEE TEMERE DE BRET. Les clichés illustrant ce rapport ont été réalisés bénévolement par Rodolphe Marries, photographe au Jardin graphique à Hédé , les plans et la
  • , S. Deschamps ; J.P. Bardel et les autres) ainsi qu'à J.C. Arramond pour leurs visites et conseils sur une intervention improvisée et prometteuse et en pleine période de vacances estivales. N° 2004-150 R E P U B L I Q U E FRANÇAISE MINISTERE DE L A C U L T U R E E T DE LA
  • soins, avec l'aide d'une équipe de bénévoles locaux d'environ 15 personnes durant quelques 10 jours. Le caractère urgent de l'intervention et le manque de moyens en découlant nous ont amené à dégager manuellement l'ensemble des vestiges. er E x t r a i t d u c a d a s t r e de 1 9
  • 7 3 a v e c localisation d u site et d e s découvertes effectuées p a r A . P r o v o s t au c o u r s d e s p r o s p e c t i o n s pédestres d e 1 9 8 5 - 1 9 8 6 s u r les parcelles attenantes Contexte et historique du site Si la découverte est effectivement fortuite
  • également identifiable sur le cadastre du XIXème siècle (Cf.fïg.3). Une hypothétique voie romaine à proximité De nombreuses mentions semblent révéler la présence d'une voie romaine secondaire d'Est en Ouest au sud des parcelles mcriminées. I l s'agirait du « Chemin V e r t » , encore
  • Rennes II, sous la direction de Florence Journot. Fig.3: ) f: • . Extrait du cadastre du X I X è m e siècle avec localisation de l'emplacement des vestiges. O n remarque la disposition axiale des parcelles situées au sud, concernées par les découvertes en prospection pédestre
  • essentiellement constituée de fragments d'imbrices. Son évacuation se fait dans le sens de la pente, vers le bas, par le biais d'un tuyau de plomb pour partie fracturé et semblant « p l o n g e r » à l'emplacement des canalisations de bois située entre lui et le mur C. I l est à noter que ce
  • n'a pu être relevé au-delà de cet emplacement, vers le bas de la pente. 4 Le barrage mentionné se trouve ici au premier plan. Il est aisé d'envisager, grâce à cette vue, la perspective d'ensemble de l'espace concerné. Cliché R. Maries. Le Jardin Graphique. Hédé. I l est
  • DEVIS D'ANALYSES Demandeur : Service Régional de l'Archéologie Bretagne Responsable de l'opération : F. BEGUIN Site : La Ville Allé (Bazouges-sur-Hédé) Echantillons : à prélever REF DESIGNATION A2 Analyse palynologique : sur sédiments organiques humides (tourbières) Tl
  • devis et de la prise en charge des échantillons. Analyses placées sous la responsabilité scientifique de Dominique MARGUERIE A Rennes, le 28 septembre 2004 PRIX TOTAL HT 3 612.00 6 707.95 6 4 319.95 6 0.00 6 4 319.95 6 L A B O R A T O I R E D'ANTHROPOLOGIE C E N T R E
  • technique, métrologique, spatiale ; restitution des élévations ; interprétation chronologique). 0 2 090,00 € EB TOTAL H T . Frais de gestion Université (8%) TOTAL G E N E R A L H.T. T.V.A. (19,60%) TOTAL T.T.C. FRAIS DE DEPLACEMENT TOTAL G E N E R A L T.T.C. Ce devis comprend, outre
  • DENDROCHRONOLOGIQUE Site archéologique de la Ville Allée Bazouges-sous-Hédé (35), IIle-et-Vilaine Etude financée par S RA Bretagne • ••••••••••••••• Yannick L E D I G O L (dirigeant) Vincent B E R N A R D (concours scientifique CNRS- UMR 6566) Olivier C A B A R E T (assistant) juillet
  • 2007 N° DT-2007-30 Di ; M ) R ( ) tech Adresse Postale (siège) Adresse du Laboratoire 36, rue de Paris Université de Rennes 1 35000 RENNES Campus de Beaulieu - Bât. 24, bureau 117 35042 RENNES cedex (FRANCE) 0033 (0)2 23 23 60 45 / 06 82 39 01 92 yannick.ledigol
  • @dendrotech.fr / www.dendrotech.fr Site archéologique de la Ville Allé Bazouges-sous-Hédé (35), llle-et-Vilaine juillet 2007 N ° DT-2007-30 E t u d e financée par S RA Bretagne Yannick L E D I G O L (dirigeant) Vincent B E R N A R D (concours scientifique CNRS- UMR 6566) Olivier C
  • A B A R E T (assistant) SARL au capital de 10 000 euros / n° d'identification : 492 625 462 RCS RENNES/SIRET : 492 625 000014 / APE : 732 Z / TVA intracommunautaire : FR15492625462 TABLE DES MATIÈRES • • AVERTISSEMENT SITE D'ÉTUDE 1 3 FICHE INVENTAIRE La Ville Allé à
  • e s a n a l y s e s (mesures d e s cernes, datations, justifications d e s calculs) s e ront déposés d a n s les b a s e s de données du C N R S auxquelles nous participons depuis 1998. E n dehors d e s références locales mises en place par Vincent Bernard et Yannick Le Digol
  • respectivement au laboratoire "Centre de R e c h e r c h e s en Archéologie & Archéosciences" ( C R 2 A ; UMR 6566) et à DENDROtech à R e n n e s , les autres séquences moyennes de site utilisées proviennent : • du Laboratoire de Chrono-Ecologie de Besançon ( L C E C N R S ) , • du
  • Laboratoire de dendrochronologie de l'université de Liège (DUlg), • et du Centre d'Etudes en Dendrocronologie et de R e c h e r c h e s sur l'Environnement ( C E D R E ) . Toutes c e s données sont accessibles aux chercheurs dans le cadre de conventions de recherche avec le C N R S , et
RAP00329.pdf (CHÂTEAUNEUF D'ILLE ET VILAINE (35). le château. rapport de fouille programmée annuelle.)
  • Chafeauneu P 0 1 1 ; COUCHE 1 V E R D A T R E / T f t E S FIN CAILLOUTIS 2 ; COUCHE D E T E R R E JAUNE DISPARAISSANT 3:C0UCHE V E R S LE NORD DE P I E R R A I L L E DE SCHISTE POCHE DE T E R R E 5 - R E M p L A l DE T E R R E FONCEE ET DE PIERRES Ô.'REMBLAI PIERRES 1982 DE
  • FOUILLE A) Conditions et méthodes B) Résultats et hypothèses CONCLUSION Illème FARTIE : ANNEXES INTRODUCTION Dens mon trsit« de maîtrise d'histoire de l'Art, j'ai commencé l'étude du château de CHAÏEAOMUF en le situant dans le passé historieue de 1 seigneurerie et de la région, en
  • impossible d'espérer pénétrer à l'intérieur du bâtiment, du moins de ce côté nord, pour étudier son aménagement interne. Ce fut donc vers les couches, à la base de la muraille que s'orientér>«?rihios recherches. L'implantation des carrés de fouilles fut faite en fonction d«f quadrillage
  • non fouillée 52 53 51 rocher !c f\| £J, .ierres sfcfflfees Si X X / c 'H / 50 ? M ) L X X 3 3 X C K "Ì ! 'UL >4 i ! J > ) H 777 fi tcorps de logis j/ /T / // / v/J 'h /// G ///// F /in Châteauneuf O 1 51 H ! i 1981 2m 50 Châteauncuf O 1982
  • 1 zone non c oui| ¡ ec Chcüeauneuf Q _ _ 1982 1m coupe TT K 53 K 52 i Chafeauneuf 1982 Jm coupe p 1:C0UCHE DE TERRE JAUNE CHARGEE DE 3 .'POCHES DE TERRE JAUNE PIERRES, ARDOISES ET 0 S ,!C0UCHE DETERRE S0MI3RE ET DE CHARBONS DE BOIS ¿f.'POCHE DE ÇA1LLOUT1S
  • MORTIER ET DE 1 m r cou pe